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No Rio de Janeiro, o diálogo vem permitindo à Associação Mico-Leão-Dourado (AMLD), por exemplo, interligar fragmentos do hábitat do animal com a implantação de sistemas agroflorestais e corredores ecológicos.

O isolamento das áreas e o plantio de mais de 22 mil mudas nativas do projeto pela AMLD contou com o envolvimento de nove famílias assentadas e 14 proprietários que cederam suas terras para criação dos corredores.

“Na extensão agroflorestal ficamos conhecendo o dia-a-dia das famílias e delineamos conjuntamente técnicas alternativas de agroecologia e geração de renda. No fim, mais de 45 agricultores foram beneficiados pelo plantio de nativas em consórcio com frutíferas.

Já os corredores, em propriedades maiores, tiveram a participação de proprietários e funcionários, chegando a empregar 23 pessoas da comunidade de Silva Jardim”, conta a coordenadora de extensão agroflorestal da AMLD, Maria Inês Silva Bento.

Também foram publicados e distribuídos fôlderes aos agricultores, com a função de orientá-los sobre as melhores formas de conduzir a regeneração da área e adequar-se à legislação.
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