Florestar PIC Natureza



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M'utirões de plantios de mudas nativas em pequenas propriedades em Botucatu (SP).
© Giramundo Mutuando

O trabalho de restauração da Mata Atlântica, em parceria com o WWF-Brasil, foi feito de modo participativo, com agricultores, estudantes, técnicos e poder público, o que resulta em maior compromisso com um novo modelo de sustentabilidade ambiental.

Rodrigo Moreira, Coordenador do Instituto Giramundo Mutuando, parceiro do Programa Mata Atlântica

Com o entendimento de que as estratégias de restauração florestal devem ser adequadas à realidade de cada região, o Projeto Florestar PIC Natureza do WWF-Brasil, com apoio do Itaú, intensificou a parceira com organizações locais que executam as ações de campo: Associação Mico-Leão-Dourado, no Rio de Janeiro, Instituto Giramundo Mutuando, em São Paulo, e Rede de Intercâmbio de Tecnologias Alternativas, em Minas Gerais. Mais do que o simples plantio de mudas, a idéia foi permitir maior sustentabilidade local com a proteção dos recursos hídricos, práticas agroecológicas e educação ambiental.
O PIC Natureza, ocorrido entre 2006 e 2008, permitiu que a cada título de capitalização vendido um percentual fosse doado para os projetos apoiados pelo WWF-Brasil na Mata Atlântica. Assim, cerca de 42 mil mudas foram a campo, recobrindo mais de 30 hectares.

Cada uma das três entidades parceiras utilizou estratégias de conservação adequadas à realidade de cada área, propriedade ou assentamento.

As metodologias utilizadas nas atividades de restauração florestal e proteção de recursos hídricos são similares, e muito além do plantio de mudas visam à sustentabilidade, incluindo a realização de diagnósticos, planejamento, comunicação, capacitação e educação ambiental.

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