Resex Baixo Rio Branco-Jauaperi: dez anos sem respostas | WWF Brasil

Resex Baixo Rio Branco-Jauaperi: dez anos sem respostas



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Resex Baixo Rio Branco-Jauaperi - Xixuau
© WWF-Brasil/Ligia Barros
No dia 4 de julho de 2011, completam-se dez anos desde que algumas comunidades ribeirinhas, moradoras da região de fronteira entre o Amazonas e Roraima, solicitaram a criação da Reserva Extrativista (Resex) Baixo Rio Branco-Jauaperi ao Instituto Brasileiro do Meio Ambiente (Ibama).
À época, os comunitários queriam preservar a área, ameaçada principalmente pela pesca ilegal. O pedido de criação da unidade de conservação, no entanto, encontra-se nas gavetas dos órgãos federais em Brasília desde 2006 e até hoje aquelas comunidades tradicionais esperam uma resposta.

Saiba mais sobre a luta pela criação da Resex Baixo Rio Branco-Jauaperi

Porque é importante lutar pela Reserva Extrativista?

A área onde a resex será criada registra grande diversidade de plantas, peixes e animais. Açaí, andiroba, buriti, castanha-do-Brasil e taperebá são muito comuns, assim como o cipó e a massaranduba. Estudos indicam a presença de ao menos 42 espécies de mamíferos na região. Dez delas constam na lista oficial de mamíferos ameaçados de extinção no Brasil. Animais típicos daquelas redondezas são a onça-parda, jaguatirica, tamanduá, peixe-boi e quelônios como o tracajá, irapuca e a tartaruga-da-Amazônia. Os peixes mais recorrentes são o jaraqui, pacu, acari, bodó-pintado, tucunaré, barbado e piranha.
Mapa do limite proposto para a RESEX Baixo Rio branco-Jauaperi 
	© WWF-Brasil
Mapa do limite proposto para a RESEX Baixo Rio branco-Jauaperi
© WWF-Brasil

Linha do tempo

Processo de Mobilização para a criação da Resex Baixo Rio Branco – Jauaperi
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