Ações de Uso Sustentável



  • Promoção e apoio à certificação FSC no Brasil, através do apoio à criação e consolidação do FSC-Brasil
  • Criação, implementação e consolidação de Reservas Extrativistas (Resex) e Reservas de Desenvolvimento Sustentável. O trabalho vem sendo desenvolvido em reservas do Acre, Rondônia e Amapá principalmente através do manejo comunitário de recursos florestais como madeira, borracha, castanha, sementes e açaí.
  • Promoção e apoio à certificação florestal comunitária de manejo e produção da madeira e de não-madeireiros, através do Grupo de Produtores Florestais Comunitários e das Oficinas de Manejo Comunitário, bem como em projetos específicos de reservas extrativistas e projetos de assentamento agro-extrativista no Acre, Rondônia e Amapá.
  • Apoio e disseminação de resultados de projeto demonstrativo de exploração de madeira em escala industrial (no Pará)
  • Apoio e disseminação de resultados de projeto demonstrativo de manejo e certificação do mogno (no Acre)
  • Promoção e apoio do ecoturismo de base comunitária associado à conservação do meio ambiente e manejo dos recursos naturais (Amazonas e Rondônia)
  • Desenvolvimento, agregação de valor e marketing de produtos florestais, agroflorestais e pesqueiros para garantir o bom manejo e diversificar e ampliar as fontes de renda da população da região. Produtos industrializados confeccionados com couro vegetal, à base de borracha natural, produzidos pelos seringueiros do Acre e Amazonas, já estão inseridos no mercado nacional e internacional, aumentando a renda dos trabalhadores na floresta. Outro exemplo é o palmito em conserva produzido pela comunidade da Resex Cajarí, no Amapá.
  • Priorização de técnicas agroflorestais de baixo impacto ambiental para o uso intensivo de áreas já alteradas, com projetos demonstrativos (Araras e Campim, no Pará) e com o desenvolvimento de materiais e manual para educação ambiental (Mochila do Educador Agroflorestal no Acre)
  • Promoção da certificação florestal conforme os princípios e critérios do FSC. O WWF-Brasil liderou esse processo e hoje já existem mais de 333 mil hectares de florestas naturais de propriedade privada certificadas na Amazônia. Além disso, apoia a certificação do manejo comunitário e de florestas públicas, tanto de produtos madeireiros como não-madeireiros.
  • Ecoturismo de base comunitária e empresarial. Na ilha de Silves, no Amazonas, e nas reservas extrativistas de Curralinho e Pedras Negras, em Rondônia, o ecoturismo combina a imersão do turista na cultura local, a gestão do empreendimento pela comunidade e a conservação do meio ambiente.
  • Desenvolvimento e promoção do manejo da pesca e de outros recursos da várzea amazônica junto a comunidades ribeirinhas (Ituqui no Pará, Silves no Amazonas e Purus no Acre)
  • Gestão dos recursos hídricos, através da formação de consórcios de bacias, e promoção do uso sustentável da água doce
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