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		<title>WWF - Publica&#xe7;&#xf5;es</title>
  		<description>News, publications and job feeds from WWF - the global conservation organization </description>
		<language>es</language>
		<managingEditor>WWF - no_reply@panda.org</managingEditor>
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<title>WWF News</title>
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		<link>http://www.wwf.org.br</link>
		
						
			<item>
				<title>Monitoramento da cobertura vegetal da Bacia do Alto Paraguai 2008 a 2012</title>
				<link>http://www.wwf.org.br/natureza_brasileira/areas_prioritarias/pantanal/pantanal_pub/?uNewsID=33122</link>
				<description>&lt;p&gt;O Monitoramento das altera&amp;#231;&amp;#245;es da cobertura vegetal e uso do solo na Bacia do Alto Paraguai (BAP) foi &amp;#160;lan&amp;#231;ado no dia 20 de novembro, em Campo Grande (MS). O estudo, que &amp;#233; feito a cada dois anos por um grupo de ONGs que atuam no Pantanal, tem por objetivo analisar a din&amp;#226;mica de mudan&amp;#231;a de uso e ocupa&amp;#231;&amp;#227;o de solo e altera&amp;#231;&amp;#245;es na cobertura vegetal desta bacia hidrogr&amp;#225;fica que abriga o Pantanal, a maior plan&amp;#237;cie alag&amp;#225;vel do planeta.&lt;br /&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O trabalho &amp;#233; realizado pelas ONGs Conserva&amp;#231;&amp;#227;o Internacional, Funda&amp;#231;&amp;#227;o Avina, Instituto SOS Pantanal, WWF-Brasil e pela Embrapa Pantanal. Tamb&amp;#233;m teve o apoio da SOS Mata Atl&amp;#226;ntica e da Ecoa-Ecologia e A&amp;#231;&amp;#227;o, e execu&amp;#231;&amp;#227;o t&amp;#233;cnica da Arc Plan.&lt;br /&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;De acordo com o estudo, a plan&amp;#237;cie (Pantanal) conta com 86,2% de sua vegeta&amp;#231;&amp;#227;o nativa conservada. No planalto, onde est&amp;#225; a maior parte das nascentes que abastecem o Pantanal, este &amp;#237;ndice &amp;#233; de 40,7%. De 2008 a 2010, per&amp;#237;odo em que o monitoramento foi feito, a convers&amp;#227;o de &amp;#225;reas naturais para uso antr&amp;#243;pico (a&amp;#231;&amp;#227;o humana) foi de 0,80% na plan&amp;#237;cie e de 1,56% no planalto da bacia hidrogr&amp;#225;fica.&amp;#160; O total de convers&amp;#227;o de &amp;#225;reas naturais na plan&amp;#237;cie &amp;#233; de&amp;#160; 13,8% e de 58,2% no planalto (dados de 2010).&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O monitoramento mostra tamb&amp;#233;m que a pecu&amp;#225;ria continua sendo o segmento com uso antr&amp;#243;pico mais representativo na BAP, tendo sido registrado um pequeno aumento na convers&amp;#227;o de &amp;#225;reas para esse uso em rela&amp;#231;&amp;#227;o ao levantamento de 2008. Na plan&amp;#237;cie, a convers&amp;#227;o de habitats para uso de pastagens passou de 11,1% para 11,3% e, no planalto, aumentou de 43,5% para 43,9%.&amp;#160; A agricultura manteve o mesmo &amp;#237;ndice de convers&amp;#227;o na plan&amp;#237;cie (0,3%), mas aumentou de 9% para 10% no planalto.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Este &amp;#233; o segundo monitoramento realizado pelas institui&amp;#231;&amp;#245;es na BAP e a inten&amp;#231;&amp;#227;o que &amp;#233; que ele seja realizado a cada dois anos.&amp;#160; O primeiro estudo, lan&amp;#231;ado em 2010, analisou a cobertura vegetal de uso do solo da BAP no per&amp;#237;odo de 2002 a 2008. A nova edi&amp;#231;&amp;#227;o refere-se ao per&amp;#237;odo de 2008 a 2010 e tem como base os dados do estudo anterior.&amp;#160;&lt;br /&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Com informa&amp;#231;&amp;#245;es t&amp;#233;cnicas e seguindo uma metodologia cient&amp;#237;fica, o monitoramento possibilita fazer uma radiografia da realidade ambiental dessa regi&amp;#227;o e uma an&amp;#225;lise objetiva da evolu&amp;#231;&amp;#227;o das altera&amp;#231;&amp;#245;es de cobertura vegetal na BAP.&lt;br /&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O objetivo &amp;#233; ter uma ferramenta de monitoramento da din&amp;#226;mica de mudan&amp;#231;a de uso e ocupa&amp;#231;&amp;#227;o de solo e altera&amp;#231;&amp;#245;es na cobertura vegetal desta bacia hidrogr&amp;#225;fica. A BAP&amp;#160; abriga o Pantanal, a maior plan&amp;#237;cie alag&amp;#225;vel do planeta e ber&amp;#231;o de uma das maiores biodiversidades do mundo.&lt;br /&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Esta Bacia do Alto Paraguai &amp;#233; transfronteiri&amp;#231;a e possui uma &amp;#225;rea total de aproximadamente 620 mil quil&amp;#244;metros quadrados. Deste total, 60% encontram-se em territ&amp;#243;rio brasileiro e o restante na Bol&amp;#237;via e no Paraguai. O monitoramento, no entanto, est&amp;#225; sendo realizado apenas na por&amp;#231;&amp;#227;o brasileira da BAP.&lt;br /&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;</description>
				<dc:date>2012-11-19</dc:date>
			</item>
		
						
			<item>
				<title>Gest&amp;#227;o de unidades de conserva&amp;#231;&amp;#227;o: compartilhando uma experi&amp;#234;ncia de capacita&amp;#231;&amp;#227;o</title>
				<link>http://www.wwf.org.br/natureza_brasileira/areas_prioritarias/pantanal/pantanal_pub/?uNewsID=32545</link>
				<description>&lt;a href=&quot;http://www.wwf.org.br/natureza_brasileira/areas_prioritarias/pantanal/pantanal_pub/?uNewsID=32545&quot;&gt;&lt;img src=&quot;http://d3nehc6yl9qzo4.cloudfront.net/img/capa_gestao_ucs_45886.jpg&quot; width=&quot;146&quot; height=&quot;206&quot; alt=&quot;Gest&amp;#227;o de unidades de conserva&amp;#231;&amp;#227;o: compartilhando uma experi&amp;#234;ncia de capacita&amp;#231;&amp;#227;o&lt;br /&gt;&amp;copy;&amp;nbsp;WWF-Brasil&quot; border=&quot;0&quot; align=&quot;left&quot; hspace=&quot;4&quot; vspace=&quot;2&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&quot;Gest&amp;#227;o de Unidades de Conserva&amp;#231;&amp;#227;o: compartilhando uma experi&amp;#234;ncia de capacita&amp;#231;&amp;#227;o&quot; re&amp;#250;ne uma s&amp;#233;rie de artigos alusivos a um projeto desenvolvido de forma pioneira pelo Ip&amp;#234; e pelo WWF-Brasil entre 2004 e 2010. Neste per&amp;#237;odo, as duas institui&amp;#231;&amp;#245;es estruturaram um curso de forma&amp;#231;&amp;#227;o para gestores de Unidades de Conserva&amp;#231;&amp;#227;o na Amaz&amp;#244;nia que tinha como objetivo ajudar na capacita&amp;#231;&amp;#227;o desses gestores - &amp;#224; &amp;#233;poca, muitos deles nunca haviam participado de iniciativas como essa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O projeto foi muito al&amp;#233;m do previsto. Ao longo de seus seis anos de realiza&amp;#231;&amp;#227;o, v&amp;#225;rios n&amp;#250;meros superlativos foram registrados.  Por exemplo: foram 20 cursos, desenvolvidos em m&amp;#243;dulos; 425 gestores capacitados; 184 &amp;#225;reas protegidas contempladas; e os nove estados amaz&amp;#244;nicos brasileiros acabaram envolvidos neste processo. Entre outros temas, foram discutidos manejo, conserva&amp;#231;&amp;#227;o e prote&amp;#231;&amp;#227;o em Unidades de Conserva&amp;#231;&amp;#227;o; Turismo; Educa&amp;#231;&amp;#227;o Ambiental; Administra&amp;#231;&amp;#227;o P&amp;#250;blica; Sustentabilidade Financeira; Participa&amp;#231;&amp;#227;o Social e Comunit&amp;#225;ria; e Legisla&amp;#231;&amp;#227;o Ambiental.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O processo de reda&amp;#231;&amp;#227;o e revis&amp;#227;o do livro durou quase dois anos e contou com o aux&amp;#237;lio de 27 autores que escreveram os artigos.&lt;br /&gt;</description>
				<dc:date>2012-09-26</dc:date>
			</item>
		
						
			<item>
				<title>Estudo avalia a Pegada Ecol&amp;#243;gica de Campo Grande</title>
				<link>http://www.wwf.org.br/natureza_brasileira/areas_prioritarias/pantanal/pantanal_pub/?uNewsID=31302</link>
				<description>Esta publica&amp;#231;&amp;#227;o apresenta o estudo da Pegada Ecol&amp;#243;gica de Campo Grande (MS), primeira cidade brasileira a contar este c&amp;#225;lculo. Para realizar o estudo, foram avaliados os h&amp;#225;bitos de consumo da popula&amp;#231;&amp;#227;o de Campo Grande e apontou uma pegada ecol&amp;#243;gica de 3,14 hectares globais por pessoa. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A pegada ecol&amp;#243;gica de um pa&amp;#237;s, cidade ou pessoa corresponde ao tamanho das &amp;#225;reas produtivas de terra e mar necess&amp;#225;rias para sustentar determinado estilo de vida. &amp;#201; uma forma de traduzir, em hectares, a extens&amp;#227;o de territ&amp;#243;rio que uma pessoa ou uma sociedade &quot;usa&quot;, em m&amp;#233;dia, para se alimentar, morar, se locomover, tere afins. A metodologia vem sendo testada em algumas cidades do mundo e come&amp;#231;a tamb&amp;#233;m a ser desenvolvida nas cidades. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O trabalho foi realizado pelo WWF-Brasil em parceria com a prefeitura da capital do Mato Grosso do Sul, Global Footprint Network (GFN), a empresa social Ecossistemas e a Universidade Privada Anhanguera. O objetivo foi ter uma ferramenta de gest&amp;#227;o para ajudar no planejamento e na gest&amp;#227;o p&amp;#250;blica, mobilizar a popula&amp;#231;&amp;#227;o para rever seus h&amp;#225;bitos de consumo e escolher produtos mais sustent&amp;#225;veis, al&amp;#233;m de estimular empresas a melhoraremsuas cadeiras produtivas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A pegada ecol&amp;#243;gica &amp;#233; umametodologia de contabilidade ambiental que avalia de um lado o consumo e do outro a capacidade de recursos naturais dispon&amp;#237;veis no planeta. &quot;&amp;#201; poss&amp;#237;vel traduzir a pegada ecol&amp;#243;gica em quantos e quais recursos s&amp;#227;o usados pela popula&amp;#231;&amp;#227;o e em quanto isso excede a capacidade de recupera&amp;#231;&amp;#227;o natural dos ecossistemas&quot;, diz Michael Becker, coordenador do Programa Pantanal-Cerrado do WWF-Brasil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E os estudos realizados pela Global Footprint Network (GFN), rede mundial respons&amp;#225;vel pelos c&amp;#225;lculos da pegada ecol&amp;#243;gica, mostram que a humanidade j&amp;#225; excedeu bastante essa capacidade. Hoje a pegada ecol&amp;#243;gica m&amp;#233;dia mundial &amp;#233; 2,7 hectares globais por pessoa, enquanto a biocapacidade dispon&amp;#237;vel para cada ser humano &amp;#233; de apenas 1,8 hectares globais. &quot;Isso coloca a humanidade em um grave d&amp;#233;ficit ecol&amp;#243;gico de 0,9 hectares globais per capita&quot;, afirmou o diretor da Ecossistemas, Fabr&amp;#237;cio de Campos, respons&amp;#225;vel pelo c&amp;#225;lculo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No caso de Campo Grande, os 3,14 hectares podem ser traduzidos em 1,7 planetas. Isso significa que se todas as pessoas do mundo tivessem o mesmo consumo do morador de Campo Grande, seriam necess&amp;#225;rios quase dois planetas para sustentar esse estilo de vida. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se comparada &amp;#224; m&amp;#233;dia brasileira, Campo Grande tem uma pegada 8% maior que a m&amp;#233;dia nacional, que &amp;#233; de 2,9 hectares globais por pessoa. Ela tamb&amp;#233;m &amp;#233; 10% maior que a do Mato Grosso do Sul e 14% maior que a Pegada m&amp;#233;dia mundial, que &amp;#233; de 2,7 hectares globais por pessoa. O Mato Grosso do Sul, por sua vez, tem uma Pegada Ecol&amp;#243;gica 3% menor que a m&amp;#233;dia brasileira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pastagens, agricultura e florestas somam 75% da Pegada Ecol&amp;#243;gica de Campo. Em classes de consumo, o maior impacto foi na alimenta&amp;#231;&amp;#227;o, com 45%, com destaque para o consumo de carne. O estudo apontou que o consumo de carne de campo grande &amp;#233; 13% maior que a m&amp;#233;dia nacional. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Secret&amp;#225;rio Municipal de Meio Ambiente e Desenvolvimento Urbano, Marcos Cristaldo,tamb&amp;#233;m destaca a import&amp;#226;ncia desse trabalho para a cidade de Campo Grande. &quot;A pegada ecol&amp;#243;gica &amp;#233; um indicador importante para o planejamento urbano e norteador da pol&amp;#237;tica municipal de meio ambiente para que a cidade cres&amp;#231;a sem perda de qualidade de vida da popula&amp;#231;&amp;#227;o&quot;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Sobre a Pegada Ecol&amp;#243;gica&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;A Pegada Ecol&amp;#243;gica &amp;#233; uma metodologia de contabilidade ambiental que avalia a press&amp;#227;o do consumo das popula&amp;#231;&amp;#245;es humanas sobre os recursos naturais. Expressada em hectares globais (gha), permite comparar diferentes padr&amp;#245;es de consumo e verificar se est&amp;#227;o dentro da capacidade ecol&amp;#243;gica do planeta.&lt;br /&gt;Um hectare global significa um hectare de produtividade m&amp;#233;dia mundial para terras e &amp;#225;guas produtivas em um ano. J&amp;#225; a biocapacidade, representa a capacidade dos ecossistemas em produzir recursos &amp;#250;teis e absorver os res&amp;#237;duos gerados pelo ser humano. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sendo assim, a Pegada Ecol&amp;#243;gica contabiliza os recursos naturais biol&amp;#243;gicos renov&amp;#225;veis (gr&amp;#227;os e vegetais, carne, peixes, madeira e fibras, energia renov&amp;#225;vel etc.), segmentados em Agricultura, Pastagens, Florestas, Pesca, &amp;#193;rea Constru&amp;#237;da e Energia e Absor&amp;#231;&amp;#227;o de Di&amp;#243;xido de Carbono (CO2).&lt;br /&gt;</description>
				<dc:date>2012-05-15</dc:date>
			</item>
		
						
			<item>
				<title>Amor Peixe - Modelo de desenvolvimento sustent&amp;#225;vel</title>
				<link>http://www.wwf.org.br/natureza_brasileira/areas_prioritarias/pantanal/pantanal_pub/?uNewsID=29703</link>
				<description>Esta publica&amp;#231;&amp;#227;o conta a hist&amp;#243;ria do projeto Amor-Peixe, desenvolvido por um grupo de mulheres pantaneiras, em Corumb&amp;#225; (MS), com o apoio do WWF-Brasil. O grupo, criado em 2003, aprendeu a usar um produto que antes n&amp;#227;o tinha qualquer serventia &amp;#8211; o couro de peixe &amp;#8211; para a produ&amp;#231;&amp;#227;o de artesanato. Um exemplo de reciclagem e de bom aproveitamento de res&amp;#237;duos que transforma o que antes ia para o lixo em beleza, arte e renda. &amp;#160;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Gra&amp;#231;as &amp;#224; habilidade e a determina&amp;#231;&amp;#227;o dessas mulheres a pele de peixe vira mat&amp;#233;ria prima para a produ&amp;#231;&amp;#227;o de belas pe&amp;#231;as de artesanato, entre bolsas, carteiras, brincos, pulseiras, capas de agenda, cintos, sand&amp;#225;lias e tudo que a imagina&amp;#231;&amp;#227;o das artes&amp;#227;s permite criar. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desde 2003, o WWF-Brasil apoia a associa&amp;#231;&amp;#227;o por meio de um trabalho de educa&amp;#231;&amp;#227;o ambiental e de inser&amp;#231;&amp;#227;o social. Em 2007, iniciou um trabalho de reorganiza&amp;#231;&amp;#227;o do grupo por meio de uma s&amp;#233;rie de oficinas de capacita&amp;#231;&amp;#227;o, com o apoio de uma consultoria organizacional. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nas oficinas, as artes&amp;#227;s aprenderam sobre design, associativismo, empreendedorismo, meio ambiente, gest&amp;#227;o participativa e pol&amp;#237;ticas p&amp;#250;blicas. O aprendizado ajudou o grupo a&amp;#160; melhorar seus processos produtivos e a organiza&amp;#231;&amp;#227;o coletiva. &amp;#160;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nesses 8 anos, o grupo enfrentou muitos desafios, quase se dissolveu, mas&amp;#160; aprendeu com as dificuldades a se&amp;#160; reinventar, num constante processo de autoconhecimento e de supera&amp;#231;&amp;#227;o. De tr&amp;#234;s produtos iniciais &amp;#8211; agenda, porta-moeda e porta-l&amp;#225;pis &amp;#8211; a Amor-Peixe evoluiu para 40 produtos de couro de peixe, oferecidos em cat&amp;#225;logo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hoje a Amor-Peixe tornou-se um exemplo de organiza&amp;#231;&amp;#227;o comunit&amp;#225;ria e &amp;#233; sempre chamada a passar a sua experi&amp;#234;ncia a outros grupos. A associa&amp;#231;&amp;#227;o tamb&amp;#233;m integra o F&amp;#243;rum da Rede de Economia Solid&amp;#225;ria, ligado ao MDA,&amp;#160; que atua com projetos de comunidades. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com a consolida&amp;#231;&amp;#227;o do projeto, o WWF-Brasil decidiu que todos os objetivos foram alcan&amp;#231;ados e chegou o momento de encerrar seu apoio &amp;#224; associa&amp;#231;&amp;#227;o.&amp;#160; Come&amp;#231;ou ent&amp;#227;o a preparar o processo de sa&amp;#237;da de forma a garantir a sustentabilidade do projeto. Como parte dessa estrat&amp;#233;gia, apoiou a realiza&amp;#231;&amp;#227;o de uma oficina para a&amp;#160; forma&amp;#231;&amp;#227;o de novas associadas e a constru&amp;#231;&amp;#227;o, junto &amp;#224; Amor-Peixe, de uma&amp;#160; alian&amp;#231;a de novos parceiros que passar&amp;#227;o a atuar com o grupo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O objetivo da publica&amp;#231;&amp;#227;o &amp;#233; documentar essa experi&amp;#234;ncia de sucesso e oferecer subs&amp;#237;dios para outros projetos do WWF-Brasil e da Rede WWF, bem como para outras organiza&amp;#231;&amp;#245;es, inclusive futuros parceiros da Amor-Peixe. A publica&amp;#231;&amp;#227;o est&amp;#225; dispon&amp;#237;vel no PDF em anexo (&lt;em&gt;download no link &amp;#224; direita&lt;/em&gt;), com vers&amp;#245;es em portugu&amp;#234;s e ingl&amp;#234;s. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt; Servi&amp;#231;o:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt; Amor-peixe: modelo de desenvolvimento sustent&amp;#225;vel  &lt;/em&gt;&lt;br /&gt;ISBN: 978-85-86440-40-3 (portugu&amp;#234;s)&lt;br /&gt;ISBN: 978-85-86440-41-0 (ingl&amp;#234;s)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;</description>
				<dc:date>2011-09-09</dc:date>
			</item>
		
						
			<item>
				<title>Relat&amp;#243;rio Planeta Vivo 2010</title>
				<link>http://www.wwf.org.br/natureza_brasileira/areas_prioritarias/pantanal/pantanal_pub/?uNewsID=26162</link>
				<description>As &amp;#250;ltimas an&amp;#225;lises demonstram que as popula&amp;#231;&amp;#245;es de esp&amp;#233;cies tropicais est&amp;#227;o em queda livre e a demanda humana por recursos naturais sobe vertiginosamente e chega a 50% a mais do que o planeta pode suportar.&amp;#160; Isto &amp;#233; o que revela a edi&amp;#231;&amp;#227;o de 2010 do Relat&amp;#243;rio do Planeta Vivo, da Rede WWF, publica&amp;#231;&amp;#227;o que apresenta a principal pesquisa sobre a sa&amp;#250;de do planeta, lan&amp;#231;ado nesta quarta-feira, 13 de outubro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O relat&amp;#243;rio bianual da Rede WWF, produzido em colabora&amp;#231;&amp;#227;o com a Sociedade Zool&amp;#243;gica de Londres e a Global Footprint Network, utiliza o &amp;#205;ndice do Planeta Vivo para medir a sa&amp;#250;de do planeta. Ele &amp;#233; composto por de quase 8 mil popula&amp;#231;&amp;#245;es de mais de 2.500 esp&amp;#233;cies.&amp;#160; Esse &amp;#237;ndice mundial demonstra uma redu&amp;#231;&amp;#227;o de 30% desde 1970.&amp;#160; O decl&amp;#237;nio &amp;#233; mais acentuado nas regi&amp;#245;es tropicais, onde se verifica uma queda de 60% em menos de 40 anos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Relat&amp;#243;rio mostra que, em algumas &amp;#225;reas temperadas, houve uma recupera&amp;#231;&amp;#227;o promissora de popula&amp;#231;&amp;#245;es de esp&amp;#233;cies -- gra&amp;#231;as, em parte, ao aumento dos esfor&amp;#231;os de conserva&amp;#231;&amp;#227;o da natureza e a um melhor controle da polui&amp;#231;&amp;#227;o e do lixo.&amp;#160; No entanto, nas &amp;#225;reas tropicais, houve uma queda de quase 70% nas popula&amp;#231;&amp;#245;es aqu&amp;#225;ticas (&amp;#225;gua doce) que foram rastreadas &amp;#8211; esse percentual corresponde ao maior decl&amp;#237;nio j&amp;#225; mensurado em quaisquer esp&amp;#233;cies, em &amp;#225;reas terrestres ou nos oceanos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a class=&quot;pdf&quot; href=&quot;http://assets.wwfbr.panda.org/downloads/08out10_planetavivo_relatorio2010_completo_n9.pdf&quot; onclick=&quot;pageTracker1._trackPageview(&apos;http://assets.wwfbr.panda.org/downloads/08out10_planetavivo_relatorio2010_completo_n9.pdf&apos;);&quot;&gt;Baixe aqui o Relat&amp;#243;rio Planeta Vivo 2010&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;</description>
				<dc:date>2010-10-13</dc:date>
			</item>
		
						
			<item>
				<title>Monitoramento das altera&amp;#231;&amp;#245;es da cobertura vegetal e uso do solo na Bacia do Alto Paraguai</title>
				<link>http://www.wwf.org.br/natureza_brasileira/areas_prioritarias/pantanal/pantanal_pub/?uNewsID=25181</link>
				<description>O estudo denominado Monitoramento das Altera&amp;#231;&amp;#245;es da Cobertura Vegetal e Uso do Solo na Bacia Alto Paraguai foi realizado por um cons&amp;#243;rcio de ONGs, entre elas o&amp;#160; WWF-Brasil. O objetivo&amp;#160; do estudo lan&amp;#231;ado em maio de 2010 foi fazer uma an&amp;#225;lise detalhada das mudan&amp;#231;as de cobertura vegetal e uso do solo, ocorridas na Bacia do Alto Paraguai no per&amp;#237;odo de 2002 a 2008. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O resultado do diagn&amp;#243;stico mostra que a plan&amp;#237;cie inund&amp;#225;vel, onde est&amp;#225; o Pantanal ainda est&amp;#225; bem conservada, com 86,6% da sua cobertura vegetal natural. A situa&amp;#231;&amp;#227;o &amp;#233; bem diferente na parte alta da bacia hidrogr&amp;#225;fica, onde apenas 41,8% da vegeta&amp;#231;&amp;#227;o natural permanecem com sua forma&amp;#231;&amp;#227;o original. O estudo tamb&amp;#233;m registrou um percentual maior de desmatamento no planalto da BAP. De 2002 a 2008, o lado brasileiro da BAP, onde est&amp;#225; o Pantanal, teve uma perda de 4% de sua vegeta&amp;#231;&amp;#227;o natural, contra 2,4% da plan&amp;#237;cie.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O mapeamento apontou diferen&amp;#231;as na ocupa&amp;#231;&amp;#227;o do solo entre o planalto e a plan&amp;#237;cie, onde est&amp;#225; localizado o Pantanal. Enquanto o planalto caracteriza-se pela forte ocupa&amp;#231;&amp;#227;o da agricultura e pecu&amp;#225;ria, na plan&amp;#237;cie, a pecu&amp;#225;ria de car&amp;#225;ter mais extensivo exerce menor press&amp;#227;o sobre a cobertura vegetal original. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os dados de 2008 mostram que a pecu&amp;#225;ria &amp;#233; o uso antr&amp;#243;pico (pela a&amp;#231;&amp;#227;o humana) mais representativo na BAP, respondendo por 11,1% da &amp;#225;rea antr&amp;#243;pica da plan&amp;#237;cie e por 43,5% da &amp;#225;rea antr&amp;#243;pica do planalto. A agricultura, que ocorre em apenas 0,3% da plan&amp;#237;cie, ocupa uma &amp;#225;rea de 9,9% do planalto. &lt;br /&gt;</description>
				<dc:date>2010-05-26</dc:date>
			</item>
		
						
			<item>
				<title>Cat&amp;#225;logo Amor-Peixe</title>
				<link>http://www.wwf.org.br/natureza_brasileira/areas_prioritarias/pantanal/pantanal_pub/?uNewsID=22680</link>
				<description>&lt;p&gt;O cat&amp;#225;logo&amp;#160;apresenta uma&amp;#160;rela&amp;#231;&amp;#227;o de&amp;#160;produtos de artesanato&amp;#160;feitos a &amp;#160;partir de couro de peixe pela associa&amp;#231;&amp;#227;o de mulheres Amor-Peixe, de Corumb&amp;#225; (MS), projeto apoiado pelo WWF-Brasil.&amp;#160; O objetivo do projeto &amp;#233;&amp;#160;&amp;#160;promover a melhoria da qualidade de vida dos pescadores e de suas fam&amp;#237;lias, aliada &amp;#224; conserva&amp;#231;&amp;#227;o dos recursos naturais pesqueiros, aqu&amp;#225;ticos e vegetais e &amp;#224; qualidade ambiental.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A associa&amp;#231;&amp;#227;o foi criada em 2003, em Corumb&amp;#225;, cidade situada &amp;#224;s margens do Rio Paraguai, no cora&amp;#231;&amp;#227;o do Pantanal. Com criatividade, trabalho e dedica&amp;#231;&amp;#227;o, as artes&amp;#227;s &amp;#160;transformam o que antes ia para o lixo em belos produtos.&amp;#160;O trabalho de reciclagem gera renda e refor&amp;#231;a a identidade dessas mulheres pantaneiras. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Das m&amp;#227;os habilidosas das artes&amp;#227;s, o couro de peixe ganha formas e cores.&amp;#160; O resultado s&amp;#227;o belos acess&amp;#243;rios, como&amp;#160;bolsas, carteiras, agendas, cadernetas, chaveiros, roupas, sand&amp;#225;lias, brincos e outros acess&amp;#243;rios. As mat&amp;#233;rias-primas utilizadas s&amp;#227;o a pele de peixes (til&amp;#225;pia, pacu, piranha), palha de Buriti e tecidos naturais. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;</description>
				<dc:date>2009-11-04</dc:date>
			</item>
		
						
			<item>
				<title>Aves Migrat&amp;#243;rias no Pantanal </title>
				<link>http://www.wwf.org.br/natureza_brasileira/areas_prioritarias/pantanal/pantanal_pub/?uNewsID=16580</link>
				<description>&lt;p&gt;A maioria dos brasileiros conhece ou pelo menos j&amp;#225; ouviu falar do tuiui&amp;#250;, ave s&amp;#237;mbolo do Pantanal, muito presente nas plan&amp;#237;cies alag&amp;#225;veis e lagoas da regi&amp;#227;o.&amp;#160; Mas certamente pouca gente j&amp;#225; ouviu falar da coscoroba. O tuiui&amp;#250; e a coscoroba s&amp;#227;o algumas das esp&amp;#233;cies que integram a publica&amp;#231;&amp;#227;o Aves Migrat&amp;#243;rias no Pantanal. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Editada pelo WWF-Brasil com o apoio do WWF-Canad&amp;#225;, a publica&amp;#231;&amp;#227;o apresenta uma lista de esp&amp;#233;cies, com belas fotos, informa&amp;#231;&amp;#245;es sobre o seu habitat, ocorr&amp;#234;ncia e caracter&amp;#237;sticas.&amp;#160; &amp;#201; um guia para quem quer conhecer a riqueza das aves do Pantanal.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A publica&amp;#231;&amp;#227;o &amp;#233; o resultado de um estudo denominado Distribui&amp;#231;&amp;#227;o de Aves Lim&amp;#237;colas Ne&amp;#225;rticas e outras Esp&amp;#233;cies Aqu&amp;#225;ticas do Pantanal realizado em 1996 pelos pesquisadores brasileiros Paulo Antas e In&amp;#234;s Serrano, em parceira com os canadenses Richard Guy Morrison e R. Ken Ross. Os pesquisadores fizeram um registro das aves encontradas nas salinas, alagados, plan&amp;#237;cies e planaltos do Pantanal.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Entre as esp&amp;#233;cies estudadas, est&amp;#225; a coscoroba que, embora de nome um pouco estranho, &amp;#233; uma ave bela e graciosa que em muito lembra um cisne. Outros p&amp;#225;ssaros de nomes curiosos como o trinta-reis-an&amp;#227;o, soc&amp;#243;-boi, cabe&amp;#231;a seca e curicaca tamb&amp;#233;m integram o guia.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Em raz&amp;#227;o da import&amp;#226;ncia do trabalho dos pesquisadores, o WWF-Brasil &amp;#8211;institui&amp;#231;&amp;#227;o que atua com projetos de conserva&amp;#231;&amp;#227;o na regi&amp;#227;o desde 1998 por meio do programa Pantanal para Sempre &amp;#8211; decidiu apoiar a sua publica&amp;#231;&amp;#227;o, tornando-a acess&amp;#237;vel ao p&amp;#250;blico.&amp;#160;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Uma pausa para o descanso&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Tamb&amp;#233;m conhecido como Reino das &amp;#193;guas &amp;#8211; com grandes &amp;#225;reas alagadas durante quase todo o per&amp;#237;odo das chuvas &amp;#8211; o Pantanal possui uma rica biodiversidade de animais e plantas, sendo 656 s&amp;#243; de esp&amp;#233;cies de p&amp;#225;ssaros.&amp;#160;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Devido &amp;#224;s caracter&amp;#237;sticas ambientais e localiza&amp;#231;&amp;#227;o geogr&amp;#225;fica, o Pantanal est&amp;#225; na rota de aves migrat&amp;#243;rias que encontram na regi&amp;#227;o as condi&amp;#231;&amp;#245;es ideais para viver e se reproduzir. Por isso, &amp;#233; um dos melhores lugares para a observa&amp;#231;&amp;#227;o de p&amp;#225;ssaros no Brasil.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;</description>
				<dc:date>2008-11-14</dc:date>
			</item>
		
						
			<item>
				<title>Folder Pantanal para Sempre</title>
				<link>http://www.wwf.org.br/natureza_brasileira/areas_prioritarias/pantanal/pantanal_pub/?uNewsID=14760</link>
				<description>Desde 1998, o WWF-Brasil atua no Pantanal  com projetos que aliam desenvolvimento sustent&amp;#225;vel e conserva&amp;#231;&amp;#227;o ambiental. No folder do Programa Pantanal para Sempre voc&amp;#234; vai encontrar informa&amp;#231;&amp;#245;es sobre as iniciativas de conserva&amp;#231;&amp;#227;o do WWF-Brasil nesse bioma, como a&amp;#231;&amp;#245;es e projetos voltados para a preserva&amp;#231;&amp;#227;o de esp&amp;#233;cies, gest&amp;#227;o dos recursos naturais, desenvolvimento sustent&amp;#225;vel e turismo respons&amp;#225;vel.&lt;br /&gt;</description>
				<dc:date>2008-07-24</dc:date>
			</item>
		
						
			<item>
				<title>Folder Pecu&amp;#225;ria Org&amp;#226;nica Certificada</title>
				<link>http://www.wwf.org.br/natureza_brasileira/areas_prioritarias/pantanal/pantanal_pub/?uNewsID=9781</link>
				<description>O manejo org&amp;#226;nico, a import&amp;#226;ncia do consumo respons&amp;#225;vel e a cadeia produtiva da pecu&amp;#225;ria org&amp;#226;nica certificada no Pantanal s&amp;#227;o explicados neste folder, com vers&amp;#245;es em Portugu&amp;#234;s e Ingl&amp;#234;s.</description>
				<dc:date>2007-10-18</dc:date>
			</item>
		
						
			<item>
				<title>&quot;Arte-peixe&quot; e &quot;Amor-peixe&quot;</title>
				<link>http://www.wwf.org.br/natureza_brasileira/areas_prioritarias/pantanal/pantanal_pub/?uNewsID=8940</link>
				<description>Desde 2002, o WWF-Brasil, por meio do Programa Pantanal para Sempre, desenvolve parcerias com associa&amp;#231;&amp;#245;es de produ&amp;#231;&amp;#227;o de artesanato em pele de peixe nas cidades de Miranda, Coxim e Corumb&amp;#225;, no Mato Grosso do Sul.&amp;nbsp; &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Conhe&amp;#231;a, nestes folhetos, um pouco da hist&amp;#243;ria da Associa&amp;#231;&amp;#227;o Amor Peixe e da Associa&amp;#231;&amp;#227;o Art-Peixe, bem como&amp;nbsp;os detalhes da produ&amp;#231;&amp;#227;o.</description>
				<dc:date>2007-08-16</dc:date>
			</item>
		
						
			<item>
				<title>Bacia do Hidrogr&amp;#225;fica do Rio Miranda: Estado da Arte</title>
				<link>http://www.wwf.org.br/natureza_brasileira/areas_prioritarias/pantanal/pantanal_pub/?uNewsID=8580</link>
				<description>&lt;p&gt;A publica&amp;#231;&amp;#227;o &amp;#233; resultado dos trabalhos desenvolvidos conjuntamente pelo WWF-Brasil e o Cons&amp;#243;rcio Intermunicipal para o Desenvolvimento Integrado das Bacias dos Rios Miranda e Apa (Cidema). Trata-se de um levantamento s&amp;#243;cio-ambiental na bacia hidrogr&amp;#225;fica do Rio Miranda, Mato Grosso do Sul. &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;As informa&amp;#231;&amp;#245;es resultantes desse levantamento serviram para a formata&amp;#231;&amp;#227;o do &quot;Estado da Arte&quot; da bacia hidrogr&amp;#225;fica do Rio Miranda, base da discuss&amp;#227;o realizada durante o workshop &quot;Estado da Arte da Bacia do Rio Miranda&quot;, realizado nos dias 13 a 15 de agosto de 2003, em Bonito, MS. Os resultados deste workshop est&amp;#227;o inclu&amp;#237;dos no cap&amp;#237;tulo 9. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Neste documento est&amp;#227;o inseridas informa&amp;#231;&amp;#245;es referentes &amp;#224; caracteriza&amp;#231;&amp;#227;o da bacia hidrogr&amp;#225;fica do Rio Miranda (aspectos f&amp;#237;sicos, biol&amp;#243;gicos, sociais, institucionais e econ&amp;#244;micos); &amp;#224; legisla&amp;#231;&amp;#227;o e gest&amp;#227;o dos recursos h&amp;#237;dricos; &amp;#224; an&amp;#225;lise das tend&amp;#234;ncias do uso do solo e usos dos recursos h&amp;#237;dricos na bacia do Rio Miranda e aos cen&amp;#225;rios e perspectivas para a gest&amp;#227;o da bacia hidrogr&amp;#225;fica do Rio Miranda &amp;#8211; aspectos legais e institucionais.&lt;/p&gt;</description>
				<dc:date>2007-07-17</dc:date>
			</item>
		
						
			<item>
				<title>Efetividade de gest&amp;#227;o das unidades de conserva&amp;#231;&amp;#227;o federais do Brasil - Implementa&amp;#231;&amp;#227;o do m&amp;#233;todo RAPPAM</title>
				<link>http://www.wwf.org.br/natureza_brasileira/areas_prioritarias/pantanal/pantanal_pub/?uNewsID=8080</link>
				<description>&lt;p&gt;Parceria do Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renov&amp;#225;veis) com o WWF-Brasil, a publica&amp;#231;&amp;#227;o &quot;Efetividade de gest&amp;#227;o das unidades de conserva&amp;#231;&amp;#227;o federais do Brasil - Implementa&amp;#231;&amp;#227;o do m&amp;#233;todo RAPPAM&quot; apresenta resultados da aplica&amp;#231;&amp;#227;o da metodologia em 246 unidades de conserva&amp;#231;&amp;#227;o federais, durante outubro de 2005 e dezembro de 2006. A a&amp;#231;&amp;#227;o atende ao Programa de Trabalho para as &amp;#193;reas Protegidas da Conven&amp;#231;&amp;#227;o sobre a Diversidade Biol&amp;#243;gica, que desde 2004, requer que os pa&amp;#237;ses signat&amp;#225;rios realizem a avalia&amp;#231;&amp;#227;o da efetividade do manejo de seus sistemas de &amp;#225;reas protegidas at&amp;#233; 2010.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Desenvolvido pela Rede WWF, o RAPPAM (Rapid Assessment and Priorization of Protected Area Management/ Avalia&amp;#231;&amp;#227;o r&amp;#225;pida e prioriza&amp;#231;&amp;#227;o da gest&amp;#227;o de unidades de conserva&amp;#231;&amp;#227;o) permite a avalia&amp;#231;&amp;#227;o r&amp;#225;pida e prioriza&amp;#231;&amp;#227;o do manejo em unidades de conserva&amp;#231;&amp;#227;o. O m&amp;#233;todo foi implementado com a aplica&amp;#231;&amp;#227;o de question&amp;#225;rios em oficinas com os gestores, funcion&amp;#225;rios e demais colaboradores das unidades avaliadas. As respostas, analisadas por equipe t&amp;#233;cnica, resultaram na visualiza&amp;#231;&amp;#227;o e sistematiza&amp;#231;&amp;#227;o dos pontos fortes e dos pontos a serem melhorados na gest&amp;#227;o do sistema. Na continuidade, a an&amp;#225;lise foi discutida em oficinas com os gestores das unidades de conserva&amp;#231;&amp;#227;o, resultando em informa&amp;#231;&amp;#245;es e recomenda&amp;#231;&amp;#245;es para auxiliar os &amp;#243;rg&amp;#227;os respons&amp;#225;veis na gest&amp;#227;o do sistema e no processo de melhoria da sua efetividade. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;A publica&amp;#231;&amp;#227;o foi lan&amp;#231;ada durante o V Congresso Brasileiro de Unidades de Conserva&amp;#231;&amp;#227;o, realizado em Foz do Igua&amp;#231;u (PR), entre 17 e 21 de junho de 2007, ap&amp;#243;s a realiza&amp;#231;&amp;#227;o de semin&amp;#225;rio, no qual experi&amp;#234;ncias feitas no Brasil com diferentes tipos de ferramentas de avalia&amp;#231;&amp;#227;o de efetividade da gest&amp;#227;o das unidades de conserva&amp;#231;&amp;#227;o foram discutidos.&lt;/p&gt;</description>
				<dc:date>2007-06-19</dc:date>
			</item>
		
						
			<item>
				<title>Combatendo as causas das mudan&amp;#231;as clim&amp;#225;ticas</title>
				<link>http://www.wwf.org.br/natureza_brasileira/areas_prioritarias/pantanal/pantanal_pub/?uNewsID=7860</link>
				<description>Em 05 de junho de 2007, quando &amp;#233; comemorado o Dia Mundial do Meio Ambiente, o WWF-Brasil colocou 6 mil bal&amp;#245;es em frente ao Congresso Nacional representando seis milh&amp;#245;es de toneladas de gases do efeito estufa emitidos pelo Brasil a cada dia. Ap&amp;#243;s a a&amp;#231;&amp;#227;o, representantes da organiza&amp;#231;&amp;#227;o participaram de um caf&amp;#233; da manh&amp;#227;, com deputados da Frente Parlamentar Ambientalista. Durante o evento, os parlamentares receberam o documento &quot;Combatendo as causas das mudan&amp;#231;as clim&amp;#225;ticas&quot; com propostas sobre como&amp;nbsp; podemos enfrentar o aquecimento global no Brasil embasadas em uma s&amp;#233;rie de publica&amp;#231;&amp;#245;es e estudos elaborados pelo WWF-Brasil.</description>
				<dc:date>2007-06-05</dc:date>
			</item>
		
						
			<item>
				<title>Realidade ou Fic&amp;#231;&amp;#227;o: Uma Revis&amp;#227;o dos Estudos Oficiais da Hidrovia Paraguai-Paran&amp;#225;</title>
				<link>http://www.wwf.org.br/natureza_brasileira/areas_prioritarias/pantanal/pantanal_pub/?uNewsID=7260</link>
				<description>&lt;p&gt;O sistema fluvial Paraguai-Paran&amp;#225; passa pelo Brasil, Bol&amp;#237;via, Paraguai, Argentina e Uruguai, drenando a Bacia do Prata e abrange uma &amp;#225;rea de 1,75 milh&amp;#227;o de quil&amp;#244;metros quadrados. Esse sistema forma uma via naveg&amp;#225;vel de 3.440 Km, que vai da desembocadura do Prata, entre o Uruguai e a Argentina, at&amp;#233; C&amp;#225;ceres, no Mato Grosso, Brasil.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O objetivo do projeto da hidrovia era tornar o sistema fluvial Paraguai-Paran&amp;#225; naveg&amp;#225;vel o ano inteiro, de Nova Palmira, no Uruguai, at&amp;#233; C&amp;#225;ceres, no Brasil. Este objetivo seria alcan&amp;#231;ado por meio da dragagem, nesse trecho, do leito do rio. &amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A ruptura do equil&amp;#237;brio natural do Pantanal devido &amp;#224; a&amp;#231;&amp;#227;o de dragas ou &amp;#224; utiliza&amp;#231;&amp;#227;o de outros procedimentos semelhantes, diz o estudo, j&amp;#225; seria, por si s&amp;#243;, motivo para tornar o desenvolvimento deste projeto question&amp;#225;vel.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A revis&amp;#227;o n&amp;#227;o pretende ser um estudo de impacto ambiental (EIA) alternativo, mas&amp;nbsp;avalia o EIA realizado, apresenta recomenda&amp;#231;&amp;#245;es e chama a aten&amp;#231;&amp;#227;o para equ&amp;#237;vocos conceituais, processuais, e de medi&amp;#231;&amp;#227;o nos estudos oficiais.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O estudo completo, em ingl&amp;#234;s, tamb&amp;#233;m est&amp;#225; dispon&amp;#237;vel para download. &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;/p&gt;</description>
				<dc:date>2007-05-02</dc:date>
			</item>
		
						
			<item>
				<title>Retrato da Navega&amp;#231;&amp;#227;o no Alto Rio Paraguai</title>
				<link>http://www.wwf.org.br/natureza_brasileira/areas_prioritarias/pantanal/pantanal_pub/?uNewsID=7240</link>
				<description>Realizado pela Funda&amp;#231;&amp;#227;o Centro Brasileiro de Refer&amp;#234;ncia e Apoio Cultural (Cebrac) e pelo Instituto Centro de Vida (ICV), a pedido do WWF,&amp;nbsp;a publica&amp;#231;&amp;#227;o&amp;nbsp;Retrato da Navega&amp;#231;&amp;#227;o no Alto Rio Paraguai &amp;#233; o resultado do levantamento realizado por equipe de pesquisadores, que registrou e analisou os impactos da navega&amp;#231;&amp;#227;o no rio Paraguai.</description>
				<dc:date>2007-05-02</dc:date>
			</item>
		
						
			<item>
				<title>Manual das Oficinas do Projeto Sapicu&amp;#225; Pantaneiro</title>
				<link>http://www.wwf.org.br/natureza_brasileira/areas_prioritarias/pantanal/pantanal_pub/?uNewsID=6520</link>
				<description>&lt;p&gt;O manual foi elaborado com o objetivo de registrar as t&amp;#233;cnicas de produ&amp;#231;&amp;#227;o do artesanato pantaneiro, al&amp;#233;m de cumprir a fun&amp;#231;&amp;#227;o did&amp;#225;tica de auxiliar professores, pais e alunos que participam das oficinas do projeto. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;O Manual ensina a preparar e utilizar o couro e a l&amp;#227; de carneiro para produ&amp;#231;&amp;#227;o de la&amp;#231;os, chicotes, alforges e cobertores, entre outros. Tamb&amp;#233;m&amp;nbsp;&amp;#233; explicado como&amp;nbsp;confeccionar artigos de decora&amp;#231;&amp;#227;o em cer&amp;#226;mica com a reprodu&amp;#231;&amp;#227;o dos animais do Pantanal. O manual tamb&amp;#233;m ensina como fazer a t&amp;#237;pica faixa pantaneira no tear, tradi&amp;#231;&amp;#227;o que estava desaparecendo e que foi resgatada pelo projeto.&lt;/p&gt;</description>
				<dc:date>2007-03-07</dc:date>
			</item>
		
						
			<item>
				<title>Guia para Criar e Implementar Reservas Particulares do Patrim&amp;#244;nio Natural (RPPNs)</title>
				<link>http://www.wwf.org.br/natureza_brasileira/areas_prioritarias/pantanal/pantanal_pub/?uNewsID=5200</link>
				<description>&lt;p&gt;Reserva Particular do Patrim&amp;#244;nio Natural (RPPN) &amp;#233; uma unidade de conserva&amp;#231;&amp;#227;o, prevista no Sistema Nacional de Unidades de Conserva&amp;#231;&amp;#227;o da Natureza (SNUC). &amp;#201;&amp;nbsp;criada pela vontade do propriet&amp;#225;rio rural. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Em 2006, as RPPNs completam 10 anos de hist&amp;#243;rias e lutas em prol da conserva&amp;#231;&amp;#227;o&amp;nbsp;de &amp;#225;reas privadas, consolidando-se como uma das mais importantes categorias de Unidades de Conserva&amp;#231;&amp;#227;o. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Al&amp;#233;m de preservar belezas c&amp;#234;nicas e ambientes hist&amp;#243;ricos, as RPPNs assumem, cada vez mais, objetivos de prote&amp;#231;&amp;#227;o de recursos h&amp;#237;dricos, manejo de recursos naturais, desenvolvimento de pesquisas cientificas, manuten&amp;#231;&amp;#227;o de equil&amp;#237;brios clim&amp;#225;ticos ecol&amp;#243;gicos entre v&amp;#225;rios outros servi&amp;#231;os ambientais. Atividades recreativas, tur&amp;#237;sticas, de educa&amp;#231;&amp;#227;o e pesquisa s&amp;#227;o permitidas na reserva, desde que sejam autorizadas pelo &amp;#243;rg&amp;#227;o ambiental respons&amp;#225;vel pelo seu reconhecimento. &lt;br/&gt;&lt;/p&gt;</description>
				<dc:date>2006-11-28</dc:date>
			</item>
		
						
			<item>
				<title>Impactos da Atividade Agropecu&amp;#225;ria e suas inter-rela&amp;#231;&amp;#245;es com os Recursos H&amp;#237;dricos na Regi&amp;#227;o do Pantanal</title>
				<link>http://www.wwf.org.br/natureza_brasileira/areas_prioritarias/pantanal/pantanal_pub/?uNewsID=3000</link>
				<description>O estudo ressalta os principais fatores associados com o crescimento do setor, que inclui o desenvolvimento e aumento dos mercados de exporta&amp;#231;&amp;#227;o para os gr&amp;#227;os de soja brasileiros na Europa e outros locais. Isso leva a uma crescente demanda na intensifica&amp;#231;&amp;#227;o e expans&amp;#227;o da produ&amp;#231;&amp;#227;o. O estudo analisa uma perspectiva de responsabilidade nos m&amp;#233;todos de expans&amp;#227;o, incluindo as pr&amp;#225;ticas de produ&amp;#231;&amp;#227;o e a convers&amp;#227;o do solo para agricultura, com foco nos ecossistemas vulner&amp;#225;veis. &lt;br/&gt;</description>
				<dc:date>2006-07-21</dc:date>
			</item>
		
						
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				<title>Cen&amp;#225;rio da Pecu&amp;#225;ria Bovina de Corte Org&amp;#226;nica Certificada na Bacia do Alto Paraguai (BAP) &amp;#8211; Brasil</title>
				<link>http://www.wwf.org.br/natureza_brasileira/areas_prioritarias/pantanal/pantanal_pub/?uNewsID=5940</link>
				<description>O objetivo do WWF-Brasil com esta publica&amp;#231;&amp;#227;o &amp;#233; de apresentar o quadro da pecu&amp;#225;ria bovina de corte na Bacia Hidrogr&amp;#225;fica do Alto Paraguai no Brasil, com &amp;#234;nfase na produ&amp;#231;&amp;#227;o org&amp;#226;nica certificada e no fomento ao debate sobre as pr&amp;#225;ticas produtivas de baixo impacto ambiental.</description>
				<dc:date>2005-11-01</dc:date>
			</item>
		
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