WWF-Brasil apoia movimento por renda básica | WWF Brasil

WWF-Brasil apoia movimento por renda básica



25 Março 2020    
Campanha Renda Básica
© Reprodução
Proposta de coalizão ampla da sociedade civil para Renda Básica Emergencial

Por WWF-Brasil


Para enfrentar a crise gerada pelo COVID-19, a campanha Renda Básica Que Queremos propõe a garantia de uma renda básica emergencial mensal de R$ 300, pelo período de 6 meses, para todos os 77 milhões de cidadãos registrados no Cadastro Único -incluindo não apenas trabalhadores, como também dependentes e desempregados. Esse benefício também pode ser estendido para 13 milhões de outros desempregados que não tenham inscrição no Cadastro Único mas possuam NIS. Essa iniciativa significaria um investimento de cerca de R$20,5 bilhões por mês- apenas 0,28% do PIB, totalizando 1,68% pelos 6 meses propostos.
 
Em quatro dias desde o lançamento, a campanha já soma 462 mil brasileiros pedindo a Renda Básica Emergencial, um número que cresce muito rapidamente. Confira aqui: https://www.rendabasica.org.br/
 
Neste link, é possível ver a diferença entre nossa proposta e a proposta feita pelo governo na semana passada. Neste outro link, pode-se acessar a nota técnica construída por especialistas.
 
A campanha Renda Básica Que Queremos já é a maior articulação da sociedade civil para propor uma mitigação dos impactos econômicos do Coronavírus. Lançada na sexta-feira pela Coalizão Negra por Direitos, o Nossas, a Rede Brasileira de Renda Básica, o INESC e o Instituto Ethos, a campanha é assinada hoje por 130 instituições e organizações de diversos espectros, como por exemplo a Oxfam, a Rede Justiça Criminal, o Instituto Alana, a Fundação Tide Setúbal, o Movimento da População de Rua, a ACT Promoção da Saúde, o MST, o Movimento Acredito, a CUT e o WWF-Brasil. A adesão de organizações segue ativa e muitas novas se incorporam diariamente. 
 
Nos últimos dias, diversos setores da sociedade civil engrossaram o coro por uma política de renda básica para a população mais pobre como resposta aos impactos da pandemia. De economistas como Marcelo Medeiros, Monica de Boelle e Arminio Fraga aos maiores influenciadores digitais do Brasil.

Assine e peça #RendaBásicaJá

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