Ribeirinhos tiram dúvidas em reuniões comunitárias



04 novembro 2008
Crianças brincam na comunidade de Palestina
© WWF-Brasil / Zig Koch
Por Ana Cíntia Guazzelli

Nossos dias têm sido muito mais corridos do que os da primeira fase da Expedição Mariuá-Jauaperi. Assim como a maioria dos ribeirinhos, levantamos bem cedo e por volta das 8h é iniciada a reunião da manhã na comunidade onde passamos a noite. À tarde, já estamos em outra comunidade para a realização do mesmo trabalho: esclarecimento de dúvidas quanto às reservas extrativistas.

Esses encontros foram previamente agendados pelo coordenador da expedição, Samuel Tararan, técnico do WWF-Brasil, que passou por todas as comunidades avisando sobre a chegada do nosso barco e marcando reuniões com os comunitários para possíveis esclarecimentos sobre a categoria de unidade de conservação Reserva Extrativista.

Além de técnicos do WWF-Brasil, participam das reuniões representantes da Fundação Vitória Amazônica (FVA), Instituto Chico Mendes de Biodiversidade (ICMBio) e de associações do rio Jauaperi, a Associação dos Artesãos do Rio Jauaperi (AARJ) e EcoEx, criada para fazer a gestão da unidade de conservação prevista para esta região, a Reserva Extrativista Baixo Rio Branco – Jauaperi.

Domingo, 2, visitamos a comunidade de Dona Cota, situada no baixo rio Branco. Ontem, estivemos nas comunidades do Remanso, no rio Negro e Floresta, também no rio Branco. E hoje foi a vez das comunidades Itanauaú e de Palestina, já no rio Jauaperi, onde permaneceremos até o final da expedição.

Agora são 20h30 e acabamos de aportar na comunidade de Itaquera. Nossa reunião está marcada para amanhã cedo, mas acabamos de receber a notícia de que representantes do governo de Roraima talvez queiram conversar com os integrantes da expedição ainda hoje. Vamos ver!
Crianças brincam na comunidade de Palestina
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