Rio de Janeiro mostra compromisso com o Planeta



28 março 2009
Cristo Redentor minutos antes da Hora do Planeta
Cristo Redentor minutos antes da Hora do Planeta
© Americo Vermelho
Ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, afirma que a partir de abril as usinas termoelétricas brasileiras deverão compensar todas as emissões por meio do plantio de árvores. Carlos Minc participou da solenidade para o apagar das luzes na primeira Hora do Planeta no Rio de Janeiro. "Há um século castigamos o planeta, e a natureza se vinga. Esperamos que o apagar das luzes na noite de hoje seja o acender da consciência ecológica", afirmou Carlos Minc.

O ministro do Meio Ambiente afirmou que vivemos um "apartheid climático", que separa países pobres e ricos, referindo-se às negociações globais de clima. Nossa matriz energética é limpa, mas está se sujando com as usinas térmicas. "Essas emissões terão de ser compensadas. O Brasil pode e deve jogar um papel de protagonismo nas negociações em Copenhagen. Temos muito ainda a fazer", afirmou o ministro.

Já o prefeito, Eduardo Paes, destacou que a maior floresta urbana do mundo encontra-se na cidade do Rio de Janeiro. "O meio ambiente é decisivo para o Rio de Janeiro, pois somos responsáveis pela maior floresta de mata atlântica em área urbana", salientou.



Pedro Sirotsky, membro do Conselho Diretor do WWF-Brasil, fez uma retrospectiva do movimento Hora do Planeta no mundo, destacando a primeira participação do Brasil e a adesão espontânea de 107 cidades, sendo 13 capitais, além de 1.607 organizações e empresas.

Cristo Redentor minutos antes da Hora do Planeta
Cristo Redentor minutos antes da Hora do Planeta
© Americo Vermelho Enlarge
Cristo apaga suas luzes durante a Hora do Planeta
Cristo apaga suas luzes durante a Hora do Planeta
© Americo Vermelho / WWF-Brasil Enlarge
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