NÓS PODEMOS MUDAR!

© WWF-Brasil

Valorização dos nossos recursos naturais com Borandá + Produtos do Cerrado + Pacto das Cabeceiras



 
O WWF-Brasil realiza várias ações que buscam conectar as pessoas com o meio ambiente, seja por meio de trilhas, incentivo ao voluntariado ou a uma produção mais sustentável. Dessa forma, mostra que é possível promover desenvolvimento e gerar inclusão social e, ao mesmo tempo, conservar o meio ambiente.  
 
Movimento Borandá  é um projeto encubado pelo WWF-Brasil e construído com a participação da sociedade, governo, empresas e meios de comunicação. A ideia é promover o uso público e desenvolver áreas protegidas na Mata Atlântica, um dos biomas mais ricos em biodiversidade do mundo e também um dos mais ameaçados. Para isso, incentiva caminhadas, mutirões de limpeza, projetos de voluntariado empresarial e atividades ao ar livre com crianças nas áreas protegidas como forma de reconectar as pessoas com a natureza. São as pessoas no coração da mata para que a mata também esteja no coração das pessoas.  
 
No Cerrado, Projeto Sertões do WWF-Brasil incentiva o extrativismo sustentável, conciliando a produção de fibras, alimentos, grãos e energia com a defesa e conservação da diversidade biológica e cultural do bioma. O projeto já beneficiou diretamente as populações locais e espécies ameaçadas de extinção na região dMosaico Sertão Veredas Peruaçu (MSVP). Ao todo, três cooperativas agroextrativistas foram apoiadas, mais de 2200 famílias beneficiadas, mais de 200 comunidades atendidas, 10 tipos de frutos nativos processados e beneficiados e aproximadamente 500 toneladas de frutos do Cerrado produzidos anualmente. Proteger as áreas de Cerrado que ainda existem é garantir água, alimentos, medicamentos e tantos outros benefícios. Não precisa destruir o Cerrado para servir-se de todo o seu potencial. De pé, o Cerrado vale mais. 
 
Ali pertinho, o “Pacto em Defesa das Cabeceiras do Pantanal” promove  ações de recuperação de matas ciliares e nascentes. A aliança, que reúne setor público, privado e sociedade civil,  conseguiu 82 nascentes em processo de recuperação, mais de 100 km de estradas rurais ambientalmente adequadas, 47 biofossas instaladas em pequenas propriedades ruraisentre outros resultados. Além disso, o estimular à criação de reservas particulares e a ajuda na gestão de Unidades de Conservação públicas contribuiu para a proteção de 15,35% do Pantanal no Brasil, na Bolívia e no Paraguai. As ações do WWF-Brasil também incluem iniciativas de proteção de espécies, apoio ao uso racional dos recursos naturais, educação ambiental, entre outras. Sempre trabalhando a conscientização em prol da conservação da natureza. 

 

Preocupação com a origem dos produtos e foco no Madeira é legal




O Brasil é um país privilegiado na geração de eletricidade. A maioria de sua energia elétrica vem de hidrelétricas. Porém, devido à baixa dos reservatórios das hidrelétricas tem acionado sistematicamente usinas termelétricas movidas a combustíveis fósseis, aumentando as emissões de gases de efeito estufa e os custos para o consumidor. É preciso incentivar novas fontes renováveis de geração elétrica, em especial eólica e solar, garantindo o abastecimento da população e contribuindo para o cumprimento das metas do Acordo de Paris.

O WWF-Brasil defende uma geração elétrica 100% renovável no país, com aumento de geração solar fotovoltaica, eólica e de biomassa. Para isso, desenvolve estudos e eventos [LINK PARA wwwf.org.br/dialogosenergeticos] que mostram a viabilidade de uma matriz de energia diversificada e sustentável, com vantagens para todos. A geração de energia solar é que mais gera empregos e a instalação de painéis solares em 0,03% do território brasileiro seria suficiente para gerar toda nossa demanda por eletricidade. Com as recentes legislações, o processo ficou ainda mais fácil. Acesse o link.

O Selo Solar é uma iniciativa desenvolvida pelo Instituto para o Desenvolvimento de Energias Alternativas na América Latina (IDEAL), com o apoio da Cooperação Alemã para o Desenvolvimento Sustentável por meio da GIZ, KfW e do WWF-Brasil. O selo é uma certificação a empresas ou instituições públicas e privadas que consumirem um valor mínimo anual de eletricidade solar. Ao optar pelo uso de energia solar, o consumidor faz um investimento na saúde do seu bolso e na do planeta, reduzindo o consumo de eletricidade proveniente de fontes fósseis e o valor da conta de energia elétrica. Nada mais justo do que ser reconhecido por isso.

 

Preocupação com a origem dos produtos e foco no Madeira é legal

 



 

Conservar nossas florestas é garantir a sobrevivência de comunidades tradicionais e promover um futuro de segurança climática e ambiental para todos.  
 
Dentre as iniciativas existentes, o rótulo FSC significa que o produto é de uma floresta gerida de forma responsável, onde as árvores são colhidas legalmente, pesticidas altamente perigosos não são usados, os direitos das pessoas indígenas são protegidos e muito mais. Apesar de ser mais comum em papeis, o selo pode ser encontrado em quase todos os lugares, pois cada parte da árvore é usada para a fabricação de um determinado produto, como borracha para calçados e até a cascas para rolhas.  
 
No setor de construção, você optar pelo uso de madeira obtida de maneira correta. O Programa Madeira é Legal é uma iniciativa de diversas organizações brasileiras, entre elas o WWF-Brasil, que promove o uso responsável da madeira na construção civil. Se bem feito, o uso da madeira para fazer casas, prédios e outras estruturas oferece uma série de benefícios, como conservação de florestas e diminuição de emissões de gases de efeito estufa. 

 

Não ao desperdício de alimentos




Segundo a Global Footprint Network, organização responsável pelo cálculo do Overshoot Day, a demanda alimentar representa 28% da pegada ecológica global e o desperdício, 9%. Se cortarmos o desperdício de alimentos pela metade em todo o mundo, por exemplo, seria possível postergar o “Dia da Sobrecarga da Terra” em 11 dias.

O programa Agricultura e Alimentos do WWF-Brasil uniu-se à Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) e à Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura – FAO para criar a iniciativa #SemDesperdício, lançada em outubro de 2016. Por meio dela, busca-se alertar, informar e envolver a sociedade, ampliando a consciência dos consumidores brasileiros sobre o desperdício de alimentos e gerando um impacto positivo nos hábitos de consumo alimentar.

Além da iniciativa, o WWF-Brasil desenvolveu três produtos de comunicação com o intuito de fazer com que as pessoas percebam o poder de transformação que elas possuem a cada garfada.
 

Preocupação com resíduos, com foco em Clean up + Plástico Vale Ouro + Evitar jogar lixo no Meio Ambiente




A banalização cada vez maior do plástico e seu descarte inadequado gera enormes impactos ambientais, desde o acúmulo em locais indevidos nas cidades até a contaminação de rios e mares. Nos oceanos, a previsão é de que, em 2050, os mares terão mais plástico do que peixes.  

Pensando nisso, o WWF-Brasil lidera dois projetos de conscientização relacionados aos oceanos. Junto com o Instituto Mar Adentro, realiza clean ups em terra e em mar para ajudar a conscientizar a comunidade. E, junto com a Plastic Soup Foundation, o WWF-Holanda e parceiros locais, realiza o projeto Plástico Vale Ouro, que promove desenvolvimento social para a comunidade de Guararapes, no Rio de Janeiro, por meio da transformação de resíduos plásticos em souvenires. 

Outro projeto do WWF-Brasil que trouxe resultados na questão dos resíduos sólidos foi a fase 1 do Programa Água Brasil, entre 2010 e 2015. Parceria do WWF-Brasil com o Banco do Brasil, a Agência Nacional de Águas e a Fundação Banco do Brasil, o programa busca a ampliação da qualidade e da quantidade de água no país. Durante seus cinco primeiros anos, parte do trabalho foi focado na gestão de resíduos sólidos, com capacitação de 760 catadores em cinco municípios. Ao todo, 74 mil toneladas de resíduos sólidos foram comercializadas pelas cooperativas de reciclagem atendidas, com uma economia total de 636 mil toneladas de água e 90 mil toneladas de CO2. Também foram veiculas mensagens de comunicação sobre o descarte correto de resíduos, chegando a mais de 5 milhões de estudantes por meio de parceria com a TV Escola. Veja! 

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