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		<title>WWF - Informa&#xe7;&#xf5;es sobre meio ambiente</title>
  		<description>News, publications and job feeds from WWF - the global conservation organization </description>
		<language>es</language>
		<managingEditor>WWF - no_reply@panda.org</managingEditor>
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<title>WWF News</title>
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			<item>
				<title>Potencial hidrel&amp;#233;trico da Amaz&amp;#244;nia precisa ser debatido com a sociedade</title>
				<link>http://www.wwf.org.br/informacoes/?uNewsID=34942</link>
				<description>&lt;a href=&quot;http://www.wwf.org.br/informacoes/?uNewsID=34942&quot;&gt;&lt;img src=&quot;http://d3nehc6yl9qzo4.cloudfront.net/img/tapajos_river_amazon_cachoeira_7_credits_wwf_david_reeks_49053.jpg&quot; width=&quot;146&quot; height=&quot;82&quot; alt=&quot;Cachoeira no Rio Tapaj&amp;#243;s&lt;br /&gt;&amp;copy;&amp;nbsp;WWF-Canon /  David Reeks&quot; border=&quot;0&quot; align=&quot;left&quot; hspace=&quot;4&quot; vspace=&quot;2&quot; /&gt;&lt;/a&gt;Nesta quinta-feira, 16 de maio, o WWF apresenta uma vis&amp;#227;o ecol&amp;#243;gica da  bacia do Tapaj&amp;#243;s em evento organizado pelo site Planeta Sustent&amp;#225;vel e  Editora Abril em Foz do Igua&amp;#231;u e que tem como eixos tem&amp;#225;ticos Energia,  Neg&amp;#243;cios e Ambiente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A partir do questionamento &apos;Hidrel&amp;#233;tricas na Amaz&amp;#244;nia: &amp;#233; poss&amp;#237;vel estabelecer um di&amp;#225;logo?&apos;, Pedro Bara, l&amp;#237;der da Estrat&amp;#233;gia de Infraestrutura da Iniciativa Amaz&amp;#244;nia Viva do WWF, vai fomentar a discuss&amp;#227;o em torno da necessidade de se construir uma vis&amp;#227;o compartilhada das bacias amaz&amp;#244;nicas que ser&amp;#227;o objeto de grandes projetos hidrel&amp;#233;tricos e miner&amp;#225;rios.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&quot;O WWF vem defendendo a tese de um planejamento integrado para a regi&amp;#227;o e propondo um debate nacional qualificado sobre a Amaz&amp;#244;nia que queremos conservar no futuro, o que implica definir rios a preservar antes que o ac&amp;#250;mulo de impactos de in&amp;#250;meros projetos hidrel&amp;#233;tricos e miner&amp;#225;rios, tratados de forma isolada, gere um impacto socioambiental de propor&amp;#231;&amp;#245;es potencialmente desastrosas&quot;, conclui Pedro Bara.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tal vis&amp;#227;o foi constru&amp;#237;da a partir do desenvolvimento de uma estrutura anal&amp;#237;tica ao redor de um sistema de informa&amp;#231;&amp;#245;es hidrol&amp;#243;gicas para an&amp;#225;lise dos rios amaz&amp;#244;nicos (HIS-ARA, na sigla em ingl&amp;#234;s), que integra informa&amp;#231;&amp;#245;es ecol&amp;#243;gicas e hidrol&amp;#243;gicas para criar uma vis&amp;#227;o de conserva&amp;#231;&amp;#227;o dos ecossistemas terrestres e aqu&amp;#225;ticos em uma dimens&amp;#227;o regional.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A vis&amp;#227;o ecol&amp;#243;gica &amp;#233; um passo importante na dire&amp;#231;&amp;#227;o de uma vis&amp;#227;o socioambiental da bacia do Tapaj&amp;#243;s, n&amp;#227;o s&amp;#243; para avaliar o quanto o programa hidrel&amp;#233;trico pode comprometer o futuro da bacia do Tapaj&amp;#243;s (ou seja, seu impacto cumulativo e sin&amp;#233;rgico), mas tamb&amp;#233;m na dire&amp;#231;&amp;#227;o de se construir uma vis&amp;#227;o integrada do desenvolvimento regional, onde outros setores como a minera&amp;#231;&amp;#227;o devem ser objeto da mesma abordagem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se este objetivo compartilhado for alcan&amp;#231;ado ser&amp;#225; poss&amp;#237;vel mitigar os conflitos e potencializar as oportunidades daqueles projetos que decididos de forma transparente e participativa podem contribuir para um futuro sustent&amp;#225;vel e pr&amp;#243;spero da bacia do Tapaj&amp;#243;s.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&quot;A aplica&amp;#231;&amp;#227;o da ci&amp;#234;ncia em ferramentas de apoio &amp;#224; decis&amp;#227;o qualifica e agiliza um di&amp;#225;logo social em torno de programas de grandes investimentos na Amaz&amp;#244;nia tendo como refer&amp;#234;ncia uma vis&amp;#227;o do futuro. Este &amp;#233; o objetivo do nosso trabalho ao apresentar uma vis&amp;#227;o da conserva&amp;#231;&amp;#227;o da bacia do Tapaj&amp;#243;s&quot;, explica Maria Cec&amp;#237;lia Wey de Brito, secret&amp;#225;ria-geral do WWF-Brasil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Envolver a sociedade e promover o debate qualificado em torno dos interesses, necessidade e urg&amp;#234;ncia de se implantar grandes projetos de infraestrutura em &amp;#225;reas conservadas da Amaz&amp;#244;nia &amp;#233; imprescind&amp;#237;vel uma vez que as consequ&amp;#234;ncias afetar&amp;#227;o a todos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para isso, um primeiro passo &amp;#233; a difus&amp;#227;o p&amp;#250;blica dos relat&amp;#243;rios elaborados pelo Grupo Estrat&amp;#233;gico de Acompanhamento de Empreendimentos Energ&amp;#233;ticos Estruturantes, criado em 2010 pela Portaria Interministerial no 494, assinada pelos ministros de Minas e Energia e de Meio Ambiente, &apos;para analisar os aspectos ambientais e socioecon&amp;#244;micos dos estudos de planejamento energ&amp;#233;tico, com vistas a subsidiar a sele&amp;#231;&amp;#227;o de aproveitamentos hidroenerg&amp;#233;ticos&apos;. A realiza&amp;#231;&amp;#227;o de consultas p&amp;#250;blicas e debates &amp;#233; um segundo passo importante para viabilizar a participa&amp;#231;&amp;#227;o da sociedade na constru&amp;#231;&amp;#227;o de um modelo de desenvolvimento sustent&amp;#225;vel para a Amaz&amp;#244;nia, que garanta a viabilidade ecol&amp;#243;gica do bioma e que seja socialmente justo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Impactos cumulativos&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O WWF desenvolveu uma vis&amp;#227;o ecol&amp;#243;gica para a Amaz&amp;#244;nia e a partir dela a ferramenta de an&amp;#225;lise de impactos de obras de infraestrutura para apoio ao planejamento e &amp;#224; tomada de decis&amp;#227;o com uma abordagem que permite identificar &amp;#225;reas cr&amp;#237;ticas para a biodiversidade e a necessidade de manuten&amp;#231;&amp;#227;o da conectividade entre os rios para garantir a integridade da malha h&amp;#237;drica e dos ecossistemas aqu&amp;#225;ticos. A ferramenta tamb&amp;#233;m leva em conta o funcionamento dos sistemas ecol&amp;#243;gicos e o territ&amp;#243;rio social e cultural em toda a &amp;#225;rea de uma bacia hidrogr&amp;#225;fica.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No caso da bacia hidrogr&amp;#225;fica do rio Tapaj&amp;#243;s, que representa quase 6% do territ&amp;#243;rio brasileiro e tem destacada relev&amp;#226;ncia ecol&amp;#243;gica, c&amp;#234;nica e cultural, e de potencial hidrel&amp;#233;trico, h&amp;#225; previs&amp;#227;o de 42 hidrel&amp;#233;tricas de diversos portes. Somente no chamado Complexo Tapaj&amp;#243;s, a previs&amp;#227;o &amp;#233; de constru&amp;#231;&amp;#227;o de sete usinas, entre elas as duas megausinas hidrel&amp;#233;tricas, S&amp;#227;o Luiz e Jatob&amp;#225;. O barramento de mais dois rios livres na Amaz&amp;#244;nia, Tapaj&amp;#243;s e Jamanxin, vai inundar &amp;#225;rea estimada em 2.500 km2 e fragmentar ecossistemas de import&amp;#226;ncia ecol&amp;#243;gica, cultural e social. Entre os impactos sociais est&amp;#225; a afeta&amp;#231;&amp;#227;o da Terra Ind&amp;#237;gena Munduruku, onde vivem mais de 10 mil ind&amp;#237;genas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;</description>
				<dc:date>2013-05-16</dc:date>
			</item>
		
						
			<item>
				<title>Permitir cana na Amaz&amp;#244;nia &amp;#233; retrocesso pol&amp;#237;tico e ambiental</title>
				<link>http://www.wwf.org.br/informacoes/?uNewsID=34922</link>
				<description>&lt;a href=&quot;http://www.wwf.org.br/informacoes/?uNewsID=34922&quot;&gt;&lt;img src=&quot;http://d3nehc6yl9qzo4.cloudfront.net/img/web_113149_49049.jpg&quot; width=&quot;146&quot; height=&quot;97&quot; alt=&quot;Cultivo pode avan&amp;#231;ar sobre Amaz&amp;#244;nia e por&amp;#231;&amp;#245;es de Cerrado e de Campos Gerais da regi&amp;#227;o&lt;br /&gt;&amp;copy;&amp;nbsp;Martin Harvey / WWF-Canon&quot; border=&quot;0&quot; align=&quot;left&quot; hspace=&quot;4&quot; vspace=&quot;2&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;por WWF-Brasil&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A aprova&amp;#231;&amp;#227;o do Projeto de Lei 626/2011 pelo Senado,&amp;#160;alterando o Zoneamento Agroecol&amp;#243;gico (ZAE) da cana-de-a&amp;#231;&amp;#250;car e autorizando seu plantio em &amp;#225;reas alteradas e nos biomas Cerrado e Campos Gerais na Amaz&amp;#244;nia Legal, &amp;#233; um retrocesso nas pol&amp;#237;ticas de ordenamento territorial e produtiva brasileiras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por isso, o&amp;#160;WWF-Brasil recomenda que esta lei n&amp;#227;o seja referendada pela C&amp;#226;mara dos Deputados, pois avalia que a mesma n&amp;#227;o trar&amp;#225; benef&amp;#237;cios reais para a regi&amp;#227;o ou para o setor. Pelo contr&amp;#225;rio, poder&amp;#225; se configurar em uma pol&amp;#237;tica sem impacto econ&amp;#244;mico positivo para a transforma&amp;#231;&amp;#227;o regional e com grande potencial para gera&amp;#231;&amp;#227;o de mais impactos ambientais.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;#201; necess&amp;#225;ria uma maior reflex&amp;#227;o sobre as reais solu&amp;#231;&amp;#245;es para o desenvolvimento econ&amp;#244;mico sustent&amp;#225;vel da Amaz&amp;#244;nia, bem como uma pol&amp;#237;tica consistente para os biocombust&amp;#237;veis no Brasil.&lt;br /&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O zoneamento original da cana-de-a&amp;#231;&amp;#250;car representou um avan&amp;#231;o significativo quando restringiu &amp;#225;reas da Amaz&amp;#244;nia Legal, do Pantanal e da Bacia do Alto Paraguai para a expans&amp;#227;o da cultura canavieira. Tamb&amp;#233;m foi positivo orientar sua expans&amp;#227;o sobre regi&amp;#245;es com melhores condi&amp;#231;&amp;#245;es produtivas, reduzindo a press&amp;#227;o sobre ecossistemas conservados, por exemplo.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O argumento de que o zoneamento reduz a possibilidade de desenvolvimento regional &amp;#233; completamente equivocado. Existem alternativas econ&amp;#244;micas e produtivas muito mais adequadas e adaptadas &amp;#224; Amaz&amp;#244;nia e outros biomas e suas realidades socioecon&amp;#244;micas. A produtividade e a efici&amp;#234;ncia produtiva da cana-de-a&amp;#231;&amp;#250;car na Amaz&amp;#244;nia n&amp;#227;o s&amp;#227;o compat&amp;#237;veis com a realidade do Centro-Sul e com &amp;#225;reas j&amp;#225; apontadas para a expans&amp;#227;o no zoneamento original. Tais &amp;#225;reas s&amp;#227;o com certeza suficientes para atender &amp;#224; demanda atual e &amp;#224;s estimativas de crescimento do setor.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O ZAE original da cana-de-a&amp;#231;&amp;#250;car identificou 64,7 milh&amp;#245;es de hectares aptos &amp;#224; produ&amp;#231;&amp;#227;o de cana, sendo que destes, 19,3 milh&amp;#245;es de hectares s&amp;#227;o &amp;#225;reas de alto potencial produtivo. A produ&amp;#231;&amp;#227;o atual ocupa aproximadamente 9 milh&amp;#245;es de hectares.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;No &lt;em&gt;Plano Nacional de Energia para 2030&lt;/em&gt; est&amp;#225; prevista a produ&amp;#231;&amp;#227;o anual de 1,14 bilh&amp;#245;es de toneladas de cana, demandando uma &amp;#225;rea de 13,9 milh&amp;#245;es de hectares. Neste contexto, a principal justificativa para um aumento de produ&amp;#231;&amp;#227;o de biocombust&amp;#237;veis &amp;#233; inapropriada, considerando que o ZAE de 2009 informa que o pa&amp;#237;s teria uma &amp;#225;rea de 50,8 milh&amp;#245;es hectares aptos &amp;#224; produ&amp;#231;&amp;#227;o e sem considerar a &amp;#225;rea da Amaz&amp;#244;nia Legal.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Mesmo que projeto de lei foque em &amp;#225;reas abertas, de Cerrado e de Campos Gerais da Amaz&amp;#244;nia Legal, a press&amp;#227;o sobre o os ecossistemas naturais aumentar&amp;#225; indiretamente pelo deslocamento de outras atividades produtivas e diretamente pela dificuldade do cumprimento das legisla&amp;#231;&amp;#245;es vigentes. Ainda mais em um cen&amp;#225;rio de C&amp;#243;digo Florestal enfraquecido associado &amp;#224; baixa governan&amp;#231;a na Regi&amp;#227;o Amaz&amp;#244;nica.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Melhorar e incentivar a produ&amp;#231;&amp;#227;o de biocombust&amp;#237;veis no pa&amp;#237;s &amp;#233; poss&amp;#237;vel e deveria ser atrelado a uma pol&amp;#237;tica real de incentivo econ&amp;#244;mico, contr&amp;#225;ria &amp;#224; pol&amp;#237;tica atual de incentivo ao consumo de gasolina atrav&amp;#233;s da desonera&amp;#231;&amp;#227;o dos impostos e redu&amp;#231;&amp;#227;o da competitividade do etanol.&lt;/p&gt;</description>
				<dc:date>2013-05-15</dc:date>
			</item>
		
						
			<item>
				<title>100 quil&amp;#244;metros pela conserva&amp;#231;&amp;#227;o da savana brasileira</title>
				<link>http://www.wwf.org.br/informacoes/?uNewsID=34903</link>
				<description>&lt;a href=&quot;http://www.wwf.org.br/informacoes/?uNewsID=34903&quot;&gt;&lt;img src=&quot;http://d3nehc6yl9qzo4.cloudfront.net/img/wwf_aig_20130420_43576_49012.jpg&quot; width=&quot;146&quot; height=&quot;97&quot; alt=&quot;Os &quot;pandas&quot; que enfrentaram 100 quil&amp;#244;metros de pedal atrav&amp;#233;s do Cerrado&lt;br /&gt;&amp;copy;&amp;nbsp;WWF-Brasil / Eduardo Aigner&quot; border=&quot;0&quot; align=&quot;left&quot; hspace=&quot;4&quot; vspace=&quot;2&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;por Aldem Bourscheit&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Reconhecido como maior evento de seu g&amp;#234;nero no pa&amp;#237;s, o &lt;em&gt;Desafiando Limites&lt;/em&gt; reuniu este ano mais de 1.500 pessoas, entre ciclistas, volunt&amp;#225;rios e organizadores. O WWF-Brasil esteve presente na cicloviagem de 100 quil&amp;#244;metros por estradas de terra e trilhas entre as cidades goianas de Santo Ant&amp;#244;nio do Descoberto e Piren&amp;#243;polis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apoiamos a &quot;pedalada&quot; com divulga&amp;#231;&amp;#227;o &amp;#224; imprensa e cobertura fotogr&amp;#225;fica, produ&amp;#231;&amp;#227;o de banners de incentivo aos atletas e &amp;#224; conserva&amp;#231;&amp;#227;o do Cerrado e, ainda,&amp;#160;facilitando a participa&amp;#231;&amp;#227;o de 14 destemidos pandas. Eles enfrentaram o trajeto vestindo uma camiseta desenhada especialmente para ciclistas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O evento acontece h&amp;#225; quase uma d&amp;#233;cada e a cada edi&amp;#231;&amp;#227;o vem melhorando sua infraestrutura de transporte, sa&amp;#250;de e mec&amp;#226;nica especializada. Este ano foram usadas 6 ambul&amp;#226;ncias, 15 motos, 3 carros de apoio, 50 r&amp;#225;dios e 1 telefone operando por sat&amp;#233;lite. Tamb&amp;#233;m foram consumidos 4 mil litros de &amp;#225;gua, 1.500 quilos de gelo, 1.200 quilos de melancia, 250 quilos de batata, mil quilos de mexerica e banana e 500 litros de refrigerante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tudo isso para que os participantes busquem com seguran&amp;#231;a a pr&amp;#243;pria supera&amp;#231;&amp;#227;o, cobrindo uma dist&amp;#226;ncia considerada longa por ciclistas iniciantes. Desafiadores de 14 estados brasileiros e at&amp;#233; do Exterior estiveram presentes na cicloviagem, realizada em 20 de abril.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A organiza&amp;#231;&amp;#227;o do evento&amp;#160;vem oferecendo vagas gratuitas a membros do projeto &lt;em&gt;Deficiente Visual na Trilha&lt;/em&gt;. A a&amp;#231;&amp;#227;o de ciclistas volunt&amp;#225;rios de Bras&amp;#237;lia divide bicicletas duplas (tandem) com deficientes visuais.&amp;#160;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Al&amp;#233;m da supera&amp;#231;&amp;#227;o individual e da difus&amp;#227;o do uso da bicicleta como meio de transporte e lazer proporcionadas pela atividade, ela valoriza paisagens e ambientes t&amp;#237;picos do Cerrado, uma das forma&amp;#231;&amp;#245;es mais amea&amp;#231;adas do Brasil pelo avan&amp;#231;o desregrado da fronteira produtiva. Metade de sua vegeta&amp;#231;&amp;#227;o original est&amp;#225; perdida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Sustentabilidade -&lt;/strong&gt; As pr&amp;#243;ximas edi&amp;#231;&amp;#245;es do Desafiando Limites j&amp;#225; n&amp;#227;o contar&amp;#227;o com copos pl&amp;#225;sticos e, junto do WWF-Brasil, ser&amp;#227;o avaliadas maneiras para que sejam compensadas as emiss&amp;#245;es de gases de efeito estufa e destinados de forma mais correta os res&amp;#237;duos recicl&amp;#225;veis gerados pela atividade, entre outras medidas de cunho socioambiental.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Confira no atalho ao lado uma sele&amp;#231;&amp;#227;o de fotos do &lt;em&gt;Desafiando Limites 2013&lt;/em&gt; e abaixo alguns depoimentos de quem enfrentou os 100 quil&amp;#244;metros de Cerrado.&amp;#160;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;#160;&lt;img width=&quot;130&quot; height=&quot;118&quot; align=&quot;left&quot; alt=&quot;&quot; src=&quot;http://d3nehc6yl9qzo4.cloudfront.net/img/original/danilo.jpg&quot; /&gt;&lt;strong&gt;Danilo Henrique Santos Costa, Assistente Administrativo &amp;#8211;&lt;/strong&gt; Foi um momento &amp;#250;nico que realmente ficou marcado na minha vida, a cada curva, a cada quil&amp;#244;metro cumprido uma sensa&amp;#231;&amp;#227;o &amp;#250;nica, vendo que cada pessoa tem seu limite e &amp;#233; capaz de desafiar o mesmo e chegar ao desgaste m&amp;#225;ximo com sorriso no rosto e sentimento de dever cumprido. Podemos observar que cada participante tinha sua meta, onde o importante era cumprir o que seu corpo lhe permitisse. Fiz os 40 quil&amp;#244;metros mais longos de minha vida, por&amp;#233;m os mais desafiadores, emocionantes. Tenho certeza que na pr&amp;#243;xima vou mais preparado e capaz de superar ainda mais os limites do meu corpo e mente. Ou seja, obter o equil&amp;#237;brio necess&amp;#225;rio para a prova! Um grande abra&amp;#231;o aos amigos &quot;pandaleiros&quot;!&amp;#160; &lt;br /&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;img width=&quot;130&quot; height=&quot;147&quot; align=&quot;left&quot; alt=&quot;&quot; src=&quot;http://d3nehc6yl9qzo4.cloudfront.net/img/original/joyce_brandao.jpg&quot; /&gt;&lt;strong&gt;Joyce Brand&amp;#227;o, Analista de Conserva&amp;#231;&amp;#227;o do Programa Agricultura&lt;/strong&gt; - Participar do DL n&amp;#227;o foi simplesmente uma cicloviagem e as palavras s&amp;#227;o dif&amp;#237;ceis para descrever as sensa&amp;#231;&amp;#245;es, pode at&amp;#233; parecer um texto de auto-ajuda, mas a sensa&amp;#231;&amp;#227;o de me superar e de sentir na pele, no corpo e em todos os m&amp;#250;sculos do corpo que fui capaz e que a mente &amp;#233; fundamental no percurso, &amp;#233; algo realmente &amp;#250;nico e diferente para cada um. Foi uma viagem sozinha, viagem no Cerrado. Assim, que eu me senti o tempo inteiro, sozinha mas protegida e acompanhada. A organiza&amp;#231;&amp;#227;o estava perfeita o que me deu muita seguran&amp;#231;a durante o percurso. Cheguei com o sentimento de um desafio meu que foi cumprido, de conhecer meu corpo e a minha capacidade f&amp;#237;sica e descobrir o quanto &amp;#233; delicioso pegar o vento na cara no correr com a bike, de chegar ao topo e olhar para tr&amp;#225;s e ver a subida que eu subi. Assim, tamb&amp;#233;m &amp;#233; o dia-a-dia dessa nossa vida!&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;#160;&lt;img width=&quot;130&quot; height=&quot;118&quot; align=&quot;left&quot; alt=&quot;&quot; src=&quot;http://d3nehc6yl9qzo4.cloudfront.net/img/original/pedro.jpg&quot; /&gt;&lt;strong&gt;Pedro Marques Teixeira, Consultor de Viagens-&lt;/strong&gt; Desde o convite do Panda aos terceirizados, muita agonia e ansiedade, pois me comprometi com uma distancia jamais percorrida de bicicleta por mim, de 100 quil&amp;#244;metros. Tentei prepara&amp;#231;&amp;#245;es em corridas, pedaladas e regimes para os joelhos sustentarem a empreitada. V&amp;#233;spera do evento era tamanho o nervosismo que me esqueci de levar todos os equipamentos necess&amp;#225;rios, como alimento para repor energias. Sai de casa muito cedo, &amp;#224;s 3 da madrugada. Aquela noite, praticamente n&amp;#227;o dormi. J&amp;#225; em Santo Ant&amp;#244;nio do Descoberto, a anima&amp;#231;&amp;#227;o dos participantes foi me contagiando. Nunca vi tanta bicicleta reunida em um s&amp;#243; lugar, com muitas bikes top de linha. Percurso iniciado. Alegria, emo&amp;#231;&amp;#227;o, medo e disposi&amp;#231;&amp;#227;o se misturavam e me envolviam. Tudo se resumia em pedalar para chegar em Piren&amp;#243;polis. Tive contratempos em virtude de meu despreparo, por&amp;#233;m pedalei e orei muito pra chegar ao destino final ainda de dia. Consegui! &amp;#192;s 17h30min peguei minha medalha na chegada. Muito obrigado meu Deus e ao Panda.&lt;br /&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;img width=&quot;130&quot; height=&quot;118&quot; align=&quot;left&quot; alt=&quot;&quot; src=&quot;http://d3nehc6yl9qzo4.cloudfront.net/img/original/herlon.jpg&quot; /&gt; &lt;strong&gt;Herlon Santos Lira, Assistente de Finan&amp;#231;as&lt;/strong&gt; - Pra mim foi realmente um &quot;Desafiando Limites&quot;. Pude ver que tudo o que quero, com um pouco mais de foco, esfor&amp;#231;o e determina&amp;#231;&amp;#227;o, posso alcan&amp;#231;ar! Fiquei muito feliz em cumprir minha meta de finalizar os 100 quil&amp;#244;metros pedalando em asfalto, trilhas empoeiradas, pedras, areia, descidas, muuuitas subidas e muito calor. Muito obrigado ao incentivo do WWF-Brasil.&lt;br /&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;#160;&lt;img width=&quot;130&quot; height=&quot;118&quot; align=&quot;left&quot; alt=&quot;&quot; src=&quot;http://d3nehc6yl9qzo4.cloudfront.net/img/original/luiz_coltro.jpg&quot; /&gt;&lt;strong&gt;Luiz Ant&amp;#244;nio Coltro J&amp;#250;nior, Analista de Conserva&amp;#231;&amp;#227;o do Programa Amaz&amp;#244;nia&lt;/strong&gt; - Participar deste desafio pela primeira vez foi uma experi&amp;#234;ncia muito enriquecedora e motivadora. O desafio de completar uma dist&amp;#226;ncia relativamente incomum de bicicleta, passando por estradas sem asfalto e trilhas com subidas e descidas bem pronunciadas foi bem interessante. A cada nova subida ou trecho de longos aclives era necess&amp;#225;rio redobrar o pacto comigo mesmo de n&amp;#227;o desistir, de dar mais uma pedalada, de respirar e tentar recolocar os pulm&amp;#245;es para dentro, mesmo quando eles queriam saltar pra fora. A alegria de conquistar mais uma subida &amp;#237;ngreme, a adrenalina de mais uma descida acentuada, a aten&amp;#231;&amp;#227;o redobrada em trechos t&amp;#233;cnicos tornam esta cicloviagem realmente um desafio a ser vencido. E o mais interessante &amp;#233; que n&amp;#227;o se tratava de uma competi&amp;#231;&amp;#227;o entre os participantes, mas uma competi&amp;#231;&amp;#227;o com nossos pr&amp;#243;prios limites, nossas capacidades de tolerar o calor, a exaust&amp;#227;o, a sede. A chegada &amp;#233; realmente um momento de explos&amp;#227;o de sentimentos, um compartilhamento de alegrias, em que todos os desafiantes se reconhecem e se congratulam por terem superados estas dificuldades. Recomendo fortemente como terapia e atividade motivacional.&amp;#160;&lt;br /&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;img width=&quot;130&quot; height=&quot;196&quot; align=&quot;left&quot; alt=&quot;&quot; src=&quot;http://d3nehc6yl9qzo4.cloudfront.net/img/original/julio_cesar_.jpg&quot; /&gt;&lt;strong&gt;J&amp;#250;lio C&amp;#233;sar Sampaio da Silva, Analista de Conserva&amp;#231;&amp;#227;o do Programa Cerrado-Pantanal&lt;/strong&gt; - Apesar de n&amp;#227;o ser um grande esportista sempre curti muito atividades em &amp;#225;reas abertas e desde que inicial meus trabalhos no Panda venho tentando colocar isso mais em pr&amp;#225;tica. Pedalar foi cada vez mais incentivado pelo movimento de alguns colegas bikers. Por fim, aposentei minha velha Caloi e adquiri uma nova bike, melhor adaptada para as novas aventuras. Estre&amp;#225;-la na grande aventura do Desafiando Limites 2013 foi uma experi&amp;#234;ncia &amp;#250;nica, pois n&amp;#227;o me considerava % preparado para o desafio. Por isso, busquei pedalar o m&amp;#225;ximo poss&amp;#237;vel durante os meses que antecederam o DL, mesmo com todas as viagens e outros compromissos. No grande dia, partimos para o ponto zero, 14 pandas de diferentes bitolas. Apesar de n&amp;#227;o ser uma corrida, cada um foi achando seu ritmo ao longo dos quil&amp;#244;metros. Quanta empolga&amp;#231;&amp;#227;o ao vencer os primeiros 20 quil&amp;#244;metros e encontrar amigos no primeiro ponto de apoio. Hidratado e alimentado, ao sair j&amp;#225; senti que os 80 quil&amp;#244;metros seguintes seriam de muito suor e supera&amp;#231;&amp;#227;o. Pegando a primeira subida mais forte, num descuido fui ao ch&amp;#227;o gra&amp;#231;as aos p&amp;#233;s presos aos pedais (&quot;sapatilha n&amp;#227;o &amp;#233; coisa de Deus, n&amp;#227;o!&quot; algu&amp;#233;m comentou). Cheguei aos 40 quil&amp;#244;metros em boas condi&amp;#231;&amp;#245;es, mas adiante descobriria que a trilha &amp;#233; melhor para quem tem gana de chegar. Nos 50 quil&amp;#244;metros vieram as c&amp;#227;ibras, que se tornaram quase insuport&amp;#225;veis nos trechos seguintes. Qualquer esfor&amp;#231;o para pedalar resultava em fortes dores e na paralisia das pernas. Praticamente me arrastando e com o apoio de novos amigos que surgiam para dar apoio moral, ajudar com alongamento ou oferecendo relaxantes musculares, c&amp;#225;psulas de sal e amino&amp;#225;cido, cheguei ao Ponto de Apoio 3 com a certeza de que ali o desafio acabaria para mim. Bebi, comi e descansei. Alonguei ainda mais na tentativa de afastar o fantasma das c&amp;#227;ibras, sentindo-me melhor a cada minuto. Contudo, na primeira pedalada o fantasma voltou. Parei, respirei e pensei: Fico por aqui... Esperei pelo resgate que em sua primeira passagem veio cheio como o Grande Circular no fim da tarde de Bras&amp;#237;lia. Minutos se passaram e nada de resgate. Sendo assim, resolvi me desafiar uma vez mais. Afinal, se estivesse sozinho e sem apoio teria que sair daquela situa&amp;#231;&amp;#227;o com minhas pr&amp;#243;prias pernas, literalmente. Subi na bike e segui. Incrivelmente a mandinga autosugestiva funcionou e as c&amp;#227;ibras sumiram, mesmo nas subidas. Al&amp;#233;m da disposi&amp;#231;&amp;#227;o f&amp;#237;sica, recuperei o &amp;#226;nimo para a aventura. Chegando ao ponto de apoio em Corumb&amp;#225;, &amp;#250;ltima parada programada, permaneci tempo suficiente para fazer um bom alongamento, me hidratar, comer duas mexericas e concluir que se eu quisesse chegar com luz em Piren&amp;#243;polis, deveria sair naquela hora. Confesso que foi o trecho mais f&amp;#225;cil do pedal e tamb&amp;#233;m o que eu mais aproveitei em termos de paisagem. Cheguei ao fim da saga ap&amp;#243;s 11h20min. Uma vit&amp;#243;ria, uma supera&amp;#231;&amp;#227;o de limites! Ao final, tive uma profunda compreens&amp;#227;o sobre o qu&amp;#227;o forte podemos ser quando estamos focados num objetivo e motivados a isso.&amp;#160;&amp;#160;&lt;br /&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;img width=&quot;130&quot; height=&quot;118&quot; align=&quot;left&quot; alt=&quot;&quot; src=&quot;http://d3nehc6yl9qzo4.cloudfront.net/img/original/alexandre_augusto.jpg&quot; /&gt;&lt;strong&gt;Alexandre Augusto, Analista de Conte&amp;#250;do Web&lt;/strong&gt; - Uma cicloviagem de 100km, por estradas de terra e trilhas, no planalto central do Brasil. Essa foi a ideia proposta no Desafiando Limites, e o nome n&amp;#227;o poderia ser mais adequado. Mesmo sendo um ciclista h&amp;#225; anos &amp;#8211; utilizo a bicicleta como meio de transporte di&amp;#225;rio para o trabalho &amp;#8211; sabia que a empreitada n&amp;#227;o seria f&amp;#225;cil. Ent&amp;#227;o me preparei bem para a pedalada, come&amp;#231;ando pela realiza&amp;#231;&amp;#227;o de uma revis&amp;#227;o completa de minha bicicleta, e treinos aos finais de semana utilizando principalmente a ciclovia da Marginal Pinheiros, em S&amp;#227;o Paulo, que tem estrutura e seguran&amp;#231;a para pedalar sossegado e assim foi poss&amp;#237;vel melhorar meu condicionamento f&amp;#237;sico para encarar longas dist&amp;#226;ncias. Chegado o grande dia, foi muito estimulante ver toda a anima&amp;#231;&amp;#227;o das centenas de participantes! Ali&amp;#225;s, esta energia foi crucial ao longo do trajeto, pois nos momentos mais dif&amp;#237;ceis &amp;#8211; nas famigeradas ladeiras, algumas muito &amp;#237;ngremes - era sempre estimulante ouvir as palavras de incentivo de outros ciclistas. E as hist&amp;#243;rias dos participantes tamb&amp;#233;m eram inspiradoras, especialmente de um grupo de deficientes visuais, que participaram da cicloviagem em bicicletas duplas, em parcerias com pessoas que enxergavam. Conclui a prova em 10 horas, sob o Sol ainda forte, cansado mas muito feliz por ter conseguido terminar bem. A chegada na simp&amp;#225;tica Piren&amp;#243;polis tamb&amp;#233;m ajuda muito! E n&amp;#227;o posso deixar de comentar sobre a excelente organiza&amp;#231;&amp;#227;o, com postos de apoio bem estruturados com alimentos e l&amp;#237;quidos em abund&amp;#226;ncia, ambul&amp;#226;ncias e equipes sempre presentes nos trechos mais perigosos e motocicletas prestando aux&amp;#237;lio mec&amp;#226;nico para quem precisava ao longo do percurso. Ficou um gostinho de quero mais na alma. Que venham outras atividades dessas!&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;img width=&quot;130&quot; align=&quot;left&quot; alt=&quot;&quot; src=&quot;http://d3nehc6yl9qzo4.cloudfront.net/img/original/max_schaefer_1.jpg&quot; /&gt;&lt;strong&gt;Maximiliano Matos Schaefer, Superintendente de Administra&amp;#231;&amp;#227;o e Finan&amp;#231;as&lt;/strong&gt; - O desafiando limites foi minha primeira experi&amp;#234;ncia em longos percursos e fiquei muito satisfeito com meu desempenho, onde consegui experimentar uma sensa&amp;#231;&amp;#227;o de mistura entre aventura, desafio e contato pleno com a natureza exuberante do cerrado brasileiro. Nossa equipe foi bastante ecl&amp;#233;tica e participativa, com integrantes das diversas &amp;#225;reas do WWF, todos com muita alegria, perseveran&amp;#231;a e lealdade demonstrados claramente nos rostos aventureiros desses pandas no decorrer de seus 100 km de aventura. Quando minha bike apresentou problemas, a turma da organiza&amp;#231;&amp;#227;o da prova avisou imediatamente no r&amp;#225;dio para tentarmos leva-la ao ponto de apoio mais pr&amp;#243;ximo na expectativa de consertarmos para continuar o percurso, como estava a cerca de 2km do ponto de apoio optei em ir andando pois chegaria primeiro que a Van de transporte, por&amp;#233;m um dos integrantes da equipe panda ficou sabendo do imprevisto e imediatamente voltou para ajudar, me acompanhando at&amp;#233; o pr&amp;#243;ximo ponto de apoio.Infelizmente n&amp;#227;o houve conserto, e tive que completar o restante da prova motorizado na Van, mas para minha felicidade no decorrer do caminho presenciei algumas situa&amp;#231;&amp;#245;es bacanas al&amp;#233;m da linda paisagem, como por exemplo alguns quil&amp;#244;metros a frente um  panda atleta com problema em sua bicicleta parado &amp;#224; beira do rio e acompanhado de outro membro da equipe panda at&amp;#233; a entrega da Bike na Van, certificando-se que esse estava bem e que ficaria bem.Quil&amp;#244;metros a frente avistei dois companheiros pandas em um dos Ponto de Apoio, sendo que um deles estava com problema na bike e desistindo da prova, nesse momento presenciei as palavras motivadoras de outro integrante panda encorajando-o a continuar e se propondo a acompanha-lo, caso a bike estragasse completamente. Para nossa felicidade esses dois pandas atletas conclu&amp;#237;ram a prova, mesmo com toda  dificuldade.Mais do que um  evento &amp;#233; uma experi&amp;#234;ncia de vida indiferente de seus limites e de quem chega primeiro ou em &amp;#250;ltimo, por isso realmente fiquei feliz por minha bike ter quebrado, pois foi atrav&amp;#233;s desse fato que consegui presenciar as atitudes de uma equipe cooperativa, engajada em ajudar o pr&amp;#243;ximo, humana e companheira, a qual tenho muito orgulho de fazer parte.&lt;/p&gt;</description>
				<dc:date>2013-05-13</dc:date>
			</item>
		
						
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				<title>Parceria t&amp;#233;cnica com a Embrapa ser&amp;#225; ampliada</title>
				<link>http://www.wwf.org.br/informacoes/?uNewsID=34902</link>
				<description>&lt;a href=&quot;http://www.wwf.org.br/informacoes/?uNewsID=34902&quot;&gt;&lt;img src=&quot;http://d3nehc6yl9qzo4.cloudfront.net/img/reuniao_embrapa_wwf_09052013_48992.jpg&quot; width=&quot;146&quot; height=&quot;110&quot; alt=&quot;Reuni&amp;#227;o definiu passos para amplia&amp;#231;&amp;#227;o de parceria entre WWF-Brasil e Embrapa&lt;br /&gt;&amp;copy;&amp;nbsp;Embrapa / Marcos Esteves&quot; border=&quot;0&quot; align=&quot;left&quot; hspace=&quot;4&quot; vspace=&quot;2&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;por WWF-Brasil*&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Durante&amp;#160;encontro&amp;#160;realizado na &amp;#250;ltima semana, dirigentes e t&amp;#233;cnicos do&amp;#160;WWF-Brasil e da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecu&amp;#225;ria (Embrapa)&amp;#160;debateram&amp;#160;a amplia&amp;#231;&amp;#227;o da parceria t&amp;#233;cnica entre as entidades, em vigor h&amp;#225; cinco anos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&quot;A inten&amp;#231;&amp;#227;o &amp;#233; continuar e ampliar a coopera&amp;#231;&amp;#227;o. Embrapa e WWF-Brasil possuem agendas complementares e existe o interesse na renova&amp;#231;&amp;#227;o do acordo para intensificar a parceria em temas como preserva&amp;#231;&amp;#227;o do Cerrado, pecu&amp;#225;ria na Amaz&amp;#244;nia, redu&amp;#231;&amp;#227;o das emiss&amp;#245;es de gases de efeito estufa na agricultura e at&amp;#233; coopera&amp;#231;&amp;#227;o internacional&quot;, explicou o superintendente de Conserva&amp;#231;&amp;#227;o do WWF-Brasil, Mauro Armelin.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na ocasi&amp;#227;o, o WWF-Brasil resumiu a&amp;#231;&amp;#245;es e produtos da parceria, que teve suas primeiras atividades em 1998, como capacita&amp;#231;&amp;#245;es para&amp;#160;desenvolvimento e qualifica&amp;#231;&amp;#227;o de produtos da Amor Peixe,&amp;#160;associa&amp;#231;&amp;#227;o de mulheres de Corumb&amp;#225; (MS). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outros frutos foram as cartilhas sobre boas pr&amp;#225;ticas produtivas associadas &amp;#224; conserva&amp;#231;&amp;#227;o do Cerrado e do Pantanal, o levantamento da cobertura vegetal da Bacia do Alto Paraguai, as certifica&amp;#231;&amp;#245;es de&amp;#160; fazendas pantaneiras para pecu&amp;#225;ria org&amp;#226;nica&amp;#160;e outras iniciativas semelhantes com o&amp;#160;Programa &amp;#193;gua Brasil - desenvolvido pela Funda&amp;#231;&amp;#227;o Banco do Brasil, Ag&amp;#234;ncia Nacional de &amp;#193;guas, Banco do Brasil&amp;#160;e&amp;#160;WWF-Brasil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para&amp;#160;Mauro Armelin, essas iniciativas s&amp;#227;o exemplos do sucesso e de novas possibilidades a partir da parceria entre com a Embrapa. &quot;As cartilhas&amp;#160;t&amp;#234;m excelente aceita&amp;#231;&amp;#227;o pelo p&amp;#250;blico e a pecu&amp;#225;ria org&amp;#226;nica no Pantanal &amp;#233; outro exemplo interessante de trabalho conjunto&quot;, disse o&amp;#160;superintendente de Conserva&amp;#231;&amp;#227;o do WWF-Brasil.&amp;#160;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Conforme o presidente da Embrapa, Maur&amp;#237;cio Lopes, a&amp;#160;empresa est&amp;#225; engajada no processo de levar mais sustentabilidade &amp;#224;&amp;#160;agricultura e tem conhecimento para promover uma transforma&amp;#231;&amp;#227;o no setor. &quot;A Embrapa &amp;#233; uma empresa consciente de que os conceitos de desenvolvimento e sustentabilidade s&amp;#227;o sin&amp;#233;rgicos. &amp;#201; perfeitamente poss&amp;#237;vel gerar benef&amp;#237;cios econ&amp;#244;micos com a sustentabilidade social e dos ambientes&quot;, frisou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tamb&amp;#233;m participaram da reuni&amp;#227;o (foto) o diretor-executivo de Pesquisa e Desenvolvimento da Embrapa, Ladislau Martin Neto, o chefe da Secretaria de Rela&amp;#231;&amp;#245;es Internacionais da Embrapa, M&amp;#225;rcio Porto, os chefes-gerais da Embrapa Pantanal, Emiko Resende, e da Embrapa Cerrados, Jos&amp;#233; Roberto Peres, al&amp;#233;m dos analistas do Programa Cerrado-Pantanal do WWF-Brasil, Ivens Domingos e J&amp;#250;lio Cesar Sampaio da Silva. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;* com informa&amp;#231;&amp;#245;es da Embrapa&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;</description>
				<dc:date>2013-05-13</dc:date>
			</item>
		
						
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				<title>Entidades cobram planos setoriais sobre mudan&amp;#231;as do clima</title>
				<link>http://www.wwf.org.br/informacoes/?uNewsID=34883</link>
				<description>&lt;a href=&quot;http://www.wwf.org.br/informacoes/?uNewsID=34883&quot;&gt;&lt;img src=&quot;http://d3nehc6yl9qzo4.cloudfront.net/img/global_warming_drawing_48956.jpg&quot; width=&quot;146&quot; height=&quot;112&quot; alt=&quot;A revis&amp;#227;o do Plano Nacional de Mudan&amp;#231;as Clim&amp;#225;ticas deve ser objetiva e &amp;#250;til &amp;#224; sociedade&lt;br /&gt;&amp;copy;&amp;nbsp;WWF&quot; border=&quot;0&quot; align=&quot;left&quot; hspace=&quot;4&quot; vspace=&quot;2&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;por WWF-Brasil* &lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entidades civis cobraram hoje (9) do Governo Federal a apresenta&amp;#231;&amp;#227;o dos planos para mitiga&amp;#231;&amp;#227;o e adapta&amp;#231;&amp;#227;o &amp;#224;s mudan&amp;#231;as clim&amp;#225;ticas dos setores de Ind&amp;#250;stria, dos Transportes, da Sa&amp;#250;de, e da Minera&amp;#231;&amp;#227;o, e pediram que a revis&amp;#227;o do Plano Nacional da &amp;#225;rea, de 2008, traga metas e a&amp;#231;&amp;#245;es concretas contra o problema. Os planos setoriais deveriam ter sido publicados em abril do ano passado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A mobiliza&amp;#231;&amp;#227;o contou com carta entregue &amp;#224; Casa Civil (confira no atalho ao lado) e&amp;#160;participa&amp;#231;&amp;#227;o em&amp;#160;uma audi&amp;#234;ncia p&amp;#250;blica na C&amp;#226;mara dos Deputados, com representantes da Frente Parlamentar Ambientalista e&amp;#160;da Comiss&amp;#227;o Mista de Mudan&amp;#231;as Clim&amp;#225;ticas.&amp;#160;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo Carlos Rittl, coordenador do programa de Mudan&amp;#231;as Clim&amp;#225;ticas e Energia do WWF-Brasil, o Observat&amp;#243;rio do Clima (OC) e o F&amp;#243;rum Brasileiro de ONGs e Movimentos Sociais (FBOMS) est&amp;#227;o muito preocupados com a revis&amp;#227;o do Plano Nacional e aguardam mais informa&amp;#231;&amp;#245;es para avaliar seu conte&amp;#250;do.&amp;#160;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&quot;Um artista n&amp;#227;o pode fazer uma cr&amp;#237;tica a uma obra de arte sem antes ver toda a obra. N&amp;#243;s n&amp;#227;o nos consideramos capazes de fazer uma reflex&amp;#227;o sobre o conte&amp;#250;do do Plano, j&amp;#225; que n&amp;#227;o temos os elementos m&amp;#237;nimos para isso&quot;, concluiu. Rittl&amp;#160;representou as duas redes na audi&amp;#234;ncia p&amp;#250;blica. Elas re&amp;#250;nem cerca de 700 organiza&amp;#231;&amp;#245;es da sociedade civil brasileira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No in&amp;#237;cio de abril, o Observat&amp;#243;rio do Clima h&amp;#225; havia encaminhado dois documentos, um para a Presidente Dilma Rousseff e outro para a Casa Civil, cobrando a divulga&amp;#231;&amp;#227;o da vers&amp;#227;o final dos planos setoriais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&quot;O Plano de 2008 foi um passo importante, mas foi elaborado quando ainda n&amp;#227;o t&amp;#237;nhamos uma Pol&amp;#237;tica de Mudan&amp;#231;as Clim&amp;#225;ticas. Ele n&amp;#227;o nos levar&amp;#225; a um desenvolvimento de baixo carbono, n&amp;#227;o trouxe inova&amp;#231;&amp;#245;es. Tamb&amp;#233;m n&amp;#227;o tem metas, apenas objetivos espec&amp;#237;ficos, como acabar com a perda l&amp;#237;quida de florestas at&amp;#233; 2015&quot;, afirmou Rittl, do WWF-Brasil. &quot;Queremos ajustes significativos para que a revis&amp;#227;o seja objetiva e &amp;#250;til &amp;#224; sociedade civil&quot;, completou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na audi&amp;#234;ncia, a representante do Minist&amp;#233;rio do Meio Ambiente, Karen Cope, informou que os planos est&amp;#227;o conclu&amp;#237;dos, aprovados e ser&amp;#227;o &quot;lan&amp;#231;ados pela Presid&amp;#234;ncia da Rep&amp;#250;blica em reuni&amp;#227;o com o F&amp;#243;rum Brasileiro de Mudan&amp;#231;as Clim&amp;#225;ticas&quot;. &quot;O n&amp;#227;o lan&amp;#231;amento n&amp;#227;o impediu avan&amp;#231;os na implementa&amp;#231;&amp;#227;o dos planos. O plano da Ind&amp;#250;stria, por exemplo, tem comiss&amp;#227;o t&amp;#233;cnica instalada e tem tido debates de alt&amp;#237;ssima qualidade&quot;, disse.&amp;#160;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ela pediu que o OC e o FBOMs revissem a posi&amp;#231;&amp;#227;o de n&amp;#227;o comentar o conte&amp;#250;do do plano. &quot;Entendo a posi&amp;#231;&amp;#227;o de aguardar os planos setoriais (para comentar o conte&amp;#250;do do Plano). Mas n&amp;#227;o termos o subs&amp;#237;dio e a participa&amp;#231;&amp;#227;o de voc&amp;#234;s ser&amp;#225; prejudicial para o processo&quot;, afirmou.&amp;#160;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tamb&amp;#233;m participam Neilton Fidelis da Silva, assessor no F&amp;#243;rum Brasileiro de Mudan&amp;#231;as Clim&amp;#225;ticas; Gustavo Luedemann, coordenador-Geral de Mudan&amp;#231;as Globais de Clima do Minist&amp;#233;rio da Ci&amp;#234;ncia, Tecnologia e Inova&amp;#231;&amp;#227;o, al&amp;#233;m de outros representantes do Minist&amp;#233;rio do Meio Ambiente e da Casa Civil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;* com informa&amp;#231;&amp;#245;es da SOS Mata&amp;#160;Atl&amp;#226;ntica e do&amp;#160;Observat&amp;#243;rio do Clima&lt;/em&gt;</description>
				<dc:date>2013-05-09</dc:date>
			</item>
		
						
			<item>
				<title>WWF-Brasil lan&amp;#231;a blog sobre Unidades de Conserva&amp;#231;&amp;#227;o</title>
				<link>http://www.wwf.org.br/informacoes/?uNewsID=34882</link>
				<description>&lt;a href=&quot;http://www.wwf.org.br/informacoes/?uNewsID=34882&quot;&gt;&lt;img src=&quot;http://d3nehc6yl9qzo4.cloudfront.net/img/web_114350_44481.jpg&quot; width=&quot;146&quot; height=&quot;97&quot; alt=&quot;Vista a&amp;#233;rea do Parque Nacional Montanhas do Tumucumaque, Amap&amp;#225;.&lt;br /&gt;&amp;copy;&amp;nbsp;&amp;#169; Zig Koch / WWF&quot; border=&quot;0&quot; align=&quot;left&quot; hspace=&quot;4&quot; vspace=&quot;2&quot; /&gt;&lt;/a&gt;Como forma de estabelecer uma comunica&amp;#231;&amp;#227;o ainda mais pr&amp;#243;xima com a sociedade, o WWF-Brasil, lan&amp;#231;a hoje, 9 de maio, o blog &quot;Para Falar de Unidades de Conserva&amp;#231;&amp;#227;o (UCs)&quot;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dispon&amp;#237;vel no endere&amp;#231;o &lt;a href=&quot;http://observatorio.wwf.org.br/blog/&quot;&gt;http://observatorio.wwf.org.br/blog/&lt;/a&gt;, esta nova plataforma ir&amp;#225; explicar e informar, a partir de uma linguagem leve e did&amp;#225;tica, a import&amp;#226;ncia e o papel das Unidades de Conserva&amp;#231;&amp;#227;o (UCs) e os benef&amp;#237;cios que elas geram para a sociedade. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O blog ficar&amp;#225; hospedado no site do Observat&amp;#243;rio de Unidades de Conserva&amp;#231;&amp;#227;o e mostrar&amp;#225; hist&amp;#243;rias de sucesso, registros de amea&amp;#231;as, discuss&amp;#245;es de temas pol&amp;#234;micos e o que est&amp;#225; sendo debatido no mundo sobre unidades de conserva&amp;#231;&amp;#227;o em geral. Sua atualiza&amp;#231;&amp;#227;o ser&amp;#225; semanal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os primeiros posts abordar&amp;#227;o a forma como as UCs contribuem para a preserva&amp;#231;&amp;#227;o das florestas, al&amp;#233;m da redu&amp;#231;&amp;#227;o da pobreza e promo&amp;#231;&amp;#227;o de uma estabilidade social nas regi&amp;#245;es em que est&amp;#227;o localizadas. &lt;br /&gt;Hoje no Brasil, existem mais de 1.700 unidades de conserva&amp;#231;&amp;#227;o que ocupam uma &amp;#225;rea de 1,5 milh&amp;#245;es de quil&amp;#244;metros quadrados em todos os biomas do pa&amp;#237;s: Amaz&amp;#244;nia, Cerrado, Mata Atl&amp;#226;ntica, Caatinga, Pampa, Pantanal e Marinho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O Observat&amp;#243;rio&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Criado com o objetivo de reunir dados essenciais para o conhecimento, monitoramento e avalia&amp;#231;&amp;#227;o de Unidades de Conserva&amp;#231;&amp;#227;o no Brasil, o Observat&amp;#243;rio de Unidades de Conserva&amp;#231;&amp;#227;o celebrou, no &amp;#250;ltimo m&amp;#234;s de abril, seu primeiro ano de exist&amp;#234;ncia. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O site foi lan&amp;#231;ado pelo WWF-Brasil, em conjunto com institui&amp;#231;&amp;#245;es parceiras, e armazena informa&amp;#231;&amp;#245;es sobre 979 UCs p&amp;#250;blicas, sendo 669 estaduais e 310 federais. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Observat&amp;#243;rio permite ainda a gera&amp;#231;&amp;#227;o e sistematiza&amp;#231;&amp;#227;o de dados atualizados sobre as unidades de conserva&amp;#231;&amp;#227;o brasileiras, com a possibilidade de divulga&amp;#231;&amp;#227;o de documentos, publica&amp;#231;&amp;#245;es e fotos dessas &amp;#225;reas, al&amp;#233;m de relat&amp;#243;rios, an&amp;#225;lises, mapas e gr&amp;#225;ficos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Atualmente est&amp;#227;o dispon&amp;#237;veis no sistema mais de 390 documentos, 120 planos de manejo, 700 fotos e mais de 50 mil registros de esp&amp;#233;cies distribu&amp;#237;dos nas diversas &amp;#225;reas protegidas brasileiras.&lt;br /&gt;</description>
				<dc:date>2013-05-09</dc:date>
			</item>
		
						
			<item>
				<title>WWF-Brasil participa de audi&amp;#234;ncia p&amp;#250;blica  para cobrar do Governo efetividade na revis&amp;#227;o do Plano Nacional de mudan&amp;#231;as clim&amp;#225;ticas</title>
				<link>http://www.wwf.org.br/informacoes/?uNewsID=34862</link>
				<description>&lt;a href=&quot;http://www.wwf.org.br/informacoes/?uNewsID=34862&quot;&gt;&lt;img src=&quot;http://d3nehc6yl9qzo4.cloudfront.net/img/energia_wwf_canon__anton_vorauer_45369.jpg&quot; width=&quot;146&quot; height=&quot;96&quot; alt=&quot;WWF-Brasil, em parceria com organiza&amp;#231;&amp;#245;es da sociedade civil, participa de audi&amp;#234;ncia p&amp;#250;blica  para debater Plano Nacional sobre mudan&amp;#231;as clim&amp;#225;ticas&lt;br /&gt;&amp;copy;&amp;nbsp;WWF-Canon / Anton VORAUER &quot; border=&quot;0&quot; align=&quot;left&quot; hspace=&quot;4&quot; vspace=&quot;2&quot; /&gt;&lt;/a&gt;Bras&amp;#237;lia - DF - A Comiss&amp;#227;o de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustent&amp;#225;vel da C&amp;#226;mara dos Deputados realiza nesta quinta-feira, dia 09 de maio, audi&amp;#234;ncia p&amp;#250;blica para debater o processo de revis&amp;#227;o do Plano Nacional sobre Mudan&amp;#231;a do Clima.  As organiza&amp;#231;&amp;#245;es da sociedade civil, muito preocupadas com a efetividade deste processo, esperam que o Governo venha &amp;#224; audi&amp;#234;ncia para demonstrar que trata o tema de mudan&amp;#231;as clim&amp;#225;ticas de forma estrat&amp;#233;gica e para promover corre&amp;#231;&amp;#245;es neste processo de revis&amp;#227;o. Nesta quinta-feira, dia 9, os representantes destas organiza&amp;#231;&amp;#245;es encaminharam carta &amp;#224; ministra Gleisi Hoffmann, cobrando de seu minist&amp;#233;rio informa&amp;#231;&amp;#245;es e melhorias no processo de revis&amp;#227;o do Plano Nacional.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O decreto 7.390, de 9 de dezembro de 2010, que regulamentava a Pol&amp;#237;tica Nacional sobre Mudan&amp;#231;a do Clima, prev&amp;#234; a incorpora&amp;#231;&amp;#227;o dos planos setoriais de mitiga&amp;#231;&amp;#227;o e adapta&amp;#231;&amp;#227;o &amp;#224;s mudan&amp;#231;as clim&amp;#225;ticas ao Plano Nacional sobre Mudan&amp;#231;as Clim&amp;#225;ticas. Em reuni&amp;#227;o do F&amp;#243;rum Brasileiro de Mudan&amp;#231;as Clim&amp;#225;ticas (FBMC), realizada em 12 de mar&amp;#231;o de 2013, na cidade do Rio de Janeiro, foi dado in&amp;#237;cio a um processo de atualiza&amp;#231;&amp;#227;o do Plano Nacional sobre Mudan&amp;#231;a do Clima, sem que os Planos Setoriais tenham sido incorporados &amp;#224;quele Plano e tamb&amp;#233;m sem que alguns Planos Setoriais (siderurgia, ind&amp;#250;stria, transportes, minera&amp;#231;&amp;#227;o e sa&amp;#250;de) tenham sequer sido disponibilizados &amp;#224; sociedade brasileira em sua vers&amp;#227;o final.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Carlos Rittl, coordenador do programa de Mudan&amp;#231;as Clim&amp;#225;ticas e Energia do WWF-Brasil, ir&amp;#225; participar da mesa de debates representando o Observat&amp;#243;rio do Clima e o F&amp;#243;rum Brasileiro de ONGs e Movimentos Sociais, redes brasileiras de organiza&amp;#231;&amp;#245;es da sociedade civil que trabalham na agenda de mudan&amp;#231;as clim&amp;#225;ticas no pa&amp;#237;s. Eles esperam que o Governo d&amp;#234; respostas &amp;#224; sociedade, disponibilizando dos documentos para que seja poss&amp;#237;vel analis&amp;#225;-los e fazer recomenda&amp;#231;&amp;#245;es, que mostre os resultados dos 5 anos de vig&amp;#234;ncia do Plano Nacional. De acordo com Rittl, n&amp;#227;o h&amp;#225; como fazer uma revis&amp;#227;o do Plano Nacional sobre Mudan&amp;#231;a do Clima sem antes conhecer e analisar a vers&amp;#227;o final dos Planos Setoriais ainda n&amp;#227;o finalizados. &quot;O processo de revis&amp;#227;o proposto representa uma grande perda de oportunidade para o pa&amp;#237;s. E de recursos. Em vez de tornar o Plano Nacional em um elemento estrat&amp;#233;gico das pol&amp;#237;ticas de clima do pa&amp;#237;s, podemos estar perdendo tempo e desperdi&amp;#231;ando recursos que s&amp;#227;o preciosos e escassos&quot;, acrescentou. &quot;Ainda &amp;#233; poss&amp;#237;vel ao Governo corrigir este processo. &amp;#201; isto que esperamos como resultado deste debate&quot;, concluiu Rittl.&lt;br /&gt;</description>
				<dc:date>2013-05-08</dc:date>
			</item>
		
						
			<item>
				<title>WWF-Brasil comp&amp;#245;e grupo de pesquisadores para expedi&amp;#231;&amp;#227;o cient&amp;#237;fica no Tumucumaque</title>
				<link>http://www.wwf.org.br/informacoes/?uNewsID=34843</link>
				<description>&lt;a href=&quot;http://www.wwf.org.br/informacoes/?uNewsID=34843&quot;&gt;&lt;img src=&quot;http://d3nehc6yl9qzo4.cloudfront.net/img/monachilidium_lunum_48916.jpg&quot; width=&quot;146&quot; height=&quot;104&quot; alt=&quot;O gafanhoto Monachilidium lunum foi uma das esp&amp;#233;cies filmadas.&lt;br /&gt;&amp;copy;&amp;nbsp;Globo Rep&amp;#243;rter&quot; border=&quot;0&quot; align=&quot;left&quot; hspace=&quot;4&quot; vspace=&quot;2&quot; /&gt;&lt;/a&gt;O WWF-Brasil foi uma das organiza&amp;#231;&amp;#245;es convidadas pelo Globo Rep&amp;#243;rter, programa semanal da TV Globo, para compor a equipe de pesquisadores que desbravou as remotas florestas do Parque Nacional Montanhas do Tumucumaque (PNMT) em fevereiro deste ano. A reportagem, veiculada no &amp;#250;ltimo dia 26 de abril e liderada pela jornalista Claudia Gaigher, desvendou os mist&amp;#233;rios do maior Parque Nacional do Brasil e uma das maiores &amp;#225;reas de floresta tropical protegidas do mundo. O PNMT est&amp;#225; localizado numa por&amp;#231;&amp;#227;o da floresta amaz&amp;#244;nica bem peculiar, com caracter&amp;#237;sticas &amp;#250;nicas e ainda pouco conhecidas, na regi&amp;#227;o conhecida como escudo das Guianas, ao noroeste do estado do Amap&amp;#225;. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Luiz Coltro, ornit&amp;#243;logo e analista de conserva&amp;#231;&amp;#227;o do WWF-Brasil, recebeu o convite da Globo para integrar a expedi&amp;#231;&amp;#227;o pelo seu vasto conhecimento em aves e por conhecer bem de perto a regi&amp;#227;o. O pesquisador ajudou a fazer o plano de manejo do Parque e identificou cerca de 370 esp&amp;#233;cies de aves. &quot;Foi uma &amp;#243;tima oportunidade para conhecer melhor a rica biodiversidade do Parque, al&amp;#233;m de trabalhar em conjunto com pesquisadores de diversas &amp;#225;reas. Conseguimos encontrar esp&amp;#233;cies interessantes de animais&quot;, avaliou. Durante os seis dias de expedi&amp;#231;&amp;#227;o cient&amp;#237;fica, Luiz montou uma rede para surpreender as aves e encontrou esp&amp;#233;cies como o formigueiro-de-topete, o barbudo-pardo, o arapa&amp;#231;u e o uirapuru, o que possui o canto mais melodioso da floresta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desde 2011, o WWF-Brasil realiza, por meio do Projeto Ecosia, em parceria com o Instituto Chico Mendes de Conserva&amp;#231;&amp;#227;o da Biodiversidade (ICMBio), atividades de apoio &amp;#224; conserva&amp;#231;&amp;#227;o e implementa&amp;#231;&amp;#227;o de unidades de conserva&amp;#231;&amp;#227;o no Tumucumaque. Dentre as atividades est&amp;#227;o o apoio &amp;#224; divulga&amp;#231;&amp;#227;o dos planos de manejo das unidades de conserva&amp;#231;&amp;#227;o (UCs) da regi&amp;#227;o, capacita&amp;#231;&amp;#227;o e apoio &amp;#224;s reuni&amp;#245;es dos conselhos gestores e &amp;#224;s atividades de educa&amp;#231;&amp;#227;o ambiental desenvolvidas no entorno das UCs.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para ver a reportagem na TV, acesse o link ao lado. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;</description>
				<dc:date>2013-05-06</dc:date>
			</item>
		
						
			<item>
				<title>A&amp;#231;&amp;#227;o do WWF-Brasil contra o desmatamento ganha pr&amp;#234;mio internacional de publicidade</title>
				<link>http://www.wwf.org.br/informacoes/?uNewsID=34842</link>
				<description>&lt;a href=&quot;http://www.wwf.org.br/informacoes/?uNewsID=34842&quot;&gt;&lt;img src=&quot;http://d3nehc6yl9qzo4.cloudfront.net/img/campo_desmatado_48912.jpg&quot; width=&quot;146&quot; height=&quot;74&quot; alt=&quot;A&amp;#231;&amp;#227;o ganhou o pr&amp;#234;mio Ouro na categoria TV/Cine, subcategoria Bem P&amp;#250;blico no Fiap (Festival Iberoamericano de Publicidade)&lt;br /&gt;&amp;copy;&amp;nbsp;WWF-Brasil&quot; border=&quot;0&quot; align=&quot;left&quot; hspace=&quot;4&quot; vspace=&quot;2&quot; /&gt;&lt;/a&gt;Para mostrar que a cada quatro minutos uma &amp;#225;rea equivalente a um campo de futebol &amp;#233; desmatada no Brasil, o WWF-Brasil em parceria com a ag&amp;#234;ncia Grey 141 promoveu uma a&amp;#231;&amp;#227;o inusitada: durante a reprise de um jogo de futebol da sele&amp;#231;&amp;#227;o brasileira feminina pela TV Bandeirantes, o campo da partida mudou gradativamente a cor do gramado. Ao final do jogo, os telespectadores receberam a seguinte mensagem: &quot;A cada 4 minutos um campo de futebol &amp;#233; desmatado no Brasil. Entre no site (wwf.org.br) e saiba como ajudar. Depois do jogo, os acessos ao site aumentaram 73%. As pessoas est&amp;#227;o mais cientes do problema do desmatamento. E o Brasil ganhou dentro e fora do campo.&quot; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com 1&apos;47 de dura&amp;#231;&amp;#227;o, o filme &quot;Campo de Futebol&quot; foi desenvolvido exclusivamente para o Fiap (Festival Iberoamericano de Publicidade) e ganhou o pr&amp;#234;mio Ouro na categoria TV/Cine, subcategoria Bem P&amp;#250;blico. Postado no in&amp;#237;cio de abril no Youtube, registrou at&amp;#233; o momento mais de 208 mil visualiza&amp;#231;&amp;#245;es. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Exibida originalmente em dezembro do ano passado, a partida de futebol em que a sele&amp;#231;&amp;#227;o brasileira empatou com a Dinamarca em 2x2 rendeu ao time o t&amp;#237;tulo de tricampe&amp;#227;o do Torneio Cidade de S&amp;#227;o Paulo pelo crit&amp;#233;rio de desempate. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tanto a produ&amp;#231;&amp;#227;o como a veicula&amp;#231;&amp;#227;o do filme da a&amp;#231;&amp;#227;o foram pro bono. Ap&amp;#243;s sua exibi&amp;#231;&amp;#227;o, os acessos ao site da organiza&amp;#231;&amp;#227;o aumentaram. Mas, vale lembrar que durante o m&amp;#234;s da exibi&amp;#231;&amp;#227;o (mar&amp;#231;o) na TV, os acessos ao site do WWF-Brasil tamb&amp;#233;m estavam elevados por conta da Hora do Planeta, j&amp;#225; que toda a comunica&amp;#231;&amp;#227;o desta campanha estava centralizada na p&amp;#225;gina web da organiza&amp;#231;&amp;#227;o. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Veja o filme&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;iframe width=&quot;560&quot; height=&quot;315&quot; frameborder=&quot;0&quot; allowfullscreen=&quot;&quot; src=&quot;http://www.youtube.com/embed/4M2uLY8774o&quot;&gt;&lt;/iframe&gt;</description>
				<dc:date>2013-05-06</dc:date>
			</item>
		
						
			<item>
				<title>Philippe Prufer &amp;#233; o novo presidente do Conselho Diretor do WWF-Brasil</title>
				<link>http://www.wwf.org.br/informacoes/?uNewsID=34822</link>
				<description>&lt;a href=&quot;http://www.wwf.org.br/informacoes/?uNewsID=34822&quot;&gt;&lt;img src=&quot;http://d3nehc6yl9qzo4.cloudfront.net/img/biblioteca_sidnei_basile2_48852.jpg&quot; width=&quot;146&quot; height=&quot;97&quot; alt=&quot;&amp;#193;lvaro de Souza (esquerda) e Philippe Prufer (direita),  novo presidente do Conselho Diretor do WWF-Brasil&lt;br /&gt;&amp;copy;&amp;nbsp;WWF-Brasil / Frederico Brand&amp;#227;o&quot; border=&quot;0&quot; align=&quot;left&quot; hspace=&quot;4&quot; vspace=&quot;2&quot; /&gt;&lt;/a&gt;O novo presidente do Conselho Diretor do WWF-Brasil, Philippe Prufer, foi eleito e empossado na &amp;#250;ltima ter&amp;#231;a-feira (23/04) durante assembleia geral extraordin&amp;#225;ria na sede da organiza&amp;#231;&amp;#227;o em Bras&amp;#237;lia (DF), que apresentou ainda a nova composi&amp;#231;&amp;#227;o dos conselhos Diretor, Consultivo e Fiscal (confira no link ao lado). Ele substitui &amp;#193;lvaro Antonio Cardoso de Souza, que ocupava esta posi&amp;#231;&amp;#227;o desde 2004. Ele deixa a presid&amp;#234;ncia do Conselho, mas segue na Diretoria, como vice-presidente de Nomea&amp;#231;&amp;#245;es. Al&amp;#233;m de continuar no Conselho Diretor do WWF-Brasil, &amp;#193;lvaro segue como conselheiro das seguintes empresas e entidades: WWF International Board of Trustees, Libra, Fundo Brasileiro para a Biodiversidade (Funbio), Duratex S/A, AmBev e Santos Futebol Clube.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&quot;Prometo zelar pela nossa miss&amp;#227;o de contribuir para que a sociedade brasileira conserve a natureza, conciliando a atividade humana com a conserva&amp;#231;&amp;#227;o da biodiversidade, e com o uso sustent&amp;#225;vel dos recursos naturais para o benef&amp;#237;cio dos cidad&amp;#227;os de hoje e das futuras gera&amp;#231;&amp;#245;es&quot;, afirmou Philippe, que em seguida agradeceu as contribui&amp;#231;&amp;#245;es de seu antecessor &amp;#224; frente do Conselho da organiza&amp;#231;&amp;#227;o.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao se despedir, &amp;#193;lvaro igualmente exaltou o privil&amp;#233;gio de ocupar a presid&amp;#234;ncia do Conselho do WWF-Brasil e agradeceu aos conselheiros que &quot;nesses &amp;#250;ltimos, anos abriram m&amp;#227;o, por diversas vezes, de compromissos pessoais, profissionais e at&amp;#233; familiares para se dedicarem &amp;#224; organiza&amp;#231;&amp;#227;o. Agrade&amp;#231;o ainda aos colaboradores do WWF, que se dedicaram em executar, de maneira exemplar, as a&amp;#231;&amp;#245;es e diretrizes tra&amp;#231;adas. A todos, de cora&amp;#231;&amp;#227;o, o meu muito obrigado&quot;. &amp;#193;lvaro continuar&amp;#225; a integrar o Conselho Diretor, para cumprimento do mandato ainda em vigor at&amp;#233; 2015. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Philippe &amp;#233; formado em Economia pela UFRJ, possui MBA pela Universidade de Michigan e participou de treinamentos em v&amp;#225;rias institui&amp;#231;&amp;#245;es com destaque para Harvard e Insead. Foi executivo da Eli Lilly &amp; Co. entre 1988 e 2010. Durante os mais de vinte anos na Eli Lilly, Philippe desempenhou fun&amp;#231;&amp;#245;es executivas no Brasil, Argentina, Chile, EUA e Europa.  Em suas duas &amp;#250;ltimas posi&amp;#231;&amp;#245;es, foi gerente geral Brasil/Cone Sul e vice-presidente de &quot;European Mid Size Countries&quot; (EMS). Antes disso, trabalhou na L&apos;Oreal e na Brahma (AmBev). Em 2010 tornou-se s&amp;#243;cio s&amp;#234;nior e CEO da SKP Consult, empresa a partir da qual administra um portf&amp;#243;lio de investimentos diversos. Desde 2009 &amp;#233; acionista fundador da GTT (RFID/Brasil) e da Vamida (Farm&amp;#225;cia Virtual/Rep&amp;#250;blica Checa e Austria). Integra ainda os conselhos consultivos da Diagn&amp;#243;stika Ltda., Instituto Ayrton Senna, Funda&amp;#231;&amp;#227;o Dom Cabral e Ross Business School (Universidade de Michigan), al&amp;#233;m do pr&amp;#243;prio WWF-Brasil. Desde mar&amp;#231;o 2013 atua como Global Senior Health Care Advisor para a Actis. Em 2005, foi reconhecido como &quot;Executivo de Valor&quot; do setor farmac&amp;#234;utico&quot; pelo jornal Valor Econ&amp;#244;mico, &quot;L&amp;#237;der do Setor Farmac&amp;#234;utico&quot; (2004/2005) pela Gazeta Mercantil, &quot;Spirit of Amcham&quot; (2005) pela C&amp;#226;mara de Com&amp;#233;rcio Brasil-EUA e &quot;Wertman Alumni Service Award&quot; (2009) pela Ross Business School. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Al&amp;#233;m do novo presidente do Conselho e de &amp;#193;lvaro de Souza, a Diretoria do WWF-Brasil ser&amp;#225; composta por Daniel Parke (Comunica&amp;#231;&amp;#227;o, Marketing e Engajamento), Marcos Falc&amp;#227;o (Finan&amp;#231;as e Controle) - eleitos na assembleia desta semana &amp;#8211;  e Eduardo Martins (Conserva&amp;#231;&amp;#227;o), que j&amp;#225; integra o &amp;#243;rg&amp;#227;o desde 2007 (confira os curr&amp;#237;culos no link ao lado). Encerraram sua participa&amp;#231;&amp;#227;o como diretores, nesta data, os conselheiros Haakon Lorentzen e Jos&amp;#233; Pedro Sirotsky.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Biblioteca Digital Sidnei Basile&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No mesmo dia da posse do novo Conselho Diretor,  o WWF-Brasil prestou uma justa homenagem a um de seus ex-conselheiros, notabilizado por sua preocupa&amp;#231;&amp;#227;o com a conserva&amp;#231;&amp;#227;o da natureza e com a gest&amp;#227;o do conhecimento. Num ato simb&amp;#243;lico nos jardins da sede da organiza&amp;#231;&amp;#227;o na capital federal, foi lan&amp;#231;ada a Pedra Fundamental da Biblioteca Sidnei Basile. A biblioteca contar&amp;#225; com acervo de textos, fotos e v&amp;#237;deos sobre conserva&amp;#231;&amp;#227;o, que ser&amp;#225; disponibilizado ao p&amp;#250;blico em data ainda a ser informada. A cerim&amp;#244;nia contou com a presen&amp;#231;a da vi&amp;#250;va Elizabeth Mary Basile e seus filhos, Felipe e Juliano. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Advogado e soci&amp;#243;logo formado pela Universidade de S&amp;#227;o Paulo, Sidnei foi eleito membro do Conselho Diretor do WWF-Brasil em abril de 2008 at&amp;#233; mar&amp;#231;o de 2011, quando faleceu. Um dos mais experientes profissionais do mercado editorial, com 43 anos de atua&amp;#231;&amp;#227;o no setor, iniciou sua carreira jornal&amp;#237;stica em 1968. Recebeu v&amp;#225;rios pr&amp;#234;mios, entre eles o de Editor do Ano pelo Pr&amp;#234;mio Ayrton Senna de Jornalismo em 2004, e v&amp;#225;rias homenagens. Como executivo de grupos de m&amp;#237;dia, dirigiu o jornal Gazeta Mercantil, integrou o time da Folha de S.Paulo e foi vice-presidente de Rela&amp;#231;&amp;#245;es Institucionais da Editora Abril, al&amp;#233;m de integrar o Comit&amp;#234; de Liberdade de Express&amp;#227;o da Sociedade Interamericana de Imprensa (SIP). Foi ainda executivo no Citibank e na Burson-Marsteller. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&quot;Na academia (Faculdade C&amp;#225;sper L&amp;#237;bero, SP), uma de suas paix&amp;#245;es, foi professor e um defensor do jornalismo e da liberdade de express&amp;#227;o&quot;, afirmou Elizabeth Basile.&lt;br /&gt;Para &amp;#193;lvaro de Souza, &quot;com a conviv&amp;#234;ncia privilegiada, aprendemos com ele e agradecemos as li&amp;#231;&amp;#245;es do mestre. Hoje, temos a alegria e o  privil&amp;#233;gio de lan&amp;#231;ar a Pedra Fundamental da Biblioteca Sidnei Basile, na presen&amp;#231;a honrosa de sua esposa e filhos&quot;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Advogado e jornalista como o pai, Juliano Basile conta que dele herdou o gosto pelos livros. &quot;Ele adorava montar pequenas bibliotecas e essa homenagem &amp;#233; muito oportuna e bela, coincide com o que estou fazendo agora em minha pr&amp;#243;pria casa, onde criei um espa&amp;#231;o privilegiado para abrigar minhas publica&amp;#231;&amp;#245;es, parte das quais ganhei dele&quot;, concluiu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;</description>
				<dc:date>2013-04-25</dc:date>
			</item>
		
						
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				<title>Curso vai orientar construtoras que buscam madeira legal</title>
				<link>http://www.wwf.org.br/informacoes/?uNewsID=34702</link>
				<description>&lt;a href=&quot;http://www.wwf.org.br/informacoes/?uNewsID=34702&quot;&gt;&lt;img src=&quot;http://d3nehc6yl9qzo4.cloudfront.net/img/0249__troncos_de_arvores_do_desmatamento_da_barragem_apodercendo___27022012__wwf_brasil__48792.jpg&quot; width=&quot;146&quot; height=&quot;97&quot; alt=&quot;A explora&amp;#231;&amp;#227;o predat&amp;#243;ria da madeira &amp;#233; um dos maiores problemas ambientais da Amaz&amp;#244;nia hoje&lt;br /&gt;&amp;copy;&amp;nbsp;WWF-Brasil / Zig Koch&quot; border=&quot;0&quot; align=&quot;left&quot; hspace=&quot;4&quot; vspace=&quot;2&quot; /&gt;&lt;/a&gt;O WWF-Brasil, em conjunto com o Sindicato da Ind&amp;#250;stria da Constru&amp;#231;&amp;#227;o Civil do Estado de S&amp;#227;o Paulo, o SindusCon-SP, e a Rede Amigos da Amaz&amp;#244;nia, promove na pr&amp;#243;xima semana, em S&amp;#227;o Paulo (SP), o curso &lt;em&gt;Aquisi&amp;#231;&amp;#227;o Sustent&amp;#225;vel de Madeira na Constru&amp;#231;&amp;#227;o Civil&lt;/em&gt;. O evento ocorre dia 24, na sede do SindusCon&amp;#8211;SP, em Santa Cec&amp;#237;lia, no centro da capital paulista.&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Esta &amp;#233; a segunda turma da capacita&amp;#231;&amp;#227;o, que tem como objetivo orientar construtoras, incorporadoras, projetistas e profissionais liberais no cumprimento da legisla&amp;#231;&amp;#227;o ambiental em rela&amp;#231;&amp;#227;o &amp;#224; compra deste produto. Outro objetivo do curso &amp;#233; criar mecanismos que evitem a compra de madeira de origem ilegal; e gradativamente substituir a madeira ilegal pela madeira certificada.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;O curso &amp;#233; desenvolvido em m&amp;#243;dulos. Neste primeiro momento, ser&amp;#227;o mostrados aos participantes o conceito do que &amp;#233; madeira legal, como identific&amp;#225;-la, quais categorias ambientais de madeira existem hoje, como fazer um processo de certifica&amp;#231;&amp;#227;o, &amp;#160;e qual &amp;#233; a situa&amp;#231;&amp;#227;o deste mercado no Brasil. Tamb&amp;#233;m ser&amp;#227;o dadas orienta&amp;#231;&amp;#245;es de como elaborar um plano de a&amp;#231;&amp;#227;o para que a empresa seja capaz de fazer, corretamente, a aquisi&amp;#231;&amp;#227;o de madeira.&amp;#160;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Os pr&amp;#243;ximos m&amp;#243;dulos est&amp;#227;o marcados para os meses de junho, agosto e outubro e v&amp;#227;o abordar, entre outros assuntos, o papel do governo na cadeia produtiva da madeira; o Documento de Origem Florestal (DOF), que atesta a origem do recurso; e as diretrizes ambientais do Estado de S&amp;#227;o Paulo, que buscam coibir a entrada de madeira ilegal naquele mercado.&amp;#160;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;A capacita&amp;#231;&amp;#227;o &amp;#233; aberta ao p&amp;#250;blico, que pode obter mais informa&amp;#231;&amp;#245;es sobre o assunto na Central de Relacionamento do SindusCon-SP, por meio do telefone (11) 3334-5600 ou pelo e-mail sindusconsp@sindusconsp.com.br.&amp;#160;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Apoio e suporte&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;De acordo com o analista ambiental do WWF-Brasil Ricardo Russo, a ideia &amp;#233; iniciar o trabalho pelas empresas compradoras de madeira, de modo que elas possam, posteriormente, &quot;pressionar&quot; seus fornecedores a adotar o recurso com origem legal.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&quot;De modo geral, hoje o setor da constru&amp;#231;&amp;#227;o civil compra madeira ilegal ou de origem duvidosa. Nosso intuito &amp;#233; fazer com que as empresas substituam essa madeira por um recurso de origem legal e certificada. Por isso, vamos montar juntos com as empresas um plano de a&amp;#231;&amp;#227;o para cinco anos e n&amp;#243;s, do WWF-Brasil, vamos dar todo o apoio e suporte para que essa substitui&amp;#231;&amp;#227;o ocorra&quot;, disse o especialista. &amp;#160; &amp;#160;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Mercado importante&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;A coordenadora t&amp;#233;cnica do Comit&amp;#234; de Meio Ambiente do SindusCon-SP, Lilian Sarrouf, afirmou que o Estado de S&amp;#227;o Paulo, hoje, &amp;#233; tido como o maior consumidor de madeira do Pa&amp;#237;s. Por isso a import&amp;#226;ncia de discutir o tema neste mercado. Al&amp;#233;m disso, contou a especialista, existe um movimento muito forte, na Secretaria de Estado de Meio Ambiente de S&amp;#227;o Paulo, de fiscaliza&amp;#231;&amp;#227;o e combate &amp;#224; madeira ilegal.&amp;#160;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&quot;Como o SindusCon-SP tem como princ&amp;#237;pio o combate &amp;#224; informalidade e &amp;#224; ilegalidade, entendemos que a&amp;#231;&amp;#245;es nesse sentido, de buscar a madeira legalizada, devam ser abra&amp;#231;adas e impulsionadas&quot;, explicou.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Lilian disse tamb&amp;#233;m que o curso &amp;#233; o desdobramento de a&amp;#231;&amp;#245;es que tiveram in&amp;#237;cio no Sinduscon-SP em 2003, e que, em 2010 e 2011, deram origem &amp;#224; primeira turma do &lt;em&gt;Aquisi&amp;#231;&amp;#227;o Sustent&amp;#225;vel de Madeira na Constru&amp;#231;&amp;#227;o Civil&lt;/em&gt;. &quot;Queremos abrir caminhos para que as empresas construtoras possam ter acesso &amp;#224; informa&amp;#231;&amp;#227;o e metodologias adequadas, que lhes permitam comprar madeira certificada&quot;, declarou.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Projeto e parcerias&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;O curso &lt;em&gt;Aquisi&amp;#231;&amp;#227;o Sustent&amp;#225;vel de Madeira na Constru&amp;#231;&amp;#227;o Civil&lt;/em&gt; faz parte de um projeto mais amplo desenvolvido pelo WWF-Brasil, em parceria com a Rede Amigos da Amaz&amp;#244;nia e a Comunidade Europeia.&amp;#160;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Este projeto &amp;#233; intitulado &lt;em&gt;Governan&amp;#231;a Florestal e Com&amp;#233;rcio Sustent&amp;#225;vel da Madeira Amaz&amp;#244;nica&lt;/em&gt; e tem como objetivo contribuir para que o manejo florestal e o com&amp;#233;rcio da madeira ocorram de forma sustent&amp;#225;vel at&amp;#233; o ano de 2020.&amp;#160;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Para isso, o projeto busca implementar, juntos aos &amp;#243;rg&amp;#227;os p&amp;#250;blicos respons&amp;#225;veis, pol&amp;#237;ticas e procedimentos que regulem a produ&amp;#231;&amp;#227;o e com&amp;#233;rcio de madeira, tentando, com isso, auxiliar na conserva&amp;#231;&amp;#227;o da floresta amaz&amp;#244;nica.&amp;#160;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Servi&amp;#231;o:&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Curso Aquisi&amp;#231;&amp;#227;o de Madeira Sustent&amp;#225;vel&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Quando?&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; 24 de abril de 2013&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Onde?&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; Na sede do Sinduscon-SP, na rua Veridiana, 55, Santa Cec&amp;#237;lia, S&amp;#227;o Paulo&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Inscri&amp;#231;&amp;#227;o:&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt; R$ 780 para associados e estudantes; R$ 860 para organiza&amp;#231;&amp;#245;es parceiras; e R$ 1.380 para n&amp;#227;o associados do SindusCon-SP. Os pagamentos podem ser feitos por meio de boleto banc&amp;#225;rio ou cart&amp;#227;o de cr&amp;#233;dito, com possibilidade de parcelamento&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Mais informa&amp;#231;&amp;#245;es:&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt; (11) 3334-5600 ou sindusconsp@sindusconsp.com.br&lt;/div&gt;</description>
				<dc:date>2013-04-18</dc:date>
			</item>
		
						
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				<title>Semin&amp;#225;rio refor&amp;#231;a proposta de pacto em defesa das cabeceiras do  Pantanal</title>
				<link>http://www.wwf.org.br/informacoes/?uNewsID=34622</link>
				<description>&lt;a href=&quot;http://www.wwf.org.br/informacoes/?uNewsID=34622&quot;&gt;&lt;img src=&quot;http://d3nehc6yl9qzo4.cloudfront.net/img/dscn0165_1__48736.jpg&quot; width=&quot;146&quot; height=&quot;110&quot; alt=&quot;Discuss&amp;#245;es em grupo para levantar as a&amp;#231;&amp;#245;es que ser&amp;#227;o necess&amp;#225;rias &amp;#224; constru&amp;#231;&amp;#227;o do pacto.&lt;br /&gt;&amp;copy;&amp;nbsp;WWF-Brasil/Geralda Magela&quot; border=&quot;0&quot; align=&quot;left&quot; hspace=&quot;4&quot; vspace=&quot;2&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;Por Geralda Magela&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(C&amp;#225;ceres-MT) O semin&amp;#225;rio em Defesa das Cabeceiras do Pantanal, encerrado nesta quinta feira (11), em C&amp;#225;ceres (MT), marca o in&amp;#237;cio da constru&amp;#231;&amp;#227;o de um pacto envolvendo diferentes segmentos que atuam na regi&amp;#227;o para proteger as nascentes do Pantanal.&amp;#160; O evento, realizado pelo WWF-Brasil e parceiros, nos dias 10 e 11 de abril, teve a participa&amp;#231;&amp;#227;o de mais de 90 pessoas, representando institui&amp;#231;&amp;#245;es p&amp;#250;blicas, ONGs, universidade, organiza&amp;#231;&amp;#245;es da sociedade civil e usu&amp;#225;rios. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;#160;&quot;Ainda falta construir o pacto, mas a ideia foi lan&amp;#231;ada e houve um encaminhamento claro dos pr&amp;#243;ximos passos&quot;, destacou o coordenador do Programa &amp;#193;gua para a Vida do WWF-Brasil, Glauco Kimura, no encerramento do evento.&amp;#160; Para ele, a quantidade e a representatividade do p&amp;#250;blico e tamb&amp;#233;m a disposi&amp;#231;&amp;#227;o para o&amp;#160; di&amp;#225;logo foram muito importantes. &quot;O pacto &amp;#233; uma proposta integradora e acho que o p&amp;#250;blico entendeu isso. Mesmo atuando em segmentos diferentes, temos um prop&amp;#243;sito comum, que &amp;#233; conservar as cabeceiras do Pantanal&quot;, comemorou.&amp;#160; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Durante os dois dias de semin&amp;#225;rio,&amp;#160; foram apresentados projetos e pol&amp;#237;ticas p&amp;#250;blicas voltados para a conserva&amp;#231;&amp;#227;o de nascentes e de &amp;#225;guas.&amp;#160; Al&amp;#233;m de proporcionar a troca de experi&amp;#234;ncias,&amp;#160; o&amp;#160; segundo dia do semin&amp;#225;rio tamb&amp;#233;m contou com uma oficina onde os participantes fizeram um levantamento dos objetivos e dos&amp;#160; pr&amp;#243;ximos passos que dever&amp;#227;o ser realizados visando &amp;#224; constru&amp;#231;&amp;#227;o do pacto. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Rio Paraguai&lt;/strong&gt; - A cidade de C&amp;#225;ceres &amp;#233; &amp;#224; margem do rio Paraguai e &amp;#233; uma das portas de entrada para o Pantanal do Mato Grosso.&amp;#160; O munic&amp;#237;pio est&amp;#225; localizado na regi&amp;#227;o da chamada &quot;caixa d&amp;#180;&amp;#225;gua&quot; do Pantanal, onde est&amp;#227;o as nascentes do rio Paraguai e de seus afluentes. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essa regi&amp;#227;o &amp;#233; muito importante para o Pantanal, uma vez que &amp;#233; respons&amp;#225;vel por um ter&amp;#231;o da &amp;#225;gua que o abastece. Mas tamb&amp;#233;m sofre muitos impactos, causados principalmente pelo assoreamento dos rios nas &amp;#225;reas de cabeceiras, devido &amp;#224; eros&amp;#227;o e a degrada&amp;#231;&amp;#227;o nas nascentes. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por isso, est&amp;#225; sendo constru&amp;#237;da a proposta de um pacto com a ades&amp;#227;o dos 20 munic&amp;#237;pios que integram essa regi&amp;#227;o. O objetivo do pacto &amp;#233; estabelecer pol&amp;#237;ticas p&amp;#250;blicas positivas e integradoras nesses&amp;#160; 20 munic&amp;#237;pios garantindo a harmonia social, econ&amp;#244;mica e ambiental neste importante patrim&amp;#244;nio natural. &lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;Recupera&amp;#231;&amp;#227;o e mobiliza&amp;#231;&amp;#227;o&lt;/strong&gt; - No segundo dia do evento, foram apresentadas duas experi&amp;#234;ncias de mobiliza&amp;#231;&amp;#227;o realizadas na regi&amp;#227;o. A primeira foi o projeto de recupera&amp;#231;&amp;#227;o de &amp;#225;reas degradas em nascentes no munic&amp;#237;pio de Reserva do Caba&amp;#231;al. Esse projeto, apoiado pelo WWF-Brasil, promoveu a recupera&amp;#231;&amp;#227;o de uma grande vossoroca que estava matando as nascentes do c&amp;#243;rrego Drascena, um dos afluentes do rio Caba&amp;#231;al, que por sua vez desagua no rio Paraguai (ver link mat&amp;#233;ria). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A mobiliza&amp;#231;&amp;#227;o da comunidade e o apoio t&amp;#233;cnico e educativo recebido permitiram a recupera&amp;#231;&amp;#227;o da &amp;#225;rea. Com o uso de materiais existentes na regi&amp;#227;o, foi poss&amp;#237;vel conter a eros&amp;#227;o e recuperar 12 nascentes.&amp;#160; Esse trabalho est&amp;#225; agora sendo repassado a outras propriedades da regi&amp;#227;o, que tamb&amp;#233;m passam pelo mesmo problema. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outro exemplo &amp;#233; o trabalho de mobiliza&amp;#231;&amp;#227;o do Comit&amp;#234; Popular do rio Paraguai, uma iniciativa da comunidade de C&amp;#225;ceres que promove a&amp;#231;&amp;#245;es culturais e ambientais na regi&amp;#227;o. Para chamar a aten&amp;#231;&amp;#227;o sobre a necessidade de conservar o Pantanal, foi criado o&amp;#160; Dia do rio Paraguai. Durante um m&amp;#234;s (de 12 de outubro a 14 de novembro), o grupo promove a&amp;#231;&amp;#245;es de valoriza&amp;#231;&amp;#227;o da cultura pantaneira e de preserva&amp;#231;&amp;#227;o ambiental. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Durante o evento, tamb&amp;#233;m foram&amp;#160; apresentadas duas experi&amp;#234;ncias de constru&amp;#231;&amp;#227;o de pactos pela conserva&amp;#231;&amp;#227;o de &amp;#225;guas. Um deles foi o Pacto das &amp;#193;guas, iniciativa do governo de S&amp;#227;o Paulo, que tem a ades&amp;#227;o de 600 munic&amp;#237;pios dos 645 existentes no estado e conta com a participa&amp;#231;&amp;#227;o de acad&amp;#234;micos, do poder p&amp;#250;blico, ONGs e da sociedade civil. O pacto envolve uma s&amp;#233;rie de a&amp;#231;&amp;#245;es de conserva&amp;#231;&amp;#227;o visando garantir a qualidade e quantidade de &amp;#225;gua. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os munic&amp;#237;pios signat&amp;#225;rios do pacto desenvolvem projetos estrat&amp;#233;gicos locais voltados para a prote&amp;#231;&amp;#227;o da &amp;#225;gua e de mobiliza&amp;#231;&amp;#227;o social, por meio da educa&amp;#231;&amp;#227;o ambiental com foco em tr&amp;#234;s &amp;#225;reas:&amp;#160; &amp;#225;gua e saneamento; &amp;#225;reas verdes, com a identifica&amp;#231;&amp;#227;o e prote&amp;#231;&amp;#227;o de nascentes e recupera&amp;#231;&amp;#227;o de &amp;#225;reas degradadas; e educa&amp;#231;&amp;#227;o ambiental.&amp;#160; Em tr&amp;#234;s anos, o abastecimento de &amp;#225;gua aumentou em 25% dos munic&amp;#237;pios e 68% conseguiram manter o abastecimento nos mesmos n&amp;#237;veis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outra experi&amp;#234;ncia apresentada foi o Pacto das &amp;#193;guas do Cear&amp;#225;. O estado tem uma situa&amp;#231;&amp;#227;o bem diferente de S&amp;#227;o Paulo e do Pantanal, uma vez que 90% do Estado est&amp;#227;o na regi&amp;#227;o do semi&amp;#225;rido, com no m&amp;#225;ximo quase meses de chuva no ano. O pacto foi constru&amp;#237;do em tr&amp;#234;s anos e envolveu&amp;#160; 86 institui&amp;#231;&amp;#245;es que atuam no estado e os 10 comit&amp;#234;s de bacias hidrogr&amp;#225;ficas, em 138 munic&amp;#237;pios. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Pr&amp;#243;ximos passos &amp;#8211;&lt;/strong&gt; Al&amp;#233;m de conhecer essas experi&amp;#234;ncias, no segundo dia do evento,&amp;#160; os participantes do semin&amp;#225;rio se reuniram em grupos e discutiram um plano de a&amp;#231;&amp;#227;o para nortear constru&amp;#231;&amp;#227;o do pacto. Foram identificadas as necessidades e as pr&amp;#243;ximas etapas e formado um grupo de trabalho provis&amp;#243;rio que ir&amp;#225; desenhar a primeira proposta do pacto. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O grupo&amp;#160; &amp;#233; formado por um representante de cada Secretaria de Meio Ambiente do Mato Grosso (Sema), Universidade do Estado do Mato Grosso (Unemet), prefeitura de Salto do C&amp;#233;u, Instituto Gaia, Comit&amp;#234; Popular do rio Paraguai, Comit&amp;#234; da Bacia do rio Sepotuba, Cons&amp;#243;rcio das Nascentes do Pantanal, Sistema FIEMT, Sindicato Rural de C&amp;#225;ceres, Sindicato dos Trabalhadores Rurais de C&amp;#225;ceres,&amp;#160; The Nature Conservancy (TNC) e WWF-Brasil.&amp;#160; Este GT&amp;#160; ir&amp;#225; fazer um levantamento de outras institui&amp;#231;&amp;#245;es que   atuam na regi&amp;#227;o e n&amp;#227;o participaram neste primeiro movimento e   convid&amp;#225;-las para tamb&amp;#233;m contribuir.  A proposta do pacto desenhada pelo grupo&amp;#160; ser&amp;#225; apresentada em plen&amp;#225;ria no dia 14 de junho, em Tangar&amp;#225; da Serra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Al&amp;#233;m destas institui&amp;#231;&amp;#245;es,&amp;#160; o semin&amp;#225;rio teve a participa&amp;#231;&amp;#227;o de  representantes do Centro de Pesquisas do Pantanal (CPP),&amp;#160; uFMT, Minist&amp;#233;rio do Meio Ambiente (MMA), Ag&amp;#234;ncia  Nacional de &amp;#193;guas (ANA), prefeituras de Reserva do Caba&amp;#231;al e de Tangar&amp;#225; da  Serra,&amp;#160; pesquisadores, vereadores e estudantes. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;</description>
				<dc:date>2013-04-12</dc:date>
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				<title>Encontro discute pacto para conservar nascentes do Pantanal</title>
				<link>http://www.wwf.org.br/informacoes/?uNewsID=34603</link>
				<description>&lt;a href=&quot;http://www.wwf.org.br/informacoes/?uNewsID=34603&quot;&gt;&lt;img src=&quot;http://d3nehc6yl9qzo4.cloudfront.net/img/dscn0021_48692.jpg&quot; width=&quot;146&quot; height=&quot;110&quot; alt=&quot;O coordenador do programa &amp;#193;gua para a Vida, do WWF-Brasil, Glauco Kimura, fala na abertura do Semin&amp;#225;rio Em Defesa das Cabeceiras do Pantanal.&lt;br /&gt;&amp;copy;&amp;nbsp;WWF-Brasil/Geralda Magela&quot; border=&quot;0&quot; align=&quot;left&quot; hspace=&quot;4&quot; vspace=&quot;2&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Por Geralda Magela&lt;br /&gt;De C&amp;#225;ceres (MT)&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O p&amp;#250;blico de mais 90 pessoas lotou o audit&amp;#243;rio da Universidade Estadual do Mato Grosso (Unemat), em C&amp;#225;ceres (MT),&amp;#160; no primeiro dia do semin&amp;#225;rio Em Defesa das Cabeceiras do Pantanal. O evento, organizado pelo WWF-Brasil e parceiros contou com a participa&amp;#231;&amp;#227;o de organiza&amp;#231;&amp;#245;es da sociedade civil, estudantes, pesquisadores e representantes dos governos municipais e estadual e de usu&amp;#225;rios de recursos h&amp;#237;dricos dos setores da agropecu&amp;#225;ria e energia. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O objetivo do encontro, que continua amanh&amp;#227; (11), &amp;#233; discutir a&amp;#231;&amp;#245;es de apoio &amp;#224;&amp;#160; cria&amp;#231;&amp;#227;o de um pacto em defesa das cabeceiras do Pantanal, nesta regi&amp;#227;o onde se concentram as nascentes dos principais rios que abastecem o Pantanal. A meta &amp;#233; estabelecer pol&amp;#237;ticas p&amp;#250;blicas positivas e integradoras em 20 munic&amp;#237;pios que comp&amp;#245;em a chamada &quot;caixa d&amp;#180;&amp;#225;gua&quot; do Pantanal, no planalto da bacia hidrogr&amp;#225;fica, onde est&amp;#227;o as nascentes do rio Paraguai e de seus afluentes.&amp;#160; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na abertura do evento, o coordenador do programa &amp;#193;gua para a Vida do WWF-Brasil, Glauco Kimura, explicou que a&amp;#160; escolha dessa regi&amp;#227;o para atuar no processo de cria&amp;#231;&amp;#227;o do pacto deve-se &amp;#224; grande contribui&amp;#231;&amp;#227;o h&amp;#237;drica que ela tem para o Pantanal. &quot;Cerca de um ter&amp;#231;o da &amp;#225;gua que corre para a plan&amp;#237;cie pantaneira nasce nesses munic&amp;#237;pios. Por isso, a regi&amp;#227;o &amp;#233; considerada como uma caixa d&amp;#180;&amp;#180;agua&quot;, disse Kimura. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ele ressaltou&amp;#160; que o semin&amp;#225;rio&amp;#160; &amp;#233; um desdobramento do&amp;#160; Plano Estadual de Recursos H&amp;#237;dricos e mais uma etapa do processo de mobiliza&amp;#231;&amp;#227;o para a constru&amp;#231;&amp;#227;o do pacto. &quot;&amp;#201; um momento de constru&amp;#231;&amp;#227;o. Acreditamos que a gest&amp;#227;o compartilhada entre a sociedade e o poder p&amp;#250;blico &amp;#233; fundamental para garantir a preserva&amp;#231;&amp;#227;o das nascentes e a manuten&amp;#231;&amp;#227;o do Pantanal&quot;, destacou. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A vice-prefeita de C&amp;#225;ceres, Eliene Liberato Dias, disse que o grande desafio da conserva&amp;#231;&amp;#227;o do pantanal &amp;#233; buscar alternativas que preservem, mas tamb&amp;#233;m fomentem o desenvolvimento da regi&amp;#227;o. Por isso, a constru&amp;#231;&amp;#227;o do pacto &amp;#233; importante para pensar essas solu&amp;#231;&amp;#245;es de maneira conjunta. &quot;N&amp;#227;o s&amp;#243; o turismo, a pecu&amp;#225;ria, a agricultura, mas a popula&amp;#231;&amp;#227;o ribeirinha precisa de alternativas. Precisamos propor aqui um novo modelo de desenvolvimento que leve em conta todos os aspectos socioecon&amp;#244;micos&quot;, defendeu. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para o superintendente de Recursos H&amp;#237;dricos da Secretaria de Meio Ambiente do Estado do Mato Grosso, Luiz Henrique Noquelli, discutir alternativas com os atores locais &amp;#233; importante para a constru&amp;#231;&amp;#227;o do pacto. &quot;Quem conhece a realidade local tem muito a contribuir. &amp;#201; muito positivo esse processo de intera&amp;#231;&amp;#227;o onde as diferentes esferas trabalham juntas por um bem comum&quot;, disse Noquelli. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Anderson Marques do Amaral, coordenador do Campus de C&amp;#225;ceres da Unemat, lembrou que a preserva&amp;#231;&amp;#227;o das nascentes &amp;#233; fundamental para garantir n&amp;#227;o s&amp;#243; a exist&amp;#234;ncia do Pantanal, mas tamb&amp;#233;m a atividade produtiva na regi&amp;#227;o. &quot;N&amp;#227;o h&amp;#225; produ&amp;#231;&amp;#227;o sem &amp;#225;gua&quot;, salientou. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No evento, foram apresentadas tamb&amp;#233;m estudos e diagn&amp;#243;sticos realizados na regi&amp;#227;o. Entre eles, a An&amp;#225;lise de Risco Ecol&amp;#243;gico da Bacia Hidrogr&amp;#225;fica do rio Paraguai, realizado pelo WWF- em parceria com a The Nature Conservancy e o Centro de Pesquisas do Pantanal. O estudo apontou a degrada&amp;#231;&amp;#227;o de nascentes e barramento de rios que fluem de &amp;#225;reas de planalto (Cerrado) para a plan&amp;#237;cie pantaneira como principais amea&amp;#231;as &amp;#224; conserva&amp;#231;&amp;#227;o da Bacia do rio Paraguai e &amp;#224; sobreviv&amp;#234;ncia do Pantanal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com o objetivo de trocar experi&amp;#234;ncias e promover o processo de integra&amp;#231;&amp;#227;o, o semin&amp;#225;rio contou com apresenta&amp;#231;&amp;#245;es de projetos e de pol&amp;#237;ticas p&amp;#250;blicas voltados para a conserva&amp;#231;&amp;#227;o de nascentes e de &amp;#225;guas. Entre eles, o Programa Produtor de &amp;#193;gua, desenvolvido pela Ag&amp;#234;ncia Nacional de &amp;#193;guas (ANA) que d&amp;#225; incentivos financeiros a produtores que preserva e melhora a qualidade dos recursos h&amp;#237;dricos em suas propriedades. &quot;Entendemos que a sociedade precisa pagar ao produtor para ele melhorar a qualidade da &amp;#225;gua&quot;, explicou o t&amp;#233;cnico da ANA, Rossini Ferreira Matos Sena. Por enquanto, o programa ainda n&amp;#227;o est&amp;#225; atuando no bioma pantaneiro, mas pode ser uma boa alternativa de est&amp;#237;mulo aos produtores que pode ser trazida para a regi&amp;#227;o.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Plan&amp;#237;cie e planalto&lt;/strong&gt; - O Pantanal &amp;#233; formado n&amp;#227;o s&amp;#243; pela plan&amp;#237;cie inund&amp;#225;vel mas tamb&amp;#233;m pelo planalto, onde nasce boa parte da &amp;#225;gua que o abastece. Entender essa inter-rela&amp;#231;&amp;#227;o &amp;#233; importante para as a&amp;#231;&amp;#245;es de conserva&amp;#231;&amp;#227;o na regi&amp;#227;o. A professora Solange Ikeda, da Unemat, apresentou a experi&amp;#234;ncia de mobiliza&amp;#231;&amp;#227;o para a conserva&amp;#231;&amp;#227;o das &amp;#225;guas do Pantanal e o projeto de restaura&amp;#231;&amp;#227;o ecol&amp;#243;gica das nascentes do Assentamento Laranjeiras. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A pesquisadora citou alguns exemplos de como a popula&amp;#231;&amp;#227;o de C&amp;#225;ceres vem sentindo, na pr&amp;#225;tica, os impactos da degrada&amp;#231;&amp;#227;o de nascentes no planalto, que resulta numa&amp;#160; grande quantidade de sedimentos depositados no rio. Um exemplo &amp;#233; o festival de pesca em C&amp;#225;ceres, realizado todo ano no rio Paraguai, em setembro. &quot;O evento teve que ser mudado para maio porque, em setembro, no auge da seca, o assoreamento no rio &amp;#233; t&amp;#227;o grande que inviabiliza o evento&quot;, contou Solange. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;D&amp;#233;bora Calheiros, da Embrapa e da Universidade Federal do Mato Grosso (UFTM), falou sobre os efeitos dos empreendimentos hidrel&amp;#233;tricos para o Pantanal. De acordo com ela, as hidrel&amp;#233;tricas interferem no regime de inunda&amp;#231;&amp;#227;o, fundamental para a conserva&amp;#231;&amp;#227;o dos ecossistemas e garantir usos mais exigentes da &amp;#225;gua, como a pesca. &quot;&amp;#201; uma quest&amp;#227;o socioecon&amp;#244;mica muito importante para esta regi&amp;#227;o&quot;, destacou D&amp;#233;bora. Para ela, a Bacia do Alto Paraguai (BAP) j&amp;#225; contribui muito para a gera&amp;#231;&amp;#227;o de energia do pa&amp;#237;s.&amp;#160; &quot;Hoje a regi&amp;#227;o j&amp;#225; tem 70% do seu potencial energ&amp;#233;tico sendo explorado. Chegar a 100% &amp;#233; um risco grande para o Pantanal&quot;, afirmou. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Pacto das nascentes&lt;/strong&gt; - O semin&amp;#225;rio faz parte das atividades do Programa HSBC pela &amp;#193;gua, uma parceira do WWF-Brasil com o banco, voltada para a preserva&amp;#231;&amp;#227;o e conserva&amp;#231;&amp;#227;o de nascentes do Pantanal e que tem como objetivo a constru&amp;#231;&amp;#227;o do pacto. A meta &amp;#233; recuperar pelo menos 30 nascentes nas cabeceiras do Pantanal, envolvendo cerca de 20 munic&amp;#237;pios na regi&amp;#227;o, com impacto em mais de 700 quil&amp;#244;metros de rios do Pantanal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nesta quinta (11) ser&amp;#227;o apresentados projetos de recupera&amp;#231;&amp;#227;o de nascentes no munic&amp;#237;pio de Reserva do Caba&amp;#231;al (MT) e o trabalho de mobiliza&amp;#231;&amp;#227;o do Comit&amp;#234; Popular da Bacia do rio Paraguai. Haver&amp;#225; tamb&amp;#233;m apresenta&amp;#231;&amp;#245;es de experi&amp;#234;ncias de pactos pela conserva&amp;#231;&amp;#227;o da &amp;#225;gua dos&amp;#160; estados de S&amp;#227;o Paulo e Cear&amp;#225;. No per&amp;#237;odo da tarde, os participantes se re&amp;#250;nem para fazer um planejamento das a&amp;#231;&amp;#245;es e interven&amp;#231;&amp;#245;es visando &amp;#224; constru&amp;#231;&amp;#227;o do pacto. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;</description>
				<dc:date>2013-04-10</dc:date>
			</item>
		
						
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				<title>&quot;O flutuante &amp;#233; um refor&amp;#231;o &amp;#224; conserva&amp;#231;&amp;#227;o do Juruena&quot;, diz presidente do ICMBio</title>
				<link>http://www.wwf.org.br/informacoes/?uNewsID=34602</link>
				<description>&lt;a href=&quot;http://www.wwf.org.br/informacoes/?uNewsID=34602&quot;&gt;&lt;img src=&quot;http://d3nehc6yl9qzo4.cloudfront.net/img/dsc04711_48672.jpg&quot; width=&quot;146&quot; height=&quot;110&quot; alt=&quot;O presidente do ICMBio, Roberto Vinzentin, corta a faixa que marcou a inaugura&amp;#231;&amp;#227;o do flutuante no Parna Juruena&lt;br /&gt;&amp;copy;&amp;nbsp;WWF-Brasil / Jorge Eduardo Dantas&quot; border=&quot;0&quot; align=&quot;left&quot; hspace=&quot;4&quot; vspace=&quot;2&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Por Jorge Eduardo Dantas&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Apu&amp;#237; (AM) -&lt;/strong&gt; &quot;Quatro pessoas de nossa comunidade foram contratadas para atuar na vigil&amp;#226;ncia do flutuante, ent&amp;#227;o ele j&amp;#225; est&amp;#225; nos ajudando de alguma forma, gerando renda para essas pessoas. Espero que ele nos ajude mais ainda, fazendo com que m&amp;#233;dicos e professores venham para c&amp;#225; com mais frequ&amp;#234;ncia&quot;.&lt;br /&gt;&amp;#160;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Foi com essas palavras que o ribeirinho Ant&amp;#244;nio F&amp;#225;bio Fernandes, 47, conhecido como &quot;Juruna&quot;, recebeu a inaugura&amp;#231;&amp;#227;o de uma base flutuante no interior do Parque Nacional do Juruena, na regi&amp;#227;o situada entre o Amazonas e o Mato Grosso. O evento, organizado pelo WWF-Brasil em conjunto com o Instituto Chico Mendes de Conserva&amp;#231;&amp;#227;o da Biodiversidade (ICMBio), ocorreu no dia 27 de mar&amp;#231;o &amp;#250;ltimo.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;A inaugura&amp;#231;&amp;#227;o durou uma tarde e foi composta de um simb&amp;#243;lico corte da faixa inaugural; de uma reuni&amp;#227;o com comunit&amp;#225;rios da Barra do S&amp;#227;o Manoel, a comunidade ribeirinha mais pr&amp;#243;xima daquela &amp;#225;rea; e visita a Unidades de Conserva&amp;#231;&amp;#227;o adjacentes, como a Reserva de Desenvolvimento Sustent&amp;#225;vel (RDS) do Bararati, no Amazonas.&lt;br /&gt;&amp;#160;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Base j&amp;#225; est&amp;#225; operando&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;O flutuante, embora tenha sido inaugurado recentemente, j&amp;#225; opera desde o ano passado. Ele serve como instrumento de apoio &amp;#224;s a&amp;#231;&amp;#245;es de fiscaliza&amp;#231;&amp;#227;o e prote&amp;#231;&amp;#227;o daquela Unidade de Conserva&amp;#231;&amp;#227;o; e tamb&amp;#233;m ser&amp;#225; utilizado como base para pesquisadores que porventura queiram realizar trabalhos cient&amp;#237;ficos ali.&amp;#160;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Ele tem 14 metros de comprimento, seis metros de largura, 11 c&amp;#244;modos e pode suportar at&amp;#233; 20 toneladas. Possui quartos para oito pessoas, cozinha, sala de comunica&amp;#231;&amp;#245;es e reuni&amp;#227;o, dois banheiros e &amp;#225;rea de servi&amp;#231;o.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;O equipamento conta ainda com estruturas que visam reduzir seu impacto ambiental, como sistema de capta&amp;#231;&amp;#227;o de energia solar e esta&amp;#231;&amp;#227;o de tratamento de efluentes, e pode ser &quot;rebocado&quot; pelo interior do Parna Juruena. O custo total do flutuante foi de pouco mais de R$ 580 mil, pagos pelo WWF-Brasil a uma empresa terceirizada que construiu e equipou a base.&amp;#160;&lt;br /&gt;&amp;#160;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Promovendo a conserva&amp;#231;&amp;#227;o&amp;#160;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;O evento de inaugura&amp;#231;&amp;#227;o teve in&amp;#237;cio na Barra de S&amp;#227;o Manoel, onde uma pequena pista de pouso, feita de terra batida, recebeu os avi&amp;#245;es monomotores que traziam os profissionais que vinham de outros Estados. A chegada de tr&amp;#234;s aeronaves em apenas uma manh&amp;#227; mexeu com a rotina da comunidade, habituada a um &amp;#250;nico pouso semanal por ali. Em seguida, os presentes foram levados ao flutuante, onde foi cortada a faixa que marcou a inaugura&amp;#231;&amp;#227;o do equipamento.&amp;#160;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Na ocasi&amp;#227;o, o presidente do ICMBio, Roberto Vinzentin, contou que a inaugura&amp;#231;&amp;#227;o do flutuante &amp;#233; uma forma do poder p&amp;#250;blico se fazer mais presente na &amp;#225;rea. &quot;Estamos aqui refor&amp;#231;ando os nossos objetivos de promover a conserva&amp;#231;&amp;#227;o desta regi&amp;#227;o, al&amp;#233;m de reafirmar nosso objetivo de estar mais perto das comunidades. Queremos trabalhar junto com elas e ajud&amp;#225;-las a melhorar suas vidas&quot;, falou.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Apoio no desenvolvimento socioambiental&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&amp;#160;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;A gestora do Parque Nacional do Juruena, Lourdes Iarema, disse que o flutuante vai ajudar na gest&amp;#227;o participativa daquela &amp;#225;rea protegida. &quot;Esta base significa uma importante conquista &amp;#224; conserva&amp;#231;&amp;#227;o da biodiversidade, pois teremos condi&amp;#231;&amp;#245;es de integrar as a&amp;#231;&amp;#245;es do Instituto com a&amp;#231;&amp;#245;es das comunidades e de outras institui&amp;#231;&amp;#245;es que trabalham por aqui&quot;, declarou a analista ambiental.&amp;#160;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Lourdes afirmou ainda que o flutuante ser&amp;#225; essencial na realiza&amp;#231;&amp;#227;o de outras atividades, como pesquisa cient&amp;#237;fica, e que o equipamento vai auxiliar tamb&amp;#233;m na prote&amp;#231;&amp;#227;o do patrim&amp;#244;nio natural e no desenvolvimento socioambiental da regi&amp;#227;o.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;O superintendente de conserva&amp;#231;&amp;#227;o do WWF-Brasil, Mauro Armelin, lembrou que a ideia de construir o flutuante surgiu h&amp;#225; dois anos, e que esta proposta demandou muitas conversas e articula&amp;#231;&amp;#245;es com o ICMBio, num processo que exigiu muito &amp;#160;das duas organiza&amp;#231;&amp;#245;es. &quot;Digo, emocionado, que esta inaugura&amp;#231;&amp;#227;o &amp;#233; o evento com maior simbolismo do qual j&amp;#225; participei&quot;, disse, entre risadas.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Reuni&amp;#227;o com comunit&amp;#225;rios&amp;#160;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Mauro destacou o trabalho conjunto feito pelo WWF-Brasil e pelo Instituto, e lembrou que o WWF-Brasil acredita em parcerias construtivas, em que os trabalhos s&amp;#227;o feitos conjuntamente, dividindo responsabilidades e compartilhando os m&amp;#233;ritos.&amp;#160;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;O segundo momento da inaugura&amp;#231;&amp;#227;o contou com uma reuni&amp;#227;o realizada num centro comunit&amp;#225;rio da Barra de S&amp;#227;o Manoel. A comunidade aproveitou a presen&amp;#231;a do presidente do ICMBio e de seus t&amp;#233;cnicos para entregar uma carta com reivindica&amp;#231;&amp;#245;es. No documento, eles pediam ajuda para promover a conserva&amp;#231;&amp;#227;o da &amp;#225;rea e melhorar os servi&amp;#231;os essenciais por ali, como sa&amp;#250;de e educa&amp;#231;&amp;#227;o.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Al&amp;#233;m do presidente do ICMBio e do superintendente do WWF-Brasil, tamb&amp;#233;m estiveram presentes na inaugura&amp;#231;&amp;#227;o do flutuante t&amp;#233;cnicos das duas institui&amp;#231;&amp;#245;es; comunit&amp;#225;rios da Barra de S&amp;#227;o Manoel; o vice-prefeito de Apu&amp;#237; (AM), Delmar Hister; alguns vereadores da cidade e t&amp;#233;cnicos da Secretaria de Desenvolvimento Sustent&amp;#225;vel do Amazonas (SDS-AM).&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;A Barra de S&amp;#227;o Manoel &amp;#233; uma comunidade surgida em 1901, segundo os pr&amp;#243;prios comunit&amp;#225;rios, resultado dos fluxos migrat&amp;#243;rios ocorridos no interior da Amaz&amp;#244;nia durante o ciclo da borracha, no in&amp;#237;cio do s&amp;#233;culo passado. Ela &amp;#233; habitada por 60 fam&amp;#237;lias, que totalizam quase 400 pessoas. A comunidade fica no munic&amp;#237;pio de Apu&amp;#237; (AM) mas, devido &amp;#224; dist&amp;#226;ncia em rela&amp;#231;&amp;#227;o a esta cidade, tamb&amp;#233;m recebe assist&amp;#234;ncia de Jacareacanga, cidade do sudoeste do Par&amp;#225;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Veja mais fotos da inaugura&amp;#231;&amp;#227;o da base flutuante:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width=&quot;500&quot; height=&quot;375&quot;&gt;&lt;param value=&quot;offsite=true&amp;lang=en-us&amp;page_show_url=%2Fphotos%2Fwwfbrasil%2Fsets%2F72157633216018778%2Fshow%2F&amp;page_show_back_url=%2Fphotos%2Fwwfbrasil%2Fsets%2F72157633216018778%2F&amp;set_id=72157633216018778&amp;jump_to=&quot; name=&quot;flashvars&quot; /&gt;&lt;param value=&quot;http://www.flickr.com/apps/slideshow/show.swf?v=124984&quot; name=&quot;movie&quot; /&gt;&lt;param value=&quot;true&quot; name=&quot;allowFullScreen&quot; /&gt;&lt;embed width=&quot;500&quot; height=&quot;375&quot; flashvars=&quot;offsite=true&amp;lang=en-us&amp;page_show_url=%2Fphotos%2Fwwfbrasil%2Fsets%2F72157633216018778%2Fshow%2F&amp;page_show_back_url=%2Fphotos%2Fwwfbrasil%2Fsets%2F72157633216018778%2F&amp;set_id=72157633216018778&amp;jump_to=&quot; allowfullscreen=&quot;true&quot; src=&quot;http://www.flickr.com/apps/slideshow/show.swf?v=124984&quot; type=&quot;application/x-shockwave-flash&quot;&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/div&gt;</description>
				<dc:date>2013-04-10</dc:date>
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				<title>Semin&amp;#225;rio discute a&amp;#231;&amp;#245;es em defesa das cabeceiras do Pantanal</title>
				<link>http://www.wwf.org.br/informacoes/?uNewsID=34582</link>
				<description>&lt;a href=&quot;http://www.wwf.org.br/informacoes/?uNewsID=34582&quot;&gt;&lt;img src=&quot;http://d3nehc6yl9qzo4.cloudfront.net/img/nascente_pantanal_luiz_fernandes_336_44236.jpg&quot; width=&quot;146&quot; height=&quot;97&quot; alt=&quot;As &amp;#225;guas que nascem no planalto da Bacia do Alto Parguai, como nessa regi&amp;#227;o de Tangar&amp;#225; da Serra e Reserva do Caba&amp;#231;al (MT) s&amp;#227;o fundamentais para o abastecimento do Pantanal.&lt;br /&gt;&amp;copy;&amp;nbsp;WWF-Brasil / Luiz Fernandes&quot; border=&quot;0&quot; align=&quot;left&quot; hspace=&quot;4&quot; vspace=&quot;2&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;&lt;o:OfficeDocumentSettings&gt;&lt;o:TargetScreenSize&gt;800x600&lt;/o:TargetScreenSize&gt;&lt;/o:OfficeDocumentSettings&gt;&lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;&lt;w:WordDocument&gt;&lt;w:View&gt;Normal&lt;/w:View&gt;&lt;w:Zoom&gt;0&lt;/w:Zoom&gt;&lt;w:TrackMoves /&gt;&lt;w:TrackFormatting /&gt;&lt;w:HyphenationZone&gt;21&lt;/w:HyphenationZone&gt;&lt;w:PunctuationKerning /&gt;&lt;w:ValidateAgainstSchemas /&gt;&lt;w:SaveIfXMLInvalid&gt;false&lt;/w:SaveIfXMLInvalid&gt;&lt;w:IgnoreMixedContent&gt;false&lt;/w:IgnoreMixedContent&gt;&lt;w:AlwaysShowPlaceholderText&gt;false&lt;/w:AlwaysShowPlaceholderText&gt;&lt;w:DoNotPromoteQF /&gt;&lt;w:LidThemeOther&gt;PT-BR&lt;/w:LidThemeOther&gt;&lt;w:LidThemeAsian&gt;X-NONE&lt;/w:LidThemeAsian&gt;&lt;w:LidThemeComplexScript&gt;X-NONE&lt;/w:LidThemeComplexScript&gt;&lt;w:Compatibility&gt;&lt;w:BreakWrappedTables /&gt;&lt;w:SnapToGridInCell /&gt;&lt;w:WrapTextWithPunct /&gt;&lt;w:UseAsianBreakRules /&gt;&lt;w:DontGrowAutofit /&gt;&lt;w:SplitPgBreakAndParaMark /&gt;&lt;w:EnableOpenTypeKerning /&gt;&lt;w:DontFlipMirrorIndents /&gt;&lt;w:OverrideTableStyleHps /&gt;&lt;/w:Compatibility&gt;&lt;w:BrowserLevel&gt;MicrosoftInternetExplorer4&lt;/w:BrowserLevel&gt;&lt;m:mathPr&gt;&lt;m:mathFont m:val=&quot;Cambria Math&quot; 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cria&amp;#231;&amp;#227;o de um pacto em defesa das cabeceiras do Pantanal. O&amp;#160; evento acontece nos dias 10 e 11 de abril, na Universidade Estadual de Mato Grosso (Unemat), em C&amp;#225;ceres (MT).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A constru&amp;#231;&amp;#227;o do pacto integra o trabalho de mobiliza&amp;#231;&amp;#227;o realizado pelo WWF-Brasil e as institui&amp;#231;&amp;#245;es parceiras nesta regi&amp;#227;o do Mato Grosso, onde se concentram as nascentes dos principais rios que abastecem o Pantanal. O objetivo &amp;#233; estabelecer pol&amp;#237;ticas p&amp;#250;blicas positivas e integradoras nos munic&amp;#237;pios que comp&amp;#245;em a chamada &quot;caixa d&amp;#180;&amp;#225;gua&quot; do Pantanal, no planalto da bacia hidrogr&amp;#225;fica - onde est&amp;#227;o as nascentes do rio Paraguai e de seus afluentes - garantindo a harmonia social, econ&amp;#244;mica e ambiental neste importante patrim&amp;#244;nio natural. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O encontro &amp;#233; organizado pelo WWF-Brasil em parceira com a Prefeitura Municipal de C&amp;#225;ceres, Centro de Pesquisas do Pantanal (CPP), Unemat, The Nature Conservancy (TNC), Secretaria de Estado de Meio Ambiente do Mato Grosso (Sema), prefeitura de Reserva do Caba&amp;#231;al, cons&amp;#243;rcio Complexo Nascentes do Pantanal, Alian&amp;#231;a Eco &amp;#193;gua Pantanal, Sindicato dos T&amp;#233;cnicos da Educa&amp;#231;&amp;#227;o Superior da Universidade do Estado de Mato Grosso (Sintesmat), e conta com o apoio do Programa HSBC pela &amp;#193;gua.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Durante os dois dias, ser&amp;#227;o apresentados estudos t&amp;#233;cnicos e diagn&amp;#243;sticos ambientais realizados na regi&amp;#227;o, al&amp;#233;m de projetos e programas voltados para a redu&amp;#231;&amp;#227;o de impactos, gest&amp;#227;o de recursos h&amp;#237;dricos e recupera&amp;#231;&amp;#227;o de nascentes. O evento tamb&amp;#233;m contar&amp;#225; com apresenta&amp;#231;&amp;#245;es de experi&amp;#234;ncias de mobiliza&amp;#231;&amp;#227;o locais e de outros estados, a exemplo dos comit&amp;#234;s de bacias hidrogr&amp;#225;ficas e do trabalho de recupera&amp;#231;&amp;#227;o de &amp;#225;reas degradadas no munic&amp;#237;pio de Reserva do Caba&amp;#231;al (MT). A programa&amp;#231;&amp;#227;o inclui tamb&amp;#233;m trabalhos em grupo para o planejamento das a&amp;#231;&amp;#245;es e interven&amp;#231;&amp;#245;es visando &amp;#224; constru&amp;#231;&amp;#227;o do pacto. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&quot;Entendemos como fundamental que o pacto seja constru&amp;#237;do com a participa&amp;#231;&amp;#227;o de todos os segmentos que comp&amp;#245;em a gest&amp;#227;o de recursos h&amp;#237;dricos: poder p&amp;#250;blico, usu&amp;#225;rios e sociedade civil. Para n&amp;#243;s, um pacto s&amp;#243; pode ser feito com a participa&amp;#231;&amp;#227;o de todos os segmentos&quot;, afirma Glauco Kimura, coordenador do Programa &amp;#193;gua para a Vida do WWF-Brasil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O semin&amp;#225;rio faz parte das atividades do Programa HSBC pela &amp;#193;gua, uma parceira do WWF-Brasil com o banco, voltada para a preserva&amp;#231;&amp;#227;o e conserva&amp;#231;&amp;#227;o de nascentes do Pantanal e que tem como objetivo a constru&amp;#231;&amp;#227;o do pacto. A meta &amp;#233; recuperar pelo menos 30 nascentes nas cabeceiras do Pantanal, envolvendo cerca de 20 munic&amp;#237;pios na regi&amp;#227;o, com impacto em mais de 700 quil&amp;#244;metros de rios do Pantanal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As a&amp;#231;&amp;#245;es de conserva&amp;#231;&amp;#227;o nesta regi&amp;#227;o s&amp;#227;o fundamentais para a manuten&amp;#231;&amp;#227;o do bioma pantaneiro. Isso porque, apesar da grande contribui&amp;#231;&amp;#227;o h&amp;#237;drica desses munic&amp;#237;pios para o Pantanal, estudos apontam que &amp;#233; justamente no Cerrado da bacia hidrogr&amp;#225;fica que ocorrem os maiores impactos, principalmente devido ao mau uso do solo e &amp;#224; degrada&amp;#231;&amp;#227;o de nascentes. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Risco ecol&amp;#243;gico&lt;/strong&gt; - Em fevereiro de 2012, o WWF-Brasil lan&amp;#231;ou, em parceria com a The Nature Conservancy e o Centro de Pesquisas do Pantanal, um estudo sobre a An&amp;#225;lise de Risco Ecol&amp;#243;gico da Bacia Hidrogr&amp;#225;fica do rio Paraguai. O estudo apontou a degrada&amp;#231;&amp;#227;o de nascentes e barramento de rios que fluem de &amp;#225;reas de planalto (Cerrado) para a plan&amp;#237;cie pantaneira como principais amea&amp;#231;as &amp;#224; conserva&amp;#231;&amp;#227;o da Bacia do rio Paraguai e &amp;#224; sobreviv&amp;#234;ncia do Pantanal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O diagn&amp;#243;stico trouxe elementos importantes para a constru&amp;#231;&amp;#227;o do projeto de conserva&amp;#231;&amp;#227;o das nascentes, que ganhou mais for&amp;#231;a com a aprova&amp;#231;&amp;#227;o de uma mo&amp;#231;&amp;#227;o em defesa das cabeceiras do Pantanal. A mo&amp;#231;&amp;#227;o, proposta pelo WWF-Brasil e pelos comit&amp;#234;s do rio Sepotuba e do rio Cuiab&amp;#225;, foi aprovada por unanimidade no Encontro Nacional de Comit&amp;#234;s de Bacias Hidrogr&amp;#225;ficas (Encob), realizado em Cuiab&amp;#225; (MT), em novembro de 2012.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O documento,&amp;#160; encaminhado ao governo do estado do Mato Grosso, Minist&amp;#233;rio do Meio Ambiente (MMA), Ag&amp;#234;ncia Nacional de &amp;#193;guas (ANA) e aos munic&amp;#237;pios do estado onde est&amp;#227;o as nascentes do Pantanal, &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;mso-ansi-language:PT-BR&quot;&gt;&lt;span style=&quot;mso-spacerun:yes&quot;&gt;destaca a import&amp;#226;ncia do Pantanal, Patrim&amp;#244;nio Natural da Humanidade e&amp;#160; conclama as institui&amp;#231;&amp;#245;es para desenvolver a&amp;#231;&amp;#245;es que ajudem na prote&amp;#231;&amp;#227;o  das cabeceiras do Pantanal. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;mso-ansi-language:PT-BR&quot;&gt;&lt;span style=&quot;mso-spacerun:yes&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Servi&amp;#231;o:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O que&lt;/strong&gt;: Semin&amp;#225;rio em defesa das cabeceiras do Pantanal&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Onde: &lt;/strong&gt;Audit&amp;#243;rio da Agronomia da Universidade Estadual de Mato Grosso (UNEMAT), C&amp;#225;ceres, em frente ao gin&amp;#225;sio da Cidade Universit&amp;#225;ria, na Avenida Santos Dumont, antigo aeroporto. &lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Quando&lt;/strong&gt;: 10 e 11 de abril de 2013.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;</description>
				<dc:date>2013-04-08</dc:date>
			</item>
		
						
			<item>
				<title>Participa&amp;#231;&amp;#227;o cidad&amp;#227; &amp;#233; debatida pelos conselheiros de Unidades de Conserva&amp;#231;&amp;#227;o no Acre</title>
				<link>http://www.wwf.org.br/informacoes/?uNewsID=34542</link>
				<description>&lt;a href=&quot;http://www.wwf.org.br/informacoes/?uNewsID=34542&quot;&gt;&lt;img src=&quot;http://d3nehc6yl9qzo4.cloudfront.net/img/oficina_conselho_ucs_acre__48612.jpg&quot; width=&quot;146&quot; height=&quot;98&quot; alt=&quot;Os conselheiros das Reservas Extrativistas (Resex) Chico Mendes e Cazumb&amp;#225;-Iracema e das Florestas Nacionais (Flonas) Macau&amp;#227; e S&amp;#227;o Francisco estiveram reunidos em Rio Branco (AC) para uma oficina de capacita&amp;#231;&amp;#227;o realizada pelo Programa Amaz&amp;#244;nia do WWF-Brasil. &lt;br /&gt;&amp;copy;&amp;nbsp;WWF-Brasil / Fernanda Melonio&quot; border=&quot;0&quot; align=&quot;left&quot; hspace=&quot;4&quot; vspace=&quot;2&quot; /&gt;&lt;/a&gt;Nos dias 20 a 22 de mar&amp;#231;o, os conselheiros das Reservas Extrativistas (Resex) Chico Mendes e Cazumb&amp;#225;-Iracema e das Florestas Nacionais (Flonas) Macau&amp;#227; e S&amp;#227;o Francisco se reuniram em Rio Branco (AC) para uma oficina de forma&amp;#231;&amp;#227;o realizada pelo Programa Amaz&amp;#244;nia do WWF-Brasil. O evento, que contou com a parceria do Instituto Chico Mendes de Conserva&amp;#231;&amp;#227;o da Biodiversidade (ICMBio) e dos gestores das quatro unidades participantes, foi promovido com o intuito de nivelar e formar principalmente novos  integrantes dos conselhos das Resex e Flonas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os conselhos s&amp;#227;o espa&amp;#231;os p&amp;#250;blicos utilizados como canal de participa&amp;#231;&amp;#227;o da sociedade nas decis&amp;#245;es da gest&amp;#227;o das Unidades de Conserva&amp;#231;&amp;#227;o (UCs), desde a preven&amp;#231;&amp;#227;o de problemas at&amp;#233; a solu&amp;#231;&amp;#227;o das quest&amp;#245;es socioambientais da regi&amp;#227;o da Unidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Compareceram 25 conselheiros das quatro unidades de conserva&amp;#231;&amp;#227;o, pertencentes aos mais diversos segmentos da sociedade: desde representantes das comunidades e associa&amp;#231;&amp;#245;es de moradores at&amp;#233; membros das secretarias dos munic&amp;#237;pios abrangidos pelas UCs, al&amp;#233;m de representantes do ICMBio e de ONGs. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A oficina foi motivada pelos resultados e recomenda&amp;#231;&amp;#245;es do estudo &quot;Reflex&amp;#245;es sobre conselhos gestores de Unidades de Conserva&amp;#231;&amp;#227;o Federais apoiadas pelo WWF-Brasil&quot;, que re&amp;#250;ne li&amp;#231;&amp;#245;es aprendidas nas Resex Chico Mendes e Cazumb&amp;#225;-Iracema; nas Flonas Macau&amp;#227; e S&amp;#227;o Francisco; e no Parque Nacional do Juruena (AM-MT).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os participantes discutiram sobre a Lei do Sistema Nacional de Unidades de Conserva&amp;#231;&amp;#227;o (Snuc) e a import&amp;#226;ncia das UCs, al&amp;#233;m de conceitos e reflex&amp;#245;es sobre o papel do conselho, os tipos de participa&amp;#231;&amp;#227;o poss&amp;#237;veis dentro das UCs e as dificuldades para sua implementa&amp;#231;&amp;#227;o. Moacyr Ara&amp;#250;jo, gestor do Projeto Cabeceiras (WWF-Brasil), afirma que &quot;este &amp;#233; um momento de nivelamento de conhecimento t&amp;#233;cnico sobre a legisla&amp;#231;&amp;#227;o das Unidades de Conserva&amp;#231;&amp;#227;o, e sobre o mecanismo de funcionamento dos conselhos&quot;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A participa&amp;#231;&amp;#227;o cidad&amp;#227;, que na defini&amp;#231;&amp;#227;o da autora Sherry Arnstein &amp;#233; a &quot;redistribui&amp;#231;&amp;#227;o do poder que permite aos cidad&amp;#227;os atualmente exclu&amp;#237;dos dos processos econ&amp;#244;micos e pol&amp;#237;ticos a serem ativamente inclu&amp;#237;dos no futuro&quot;, foi amplamente debatida pelos conselheiros. Foram discutidas poss&amp;#237;veis solu&amp;#231;&amp;#245;es para as diversas dificuldades identificadas, principalmente no que diz respeito &amp;#224; comunica&amp;#231;&amp;#227;o de decis&amp;#245;es e &amp;#224; coleta de opini&amp;#245;es e solicita&amp;#231;&amp;#245;es dentro das comunidades.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com Cl&amp;#225;udia Concei&amp;#231;&amp;#227;o Cunha, analista ambiental do ICMBio/CNPT, &quot;esta oficina tem um sabor especial, pois &amp;#233; a primeira vez que conseguimos reunir conselheiros de diferentes unidades de conserva&amp;#231;&amp;#227;o para falar sobre o Conselho, o que j&amp;#225; funciona como troca de experi&amp;#234;ncias, pois essa pr&amp;#225;tica faz com que eu saia um pouco do &apos;meu mundo&apos; e olhe o &apos;mundo do outro&apos;. Pensar nas poss&amp;#237;veis dificuldades para melhorar a efici&amp;#234;ncia dos conselhos &amp;#233; uma tarefa de todos: do &amp;#243;rg&amp;#227;o gestor, que tem essa responsabilidade primeira de propiciar um espa&amp;#231;o de participa&amp;#231;&amp;#227;o &amp;#8211; algo previsto na Lei do Snuc &amp;#8211;, e de cada representante&quot;, advertiu Cl&amp;#225;udia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Manuel Oliveira de Ara&amp;#250;jo, representante da Cooperativa de Marceneiros de Sena Madureira, comenta que &quot;muita gente nem sabe por que foi criada a Reserva, mas se n&amp;#227;o fosse criada, a &amp;#225;rea j&amp;#225; teria sido destru&amp;#237;da&quot;. Para ele, &quot;eventos como este s&amp;#227;o importantes para que possamos compreender como cuidar melhor do nosso espa&amp;#231;o&quot;. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Qual deve ser a forma&amp;#231;&amp;#227;o do Conselho de uma Unidade de Conserva&amp;#231;&amp;#227;o?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um conselho de gest&amp;#227;o de UC deve ser constitu&amp;#237;do por representantes de &amp;#243;rg&amp;#227;os p&amp;#250;blicos e da sociedade civil, como ONGs e comunidade cient&amp;#237;fica com atua&amp;#231;&amp;#227;o na &amp;#225;rea, popula&amp;#231;&amp;#227;o tradicional, propriet&amp;#225;rios de im&amp;#243;veis no interior das UCs e setor privado atuante na regi&amp;#227;o, dentre outros. O ideal &amp;#233; que o conselho esteja sempre aberto ao di&amp;#225;logo e &amp;#224; negocia&amp;#231;&amp;#227;o, e tenha representatividade de todos os segmentos da sociedade que tenham envolvimento com a Unidade, levando em conta os saberes, interesses e inquieta&amp;#231;&amp;#245;es de cada grupo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dependendo do tipo de UC, o conselheiro pode ser a inst&amp;#226;ncia m&amp;#225;xima na tomada de decis&amp;#245;es sobre os projetos que acontecem na &amp;#225;rea: &amp;#233; o caso das Reservas de Desenvolvimento Sustent&amp;#225;vel (RDS) e das Resex na oficina, cujo conselho opera de modo deliberativo, ou seja, discute os assuntos da UC para decidir coletivamente a solu&amp;#231;&amp;#227;o a ser tomada. No caso das Flonas, h&amp;#225; um conselho consultivo, que n&amp;#227;o emite resolu&amp;#231;&amp;#245;es, mas discute e coleta a opini&amp;#227;o dos conselheiros. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para Jasylene Abreu, analista de conserva&amp;#231;&amp;#227;o do WWF-Brasil, a forma&amp;#231;&amp;#227;o dos conselheiros &amp;#233; fundamental para ampliar a participa&amp;#231;&amp;#227;o das pessoas nos conselhos: &quot;as UCs precisam ter um conselho atuante, participativo e com condi&amp;#231;&amp;#245;es de tomar decis&amp;#245;es. Quando discutimos o papel do conselheiro e quais os conhecimentos que eles precisam ter para melhorar sua participa&amp;#231;&amp;#227;o, de certa forma contribu&amp;#237;mos para a implementa&amp;#231;&amp;#227;o da Unidade, pois de posse destes conhecimentos os conselheiros podem se articular melhor com o poder p&amp;#250;blico e com a gest&amp;#227;o da Unidade, e trazer a comunidade para fazer parte dessa gest&amp;#227;o&quot;, conclui Jasylene.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nos pr&amp;#243;ximos cursos, ser&amp;#227;o abordados temas como a sustentabilidade e o funcionamento do Conselho, os instrumentos de gest&amp;#227;o das UCs, forma&amp;#231;&amp;#227;o pol&amp;#237;tica para conselheiros, manejo florestal e legisla&amp;#231;&amp;#227;o ambiental, dentre outros assuntos. O segundo m&amp;#243;dulo da oficina de forma&amp;#231;&amp;#227;o ocorrer&amp;#225; nos dias 9 e 10 de maio, em Brasil&amp;#233;ia (AC).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;</description>
				<dc:date>2013-04-04</dc:date>
			</item>
		
						
			<item>
				<title>WWF-Brasil e parceiros celebraram o Dia Mundial da &amp;#193;gua com diferentes iniciativas pelo pa&amp;#237;s</title>
				<link>http://www.wwf.org.br/informacoes/?uNewsID=34502</link>
				<description>&lt;a href=&quot;http://www.wwf.org.br/informacoes/?uNewsID=34502&quot;&gt;&lt;img src=&quot;http://d3nehc6yl9qzo4.cloudfront.net/img/image016_48552.jpg&quot; width=&quot;146&quot; height=&quot;96&quot; alt=&quot;Lan&amp;#231;amento da exposi&amp;#231;&amp;#227;o fotogr&amp;#225;fica &quot;&amp;#193;guas da Serrinha do Parano&amp;#225;&quot;, na C&amp;#226;mara Legislativa do DF.&lt;br /&gt;&amp;copy;&amp;nbsp;Carlos Santos / WWF-Brasil&quot; border=&quot;0&quot; align=&quot;left&quot; hspace=&quot;4&quot; vspace=&quot;2&quot; /&gt;&lt;/a&gt;Na semana do Dia Mundial da &amp;#193;gua (18 a 24 de mar&amp;#231;o), em que foi realizada a quinta edi&amp;#231;&amp;#227;o da Hora do Planeta, o WWF-Brasil participou de diferentes a&amp;#231;&amp;#245;es para comemorar a data, entre elas a audi&amp;#234;ncia p&amp;#250;blica &quot;O Retrato das &amp;#193;guas no Brasil&quot;, promovida pela Comiss&amp;#227;o de Meio Ambiente da C&amp;#226;mera dos Deputados, em Bras&amp;#237;lia. O representante do WWF- Brasil no evento, Glauco Kimura de Freitas, destacou a import&amp;#226;ncia de fortalecer a gest&amp;#227;o das &amp;#225;guas no pa&amp;#237;s de forma integrada e participativa, que &amp;#233; um dos fundamentos da Lei das &amp;#193;guas. Tamb&amp;#233;m chamou a aten&amp;#231;&amp;#227;o para a necessidade de engajamento e maior compreens&amp;#227;o da sociedade sobre o tema. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Algumas atividades ocorreram no &amp;#226;mbito do Projeto Bacias, uma parceria entre a AmBev e o WWF-Brasil, que tem hoje como objetivo a conserva&amp;#231;&amp;#227;o e preserva&amp;#231;&amp;#227;o de uma das mais importantes bacias hidrogr&amp;#225;ficas do pa&amp;#237;s, a bacia do Corumb&amp;#225;-Parano&amp;#225;, no Distrito Federal. Umas das iniciativas  realizadas pelo Projeto Bacias foi o lan&amp;#231;amento da exposi&amp;#231;&amp;#227;o fotogr&amp;#225;fica &quot;&amp;#193;guas da Serrinha do Parano&amp;#225;&quot;, na C&amp;#226;mara Legislativa do DF. A exposi&amp;#231;&amp;#227;o ficar&amp;#225; aberta para visita&amp;#231;&amp;#227;o at&amp;#233; o dia 19 de abril. Ela apresenta fotografias dos monitoramentos que foram realizados durante o Projeto Bacias no Cerrado, e pretende conscientizar a popula&amp;#231;&amp;#227;o sobre a conserva&amp;#231;&amp;#227;o da &amp;#225;gua. Esse evento &amp;#233; resultante de uma parceria do WWF-Brasil,&amp;#160;Instituto Internacional de Educa&amp;#231;&amp;#227;o do Brasil (IEB) e a entidade Semear Educa&amp;#231;&amp;#227;o. A exposi&amp;#231;&amp;#227;o cont&amp;#233;m 30 fotos de duas regi&amp;#245;es-alvo do Projeto: a serrinha do Parano&amp;#225; e o c&amp;#243;rrego Crispim no Gama.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outra atividade realizada pelo Projeto Bacias foi a &quot;A&amp;#231;&amp;#227;o Educativa em Comemora&amp;#231;&amp;#227;o ao Dia Mundial da &amp;#193;gua&quot;, na sexta-feira, dia 22 de mar&amp;#231;o, em frente &amp;#224; f&amp;#225;brica da AmBev no Gama, em Bras&amp;#237;lia. Os moradores do entorno foram mobilizados a participar da a&amp;#231;&amp;#227;o, que visava &amp;#224; conscientiza&amp;#231;&amp;#227;o no uso racional da &amp;#225;gua, a divulga&amp;#231;&amp;#227;o do Movimento Prainha Viva de monitoramento das a&amp;#231;&amp;#245;es do Governo do Distrito Federal (GDF), e um cadastramento de pessoas interessadas em participar do movimento. O Parque da Prainha, no Gama foi um dos contemplados a se beneficiar com a revitaliza&amp;#231;&amp;#227;o proposta pelo programa Bras&amp;#237;lia Cidade Parque, do GDF. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&quot;O Movimento Prainha Viva tem como objetivos principais estimular, articular e fortalecer as a&amp;#231;&amp;#245;es sustent&amp;#225;veis, lutar por um ambiente saud&amp;#225;vel como parte integrante dos direitos humanos, respeitando a vida em todas as suas manifesta&amp;#231;&amp;#245;es&quot; afirmou Mar&amp;#237;lia Rabello, assessora de comunica&amp;#231;&amp;#227;o da Administra&amp;#231;&amp;#227;o do Gama, e participante da Agenda 21 do Gama e do Movimento Prainha Viva.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O HSBC, igualmente parceiro do WWF-Brasil pela   conserva&amp;#231;&amp;#227;o dos recursos h&amp;#237;dricos brasileiros h&amp;#225; mais de 10 anos, celebrou o Dia Mundial da &amp;#193;gua promovendo no s&amp;#225;bado, dia 23 de mar&amp;#231;o, o movimento &quot;Mobilize-se pela &amp;#193;gua&quot; em  nove capitais diferentes do Brasil &amp;#8212; S&amp;#227;o Paulo, Curitiba, Rio de Janeiro, Porto Alegre, Florian&amp;#243;polis, Recife, Goi&amp;#226;nia, Campo Grande e Bras&amp;#237;lia. Nessas cidades, colaboradores do banco fizeram sua parte pelo meio ambiente, participando de atividades como plantio de mudas, recupera&amp;#231;&amp;#227;o de nascentes, recupera&amp;#231;&amp;#227;o de matas ciliares e  medi&amp;#231;&amp;#227;o da qualidade da &amp;#225;guas dos rios&lt;br /&gt;</description>
				<dc:date>2013-04-01</dc:date>
			</item>
		
						
			<item>
				<title>Acordo pela pecu&amp;#225;ria sustent&amp;#225;vel &amp;#233; positivo, mas monitoramento deixa d&amp;#250;vidas</title>
				<link>http://www.wwf.org.br/informacoes/?uNewsID=34482</link>
				<description>&lt;a href=&quot;http://www.wwf.org.br/informacoes/?uNewsID=34482&quot;&gt;&lt;img src=&quot;http://d3nehc6yl9qzo4.cloudfront.net/img/zap_br_set2010_037a_47734.jpg&quot; width=&quot;146&quot; height=&quot;90&quot; alt=&quot;O desmatamento associado &amp;#224; pecu&amp;#225;ria pode ser evitado com maior regula&amp;#231;&amp;#227;o setorial&lt;br /&gt;&amp;copy;&amp;nbsp;WWF-Brasil/Bruno Taitson&quot; border=&quot;0&quot; align=&quot;left&quot; hspace=&quot;4&quot; vspace=&quot;2&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;por Geralda Magela&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;Bras&amp;#237;lia (DF) - O termo de coopera&amp;#231;&amp;#227;o t&amp;#233;cnica pela pecu&amp;#225;ria sustent&amp;#225;vel, assinado por&amp;#160;Minist&amp;#233;rio P&amp;#250;blico Federal (MPF) e&amp;#160;Associa&amp;#231;&amp;#227;o Brasileira de Supermercados (Abras) no &amp;#250;ltimo dia 26 &amp;#233; considerado positivo pelo WWF-Brasil.&amp;#160;&quot;Acreditamos na constru&amp;#231;&amp;#227;o de solu&amp;#231;&amp;#245;es pactuadas entre setores a fim de fomentar melhores pr&amp;#225;ticas produtivas da pecu&amp;#225;ria bovina brasileira&quot;, afirmou a secret&amp;#225;ria-geral do WWF-Brasil, Maria Cec&amp;#237;lia Wey de Brito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O acordo&amp;#160;traz mais um mecanismo de controle da origem da carne bovina e estimula as discuss&amp;#245;es sobre o setor&amp;#160; na sociedade brasileira. A&amp;#160;Abras se compromete a informar e a orientar as empresas do setor de supermercados sobre pr&amp;#225;ticas de combate ao com&amp;#233;rcio de carne bovina proveniente de fazendas nas quais tenham sido comprovadas irregularidades ambientais e sociais,&amp;#160;indicadas pelo MPF e pelo Governo Federal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O objetivo &amp;#233; evitar que supermercados comprem carne oriunda de &amp;#225;reas desmatadas na Amaz&amp;#244;nia ou de propriedades que apresentem outras irregularidades socioambientais, como invas&amp;#227;o de terras p&amp;#250;blicas,&amp;#160;trabalho escravo ou degradante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As informa&amp;#231;&amp;#245;es ser&amp;#227;o divulgadas no portal da&amp;#160;Abras e em publica&amp;#231;&amp;#245;es enviadas a seus associados.&amp;#160; A associa&amp;#231;&amp;#227;o incentivar&amp;#225; supermercados a informar, nos pontos de venda, a origem da carne e as a&amp;#231;&amp;#245;es realizadas pela empresa e pelos parceiros para melhorar a cadeira produtiva.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entre os pontos positivos destacados por Maria&amp;#160;Cec&amp;#237;lia, do WWF-Brasil, est&amp;#225; o fato de o acordo ser assinado por uma institui&amp;#231;&amp;#227;o representativa de empresas que t&amp;#234;m participa&amp;#231;&amp;#227;o significativa no mercado global e tamb&amp;#233;m pela possibilidade de envolver o consumidor. &quot;A medida tamb&amp;#233;m poder&amp;#225; levar as discuss&amp;#245;es sobre o setor para a sociedade, e isso &amp;#233; muito salutar&quot;, disse.&amp;#160;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No entanto, ainda existem d&amp;#250;vidas sobre a qualidade dos dados disponibilizados para consulta e quais ferramentas de monitoramento ser&amp;#227;o utilizadas nos processos comerciais (rastreabilidade, origem, abate, entre outros).&amp;#160; &quot;Tamb&amp;#233;m n&amp;#227;o est&amp;#225; claro como e se ser&amp;#227;o adotadas medidas punitivas&quot;, destacou&amp;#160;a secret&amp;#225;ria-geral do WWF-Brasil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O WWF-Brasil trabalha com o segmento produtivo da carne estimulando&amp;#160;pr&amp;#225;ticas produtivas de menor impacto socioambiental, como a Pecu&amp;#225;ria Org&amp;#226;nica Certificada no Pantanal e a&amp;#231;&amp;#245;es educativas junto aos produtores, no Cerrado e no Pantanal. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tamb&amp;#233;m atua no desenvolvimento de estudos sobre a cadeia produtiva em biomas como a Amaz&amp;#244;nia e por meio da participa&amp;#231;&amp;#227;o em f&amp;#243;runs nacionais e internacionais de discuss&amp;#227;o, entre ele, Mesa Global e o Grupo de Trabalho da Pecu&amp;#225;ria Sustent&amp;#225;vel. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nesses f&amp;#243;runs, busca construir crit&amp;#233;rios de melhoria cont&amp;#237;nua e criar indicadores de avalia&amp;#231;&amp;#227;o e de monitoramento para toda a cadeira produtiva, e n&amp;#227;o para apenas um segmento.&lt;/p&gt;</description>
				<dc:date>2013-03-27</dc:date>
			</item>
		
						
			<item>
				<title>WWF-Brasil e ICMBio inauguram base flutuante no Parna do Juruena</title>
				<link>http://www.wwf.org.br/informacoes/?uNewsID=34442</link>
				<description>&lt;a href=&quot;http://www.wwf.org.br/informacoes/?uNewsID=34442&quot;&gt;&lt;img src=&quot;http://d3nehc6yl9qzo4.cloudfront.net/img/_mg_0037_48512.jpg&quot; width=&quot;146&quot; height=&quot;97&quot; alt=&quot;Flutuante &amp;#233; m&amp;#243;vel e pode ser transportado pelo interior do Parque Nacional do Juruena&lt;br /&gt;&amp;copy;&amp;nbsp;WWF-Brasil / Marcelo Oliveira&quot; border=&quot;0&quot; align=&quot;left&quot; hspace=&quot;4&quot; vspace=&quot;2&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&amp;#160;&lt;br /&gt;O WWF-Brasil e o Instituto Chico Mendes de Conserva&amp;#231;&amp;#227;o da Biodiversidade (ICMBio) inauguram na pr&amp;#243;xima quarta-feira, dia 27 de mar&amp;#231;o, uma base operacional flutuante no interior do Parque Nacional do Juruena, situada entre o Amazonas e o Mato Grosso.&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Na ocasi&amp;#227;o, ser&amp;#225; realizada uma solenidade que vai contar com a presen&amp;#231;a do presidente do ICMBio, Roberto Vinzentin, do superintendente de conserva&amp;#231;&amp;#227;o do WWF-Brasil, Mauro Armelin, de t&amp;#233;cnicos das duas institui&amp;#231;&amp;#245;es e representantes de comunidades pr&amp;#243;ximas, como a Barra do S&amp;#227;o Manoel.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Dentro do Parque Nacional do Juruena, o flutuante servir&amp;#225; como instrumento de apoio &amp;#224;s a&amp;#231;&amp;#245;es de fiscaliza&amp;#231;&amp;#227;o e prote&amp;#231;&amp;#227;o da unidade. Al&amp;#233;m de garantir maior presen&amp;#231;a institucional do Estado no interior da Unidade de Conserva&amp;#231;&amp;#227;o (UC), a base flutuante vai contribuir para a integra&amp;#231;&amp;#227;o entre a equipe gestora do Parque e as comunidades locais. &amp;#160;&amp;#160;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;O flutuante tamb&amp;#233;m ser&amp;#225; utilizado como base de apoio a pesquisadores, possibilitando a gera&amp;#231;&amp;#227;o de conhecimento cient&amp;#237;fico sobre a biodiversidade local e apoiando a gera&amp;#231;&amp;#227;o do plano de uso p&amp;#250;blico da Unidade de Conserva&amp;#231;&amp;#227;o. Este plano indica os potenciais tur&amp;#237;sticos da regi&amp;#227;o, como cachoeiras, corredeiras, cavernas e locais prop&amp;#237;cios ao ecoturismo ou turismo de aventura.&amp;#160;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Estrutura impressionante&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;A base flutuante foi constru&amp;#237;da por uma empresa contratada pelo WWF-Brasil. Sua constru&amp;#231;&amp;#227;o custou cerca de R$ 470 mil e utilizou madeira oriunda de apreens&amp;#245;es realizadas pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente (Ibama) no munic&amp;#237;pio mato-grossense de Sinop, a 505 quil&amp;#244;metros de Cuiab&amp;#225;. Ap&amp;#243;s o fim da constru&amp;#231;&amp;#227;o, a base foi entregue e doada ao ICMBIo pelo WWF.&amp;#160;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Ao vivo, a base flutuante impressiona por seu tamanho e pela estrutura dispon&amp;#237;vel. Ela possui 14 metros de comprimento, seis metros de largura, 11 c&amp;#244;modos e pode suportar pesos de at&amp;#233; 20 toneladas. O flutuante possui quartos para oito pessoas, cozinha, sala de comunica&amp;#231;&amp;#245;es e reuni&amp;#227;o, dois banheiros, &amp;#225;rea de servi&amp;#231;o e &amp;#225;rea externa.&lt;br /&gt;&amp;#160;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;A constru&amp;#231;&amp;#227;o da base flutuante levou cerca de quatro meses. Ela foi concebida com o aux&amp;#237;lio de uma equipe composta de um arquiteto, engenheiros navais, gestores do Parque Nacional do Juruena e profissionais com experi&amp;#234;ncia em constru&amp;#231;&amp;#227;o de cascos flutuantes.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;O equipamento conta ainda com outras estruturas cujo objetivo &amp;#233; minimizar seu impacto no rio Juruena: ele possui um sistema fotovoltaico, de capta&amp;#231;&amp;#227;o de energia solar, para a gera&amp;#231;&amp;#227;o de energia (com gerador sobressalente caso seja necess&amp;#225;rio); e uma esta&amp;#231;&amp;#227;o de tratamento de esgoto que limpa os efluentes dom&amp;#233;sticos (produtos de pias, cozinhas e banheiros) antes de despej&amp;#225;-los no rio.&amp;#160;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Base possui mobilidade&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;A base flutuante atende todas as normas de seguran&amp;#231;a estabelecidas pela Marinha e possui mobilidade - pode ser &quot;rebocada&quot; por pequenas voadeiras e atingir v&amp;#225;rios pontos distintos dentro do Parque Nacional do Juruena, que possui 1,95 milh&amp;#227;o de hectares.&lt;br /&gt;&amp;#160;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;O superintendente de conserva&amp;#231;&amp;#227;o do WWF-Brasil, Mauro Armelin, destacou que a ajuda aos governos e o apoio ao estabelecimento de parcerias p&amp;#250;blico-privadas &amp;#233; uma das miss&amp;#245;es do WWF-Brasil. &quot;Ao realizar esta doa&amp;#231;&amp;#227;o ao ICMBio, estamos promovendo mais oportunidades de conserva&amp;#231;&amp;#227;o do Parque Nacional do Juruena e mostrando que a sociedade civil brasileira est&amp;#225; interessada e atenta &amp;#224; conserva&amp;#231;&amp;#227;o das UC&apos;s do Pa&amp;#237;s, nossos maiores patrim&amp;#244;nios naturais e econ&amp;#244;micos&quot;, disse.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Comunidades beneficiadas&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;O presidente do ICMBio, Roberto Vizentin, lembrou que a base flutuante tamb&amp;#233;m vai beneficiar as comunidades que vivem no Parque. &quot;&amp;#201; como se estiv&amp;#233;ssemos instalando uma base avan&amp;#231;ada do Instituto ali. Estamos nos aproximando fisicamente n&amp;#227;o s&amp;#243; do Parque, mas tamb&amp;#233;m das comunidades do entorno. Al&amp;#233;m disso, o funcionamento dessa base m&amp;#243;vel &amp;#233; uma resposta &amp;#224;s demandas dos ribeirinhos e possibilita um di&amp;#225;logo e uma presen&amp;#231;a mais permanente do Instituto&quot;, explicou o presidente.&amp;#160;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Vizentin afirmou ainda que a base flutuante representa uma grande melhoria nas condi&amp;#231;&amp;#245;es de trabalho das equipes do ICMBio - que ter&amp;#227;o uma base de apoio para incurs&amp;#245;es mais dif&amp;#237;ceis e demoradas ao interior do Parque, um peda&amp;#231;o ainda in&amp;#243;spito da Amaz&amp;#244;nia. Esta base ser&amp;#225;, nas palavras de Vinzentin, &quot;condi&amp;#231;&amp;#227;o essencial a para a gest&amp;#227;o do Juruena&quot; e &quot;uma refer&amp;#234;ncia para um conjunto enorme de a&amp;#231;&amp;#245;es&quot;.&lt;/div&gt;</description>
				<dc:date>2013-03-26</dc:date>
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				<title>Oficina debateu gerenciamento de &amp;#225;reas protegidas no Acre</title>
				<link>http://www.wwf.org.br/informacoes/?uNewsID=34062</link>
				<description>&lt;a href=&quot;http://www.wwf.org.br/informacoes/?uNewsID=34062&quot;&gt;&lt;img src=&quot;http://d3nehc6yl9qzo4.cloudfront.net/img/seanp_acre_marco2013_47912.jpg&quot; width=&quot;146&quot; height=&quot;110&quot; alt=&quot;Participaram diversos &amp;#243;rg&amp;#227;os e institui&amp;#231;&amp;#245;es que comp&amp;#245;em o Sistema Estadual de &amp;#193;reas Naturais Protegidas do Acre (Seanp-AC) para discutir a cria&amp;#231;&amp;#227;o de novos instrumentos de aperfei&amp;#231;oamento do Sistema.&lt;br /&gt;&amp;copy;&amp;nbsp;WWF-Brasil / Fernanda Melonio&quot; border=&quot;0&quot; align=&quot;left&quot; hspace=&quot;4&quot; vspace=&quot;2&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;por Fernanda Melonio*&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Secretaria de Estado de Meio Ambiente do Acre (Sema) realizou nos dias 07 e 08 de mar&amp;#231;o, em Rio Branco, uma oficina envolvendo &amp;#243;rg&amp;#227;os e institui&amp;#231;&amp;#245;es que comp&amp;#245;em o Sistema Estadual de &amp;#193;reas Naturais Protegidas do Acre (Seanp-AC) para discutir a cria&amp;#231;&amp;#227;o de novos instrumentos de aperfei&amp;#231;oamento do Sistema.&amp;#160;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Participaram da oficina representantes do Instituto de Mudan&amp;#231;as Clim&amp;#225;ticas (IMC), Instituto de Meio Ambiente do Acre (IMAC), Secretaria de Desenvolvimento Florestal, da Ind&amp;#250;stria, do Com&amp;#233;rcio e dos Servi&amp;#231;os Sustent&amp;#225;veis (Sedens), Secretaria de Estado de Educa&amp;#231;&amp;#227;o (SEE), Batalh&amp;#227;o de Policiamento Ambiental, Assessoria Especial para Assuntos Ind&amp;#237;genas do Acre, Instituto Chico Mendes de Biodiversidade (ICMBio), Centro Nacional de Desenvolvimento Sustentado das Popula&amp;#231;&amp;#245;es Tradicionais (CNPT), Funda&amp;#231;&amp;#227;o Nacional do &amp;#205;ndio (Funai), WWF-Brasil, GIZ/AC, FUNBIO e UFRRJ.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Processo participativo e multi-institucional&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;N&amp;#227;o &amp;#233; exatamente uma novidade que existem mais esp&amp;#233;cies de animais e plantas na Amaz&amp;#244;nia do que na maior parte do mundo. Dentre os estados brasileiros que fazem parte do bioma, o Acre &amp;#233; um dos que concentra a maior biodiversidade e se destaca por conservar florestas em 88% de seu territ&amp;#243;rio, sendo boa parte delas destinadas &amp;#224; manuten&amp;#231;&amp;#227;o, conserva&amp;#231;&amp;#227;o e uso sustent&amp;#225;vel dos recursos naturais. Com o intuito de gerenciar este grande corredor ecol&amp;#243;gico, foi criado em 2001 o Seanp-AC, que hoje compreende 75% do territ&amp;#243;rio do estado e uma popula&amp;#231;&amp;#227;o estimada de 100 mil pessoas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O SEANP &amp;#233; diferente de outros sistemas legais vigentes no pa&amp;#237;s, como o Sistema Nacional de Unidades de Conserva&amp;#231;&amp;#227;o (Snuc), porque envolve o gerenciamento de mais categorias. Enquanto o SNUC, aprovado em 2000, &amp;#233; constitu&amp;#237;do apenas por Unidades de Conserva&amp;#231;&amp;#227;o de Prote&amp;#231;&amp;#227;o Integral e as de Uso Sustent&amp;#225;vel, o Seanp, al&amp;#233;m das categorias abrangidas pelo Snuc, reconhece as terras ind&amp;#237;genas, os projetos de assentamento diferenciados &amp;#8211; extrativista, desenvolvimento sustent&amp;#225;vel e florestal &amp;#8211; e, finalmente, as reservas legais e &amp;#225;reas de preserva&amp;#231;&amp;#227;o permanentes (APPs) de propriedades particulares. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com isto, h&amp;#225; um gerenciamento mais pontual das &amp;#225;reas protegidas do Estado do Acre, que s&amp;#227;o vistas como um conjunto integrado. No entanto, tamanha diversidade de abrang&amp;#234;ncia faz com que seja necess&amp;#225;ria a elabora&amp;#231;&amp;#227;o de instrumentos de gest&amp;#227;o, financeiros e legais mais espec&amp;#237;ficos. Para o secret&amp;#225;rio de Meio Ambiente do Acre, Edegard de Deus, a import&amp;#226;ncia da oficina &amp;#233; justamente possibilitar que o processo seja participativo e se adeque &amp;#224; realidade das diversas institui&amp;#231;&amp;#245;es envolvidas e da sociedade como um todo. &quot;&amp;#201; atualmente imposs&amp;#237;vel para a Sema ou qualquer uma das institui&amp;#231;&amp;#245;es respons&amp;#225;veis realizarem um monitoramento adequado sem compartilhamento de informa&amp;#231;&amp;#245;es e envolvimento das comunidades. &amp;#201; pelo compartilhamento que damos capilaridade e efetividade aos processos&quot;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma das metas do WWF-Brasil &amp;#233; fortalecer o sistema de unidades de conserva&amp;#231;&amp;#227;o no pa&amp;#237;s. Segundo a especialista em &amp;#225;reas protegidas do Programa Amaz&amp;#244;nia da institui&amp;#231;&amp;#227;o, Marisete Catapan, sua fun&amp;#231;&amp;#227;o neste processo &amp;#233; ajudar na conex&amp;#227;o entre os pontos do sistema. &quot;Fizemos um desenho do que almejamos para o SEANP, ou seja, o que ele necessita para funcionar como um sistema e n&amp;#227;o um conjunto de &amp;#225;reas isoladas dentro de um territ&amp;#243;rio. Para isso, ele precisa que os pap&amp;#233;is das institui&amp;#231;&amp;#245;es que o comp&amp;#245;em estejam bem definidos e compreendidos por todos os componentes. Esta oficina serve para isso, para come&amp;#231;armos a ter essa identidade e linguagem comum&quot;, adverte Marisete.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com Jakeline Bezerra, do Departamento de &amp;#193;reas Protegidas da Sema e chefe da Divis&amp;#227;o do Seanp, durante a oficina foi estabelecido um plano de trabalho pautado na execu&amp;#231;&amp;#227;o de curto prazo, de passos que precisam ser dados antes de se chegar na publica&amp;#231;&amp;#227;o de um decreto que regulamente o Sistema&quot;. Para ela, a principal finalidade do Seanp &amp;#233; dar resposta e suporte a quem precisa, este universo de pessoas que vivem nas unidades de uso sustent&amp;#225;vel e que dependem de pol&amp;#237;ticas p&amp;#250;blicas adequadas. &quot;S&amp;#227;o popula&amp;#231;&amp;#245;es que precisam estar conscientemente envolvidas, porque elas t&amp;#234;m um papel infinitamente maior do que simplesmente morar na floresta: elas s&amp;#227;o, na verdade, as mantenedoras da floresta&quot; conclui Jakeline. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;* com informa&amp;#231;&amp;#245;es da Assessoria da Sema&lt;/em&gt;</description>
				<dc:date>2013-03-13</dc:date>
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