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		<title>WWF - Not&#xed;cias</title>
  		<description>News, publications and job feeds from WWF - the global conservation organization </description>
		<language>pt-br</language>
		<managingEditor>WWF - no_reply@panda.org</managingEditor>
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<title>WWF News</title>
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<link>http://www.panda.org/news</link>
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		<link>http://www.wwf.org.br</link>
		
						
			<item>
				<title>Constru&#xe7;&#xe3;o de hidrel&#xe9;tricas amea&#xe7;a rio Tapaj&#xf3;s</title>
				<link>http://www.wwf.org.br/informacoes/noticias_meio_ambiente_e_natureza/?uNewsID=30562</link>
				<description>&lt;br /&gt;
&lt;em&gt;Medida Provis&#xf3;ria (MP) editada pelo governo para reduzir &#xe1;rea de  unidades de conserva&#xe7;&#xe3;o est&#xe1; sendo contestada no Supremo Tribunal  Federal (STF)&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O ano de 2012 come&#xe7;ou com uma m&#xe1; not&#xed;cia para a conserva&#xe7;&#xe3;o da biodiversidade amaz&#xf4;nica e das florestas brasileiras. Em 6 de janeiro, foi publicada no Di&#xe1;rio Oficial da Uni&#xe3;o, Medida Provis&#xf3;ria (MP 558) para redu&#xe7;&#xe3;o da &#xe1;rea de quatro unidades de conserva&#xe7;&#xe3;o (UC) na Amaz&#xf4;nia brasileira e altera&#xe7;&#xe3;o de outras duas. Como principal motivo dessa iniciativa, est&#xe1; a constru&#xe7;&#xe3;o de duas das mega-usinas hidrel&#xe9;tricas previstas no Complexo Tapaj&#xf3;s, S&#xe3;o Luiz (6.133 MW) e Jatob&#xe1; (2.336 MW). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As unidades de conserva&#xe7;&#xe3;o amea&#xe7;adas desta vez s&#xe3;o a &#xc1;rea de Prote&#xe7;&#xe3;o Ambiental do Tapaj&#xf3;s (PA), Floresta Nacional do Crepori (PA), as Florestas Nacionais de Itaituba I e II (PA) e Parque Nacional da Amaz&#xf4;nia (AM/PA). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na &#xfa;ltima quinta-feira (09/02), o procurador-geral da Rep&#xfa;blica, Roberto Gurgel, prop&#xf4;s A&#xe7;&#xe3;o Direta de Inconstitucionalidade ao Supremo Tribunal Federal (STF) contra a MP que reduz &#xe1;reas protegidas na Amaz&#xf4;nia. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para Maria Cec&#xed;lia Wey de Brito, secret&#xe1;ria-geral do WWF-Brasil, a modifica&#xe7;&#xe3;o de &#xe1;reas e limites de unidades de conserva&#xe7;&#xe3;o por meio de medida provis&#xf3;ria &#xe9; lament&#xe1;vel, pois &#xe9; mais uma a&#xe7;&#xe3;o que coloca em risco a riqueza ambiental do pa&#xed;s. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
“As unidades de conserva&#xe7;&#xe3;o s&#xe3;o criadas por meio de decreto presidencial ou estadual, ap&#xf3;s avalia&#xe7;&#xe3;o detalhada sobre sua import&#xe2;ncia ecol&#xf3;gica, mas s&#xf3; podem ser alteradas e reduzidas por lei, sem que esta altera&#xe7;&#xe3;o comprometa a raz&#xe3;o original de sua cria&#xe7;&#xe3;o”, explica Wey de Brito.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
“Deveriam ser objeto do mesmo tratamento t&#xe9;cnico e jur&#xed;dico em caso de altera&#xe7;&#xe3;o de limites. O governo n&#xe3;o pode querer, a cada nova obra ou interesse, modificar as UCs a ‘toque de caixa’ por meio de MPs”, completa.   &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O WWF-Brasil defende que o governo aborde a quest&#xe3;o hidrel&#xe9;trica, de forma inovadora, no Brasil todo e na Amaz&#xf4;nia em particular, com uma vis&#xe3;o integrada da bacia hidrogr&#xe1;fica que se pretende explorar. &#xc9; imprescind&#xed;vel considerar o impacto cumulativo dos projetos &#xe0; luz das &#xe1;reas priorit&#xe1;rias de conserva&#xe7;&#xe3;o da bacia hidrogr&#xe1;fica, para minimizar n&#xe3;o s&#xf3; os impactos de um projeto espec&#xed;fico, mas tamb&#xe9;m o impacto do programa hidrel&#xe9;trico que se pretende implantar. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O pr&#xf3;prio setor el&#xe9;trico brasileiro j&#xe1; desenvolveu uma metodologia de an&#xe1;lise do impacto cumulativo de represas, a Avalia&#xe7;&#xe3;o Ambiental Integrada (AAI), aplicada a diversos casos inclusive no Rio Xingu. No entanto, para a bacia do Tapaj&#xf3;s, a metodologia do governo n&#xe3;o foi at&#xe9; agora considerada e aplicada. Esse &#xe9; um passo que deveria anteceder qualquer tomada de decis&#xe3;o sobre constru&#xe7;&#xe3;o de hidrel&#xe9;tricas em rios do Brasil. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A necessidade de conserva&#xe7;&#xe3;o da biodiversidade, dos servi&#xe7;os dos ecossistemas e da vida na escala de uma bacia como a do Rio Tapaj&#xf3;s, que representa quase 6% do territ&#xf3;rio nacional, depende da manuten&#xe7;&#xe3;o de alguns rios que corram livremente – sem qualquer conten&#xe7;&#xe3;o –para garantir a integridade social, econ&#xf4;mica e cultural das comunidades que l&#xe1; habitam e cujas vidas dos rios dependem. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;</description>
				<dc:date>2012-02-11</dc:date>
			</item>
		
						
			<item>
				<title>Esp&#xe9;cies encontradas no Tumucumaque - Jupar&#xe1;</title>
				<link>http://www.wwf.org.br/informacoes/noticias_meio_ambiente_e_natureza/?uNewsID=30542</link>
				<description>No ano de 2011, o WWF-Brasil retomou suas atividades para apoiar a conserva&#xe7;&#xe3;o de uma das regi&#xf5;es mais ricas em biodiversidade do Brasil: o Tumucumaque, no estado do Amap&#xe1;. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para voc&#xea; conhecer melhor a regi&#xe3;o, divulgaremos mensalmente informa&#xe7;&#xf5;es sobre esp&#xe9;cies de animais e plantas que s&#xe3;o encontradas por l&#xe1;. Saiba mais sobre a biodiversidade do Brasil e ajude a conservar a regi&#xe3;o do Tumucumaque usando o site &lt;a href=&quot;http://www.ecosia.org&quot;&gt;Ecosia.org&lt;/a&gt; como sua fonte de pesquisa na internet.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Funciona assim: o internauta procura o que deseja encontrar no site e se clicar em algum link patrocinado, ou seja, de empresas que patrocinam o site, a empresa pagar&#xe1; ao Bing ou Yahoo pelo clique. Ent&#xe3;o, o Bing ou Yahoo passar&#xe3;o a maior parte desse dinheiro para o Ecosia, que por sua vez doar&#xe1; 80% do valor arrecadado para o trabalho do WWF na Amaz&#xf4;nia, mais especificamente na regi&#xe3;o do entorno do Parque Nacional Montanhas do Tumucumaque e de outras unidades de conserva&#xe7;&#xe3;o da &#xe1;rea. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Conhe&#xe7;a o Jupar&#xe1;: &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O jupar&#xe1;&amp;#160;&lt;em&gt; (Potos flavus)&lt;/em&gt; &#xe9; um mam&#xed;fero encontrado em grande parte da regi&#xe3;o Neotropical, do M&#xe9;xico &#xe0; Bol&#xed;via, e est&#xe1; presente na Amaz&#xf4;nia brasileira.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Da mesma fam&#xed;lia que o quati e guaxinim, os Procion&#xed;deos, o jupar&#xe1; vive no alto das &#xe1;rvores e precisa de uma &#xe1;rea de floresta cont&#xed;nua para sobreviver. Sua cauda pre&#xea;nsil o permite se pendurar nas &#xe1;rvores e facilita sua locomo&#xe7;&#xe3;o entre elas. Ele tem h&#xe1;bitos noturnos e vive grande parte do tempo sozinho. Alimenta-se basicamente de frutas, mas tamb&#xe9;m come algumas esp&#xe9;cies de flores e folhas, al&#xe9;m de cupins e pequenos vertebrados.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Apesar de n&#xe3;o estar amea&#xe7;ado de extin&#xe7;&#xe3;o, sofre as press&#xf5;es do desmatamento e ca&#xe7;a ilegal. O jupar&#xe1; ocorre no Parque Nacional Montanhas do Tumucumaque, onde desfruta de um ambiente &#xed;ntegro e selvagem que possibilita uma exist&#xea;ncia segura das amea&#xe7;as humanas.&lt;br /&gt;</description>
				<dc:date>2012-02-08</dc:date>
			</item>
		
						
			<item>
				<title>Especialista do WWF-Brasil &#xe9; homenageado por contribui&#xe7;&#xe3;o ao Acre</title>
				<link>http://www.wwf.org.br/informacoes/noticias_meio_ambiente_e_natureza/?uNewsID=30523</link>
				<description>O economista e analista de conserva&#xe7;&#xe3;o do WWF-Brasil, Alberto Tavares Pereira Junior, foi homenageado pelo governo do estado do Acre com o recebimento da distin&#xe7;&#xe3;o A Ordem da Estrela do Acre. De acordo com o governo do estado, a homenagem &#xe9; prestada a personalidades que de alguma forma contribu&#xed;ram com o desenvolvimento do Acre e se dedicaram a causas nobres.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Alberto Tavares &#xe9; acreano, atua no WWF-Brasil h&#xe1; oito anos, &#xe9; coordenador do escrit&#xf3;rio da institui&#xe7;&#xe3;o em Rio Branco e lidera diversas a&#xe7;&#xf5;es desenvolvidas no estado com foco na conserva&#xe7;&#xe3;o e valoriza&#xe7;&#xe3;o dos recursos ambientais e na inclus&#xe3;o social. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O WWF-Brasil atua h&#xe1; 10 anos no Acre com o objetivo de conservar os recursos naturais do estado e da Amaz&#xf4;nia brasileira e de promover o desenvolvimento sustent&#xe1;vel das suas popula&#xe7;&#xf5;es. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Entre os projetos desenvolvidos pela organiza&#xe7;&#xe3;o no estado est&#xe3;o o apoio &#xe0; estrutura&#xe7;&#xe3;o de cadeias produtivas florestais sustent&#xe1;veis como madeira, borracha, castanha, a&#xe7;a&#xed; e copa&#xed;ba. O WWF-Brasil tamb&#xe9;m apoia o manejo de pesca em lagos naturais, iniciativas de pagamentos por servi&#xe7;os ambientais e a cria&#xe7;&#xe3;o e implementa&#xe7;&#xe3;o de unidades de conserva&#xe7;&#xe3;o no Acre. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Durante esse per&#xed;odo, o WWF-Brasil sempre contou com o apoio do governo do Acre, com quem tem uma rela&#xe7;&#xe3;o de parceria em diversas iniciativas. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;</description>
				<dc:date>2012-02-01</dc:date>
			</item>
		
						
			<item>
				<title>Descaso com nascentes e rios amea&#xe7;a o Pantanal</title>
				<link>http://www.wwf.org.br/informacoes/noticias_meio_ambiente_e_natureza/?uNewsID=30522</link>
				<description>&lt;em&gt;por Aldem Bourscheit&lt;/em&gt;&lt;a id=&quot;fck_paste_padding&quot;&gt;
&lt;div style=&quot;padding-top: 5px; padding-right: 5px; padding-bottom: 5px; padding-left: 5px; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; display: inline !important; &quot;&gt;&lt;em&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Estudo in&#xe9;dito englobando Brasil, Bol&#xed;via, Paraguai e Argentina aponta &#xe1;reas que precisam de mais aten&#xe7;&#xe3;o para garantir a sobreviv&#xea;ncia da maior plan&#xed;cie alag&#xe1;vel do planeta, de popula&#xe7;&#xf5;es e de economias&amp;#160;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/a&gt;&lt;a id=&quot;fck_paste_padding&quot;&gt;﻿&lt;br /&gt;
&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A conserva&#xe7;&#xe3;o da Bacia do rio Paraguai&lt;sup&gt;1&lt;/sup&gt; e a sobreviv&#xea;ncia do Pantanal est&#xe3;o amea&#xe7;adas, principalmente pela degrada&#xe7;&#xe3;o de nascentes e barramento de rios que fluem de &#xe1;reas de planalto (Cerrado) para a plan&#xed;cie pantaneira. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por isso, a in&#xe9;dita An&#xe1;lise de Risco Ecol&#xf3;gico da Bacia do Rio Paraguai&lt;sup&gt;2&lt;/sup&gt; &#xe9; lan&#xe7;ada junto ao Dia Mundial das &#xc1;reas &#xda;midas (2 de fevereiro), evidenciando que metade dda bacia pantaneira est&#xe1; sob alto e m&#xe9;dio risco ambiental, e que 14% dela necessitam ser protegidos com urg&#xea;ncia, por sua grande capacidade de fornecer &#xe1;gua e manter os ciclos de cheias e vazantes que d&#xe3;o vida ao Pantanal. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O estudo contou com mais de 30 especialistas dos quatro pa&#xed;ses e exigiu tr&#xea;s anos de esfor&#xe7;os, evidenciando tamb&#xe9;m que essas &#xe1;reas (em vermelho e amarelo no mapa) est&#xe3;o majoritariamente em por&#xe7;&#xf5;es elevadas nas bordas da bacia e s&#xe3;o as maiores fornecedoras de &#xe1;gua &#xe0; plan&#xed;cie, &#xe1;rea que ainda apresenta boas condi&#xe7;&#xf5;es ecol&#xf3;gicas. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
“Conhecendo a “sa&#xfa;de” do Pantanal podemos nos antecipar a problemas futuros, como o das mudan&#xe7;as clim&#xe1;ticas, mas a sa&#xfa;de pantaneira est&#xe1; amea&#xe7;ada por a&#xe7;&#xf5;es em curso, no presente”, ressaltou Glauco Kimura, coordenador interino do Programa &#xc1;gua para a Vida do WWF-Brasil.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As principais amea&#xe7;as &#xe0; Bacia do rio Paraguai s&#xe3;o o desmatamento e o manejo inadequado de terras para agropecu&#xe1;ria, causadores de eros&#xf5;es e sedimenta&#xe7;&#xe3;o de rios, por exemplo. Barramentos hidrel&#xe9;tricos est&#xe3;o alterando o regime h&#xed;drico natural do Pantanal. O crescimento urbano e populacional &#xe9; seguido por mais obras de infraestrutura, como rodovias, barragens, portos e hidrovias, colocando em risco o fr&#xe1;gil equil&#xed;brio ambiental pantaneiro.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Essas amea&#xe7;as interagem em conjunto ou isoladamente em cada regi&#xe3;o mais cr&#xed;tica analisada: cabeceiras e tribut&#xe1;rios no Cerrado e Bosque Chiquitano brasileiros; Mata Atl&#xe2;ntica da Bacia do rio Paraguai; Eixo de Desenvolvimento Salta/Jujuy; e Puerto Suarez e vale do Tucavaca (Bol&#xed;via).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Apenas 11% (ou 123.600 Km&#xb2;) da bacia est&#xe3;o protegidos de alguma forma, e meros 5% (56.800 Km&#xb2;) sob prote&#xe7;&#xe3;o integral, em parques nacionais ou estaduais e esta&#xe7;&#xf5;es ecol&#xf3;gicas. Al&#xe9;m disso, as mais de 170 &#xe1;reas protegidas n&#xe3;o est&#xe3;o distribu&#xed;das de forma adequada para proteger as regi&#xf5;es que mais fornecem &#xe1;gua, ou as mais ricas em biodiversidade. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O estudo, realizado em parceria pelo WWF, The Nature Conservancy e Centro de Pesquisas do Pantanal, com apoio do HSBC e Caterpillar, &#xe9; um forte alerta para que pa&#xed;ses, estados e munic&#xed;pios adotem uma agenda de redu&#xe7;&#xe3;o de riscos e revertam modelos insustent&#xe1;veis de desenvolvimento. N&#xe3;o h&#xe1; mais espa&#xe7;o para uma cultura de abund&#xe2;ncia e de desperd&#xed;cio, como se houvesse um estoque infinito de florestas nativas para derrubar, de &#xe1;gua onde lan&#xe7;ar poluentes e de terras para minerar. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Bacia do rio Paraguai e o Pantanal n&#xe3;o devem ser protegidos apenas pelas incont&#xe1;veis esp&#xe9;cies de animais e plantas l&#xe1; abrigados, pelas belezas e servi&#xe7;os ambientais&lt;sup&gt;3&lt;/sup&gt; que oferecem, mas tamb&#xe9;m porque da sa&#xfa;de regional dependem mais de oito milh&#xf5;es de pessoas e economias hoje focadas em 30 milh&#xf5;es de cabe&#xe7;as de gado e quase 7 milh&#xf5;es de hectares plantados, &#xe1;rea equivalente a um ter&#xe7;o do estado de S&#xe3;o Paulo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Recomenda&#xe7;&#xf5;es -&lt;/strong&gt; O Pantanal, al&#xe9;m de ser um abrigo natural de esp&#xe9;cies e mantenedor de popula&#xe7;&#xf5;es e economias, tamb&#xe9;m &#xe9; uma preciosa reserva estrat&#xe9;gica de &#xe1;gua doce, ainda mais importante frente ao futuro incerto das mudan&#xe7;as clim&#xe1;ticas. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Logo, alterar modelos de desenvolvimento e criar mais &#xe1;reas protegidas (p&#xfa;blicas e privadas), especialmente em regi&#xf5;es de cabeceiras, s&#xe3;o a&#xe7;&#xf5;es inteligentes e estrat&#xe9;gicas para os quatro pa&#xed;ses respons&#xe1;veis por sua manuten&#xe7;&#xe3;o, bem como desenvolver uma agenda de adapta&#xe7;&#xe3;o da bacia &#xe0;s altera&#xe7;&#xf5;es do clima. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A pecu&#xe1;ria extensiva precisa de maior apoio t&#xe9;cnico e econ&#xf4;mico para que melhores pr&#xe1;ticas cheguem aos produtores, como conserva&#xe7;&#xe3;o de &#xe1;gua e solo, manejo e recupera&#xe7;&#xe3;o de pastagens e integra&#xe7;&#xe3;o lavoura-pecu&#xe1;ria. “O plantio direto na palha &#xe9; uma boa alternativa, porque protege o solo da chuva e dos ventos, mantendo-o mais rico e produtivo. Mesmo assim, persiste o uso extensivo de agrot&#xf3;xicos em culturas como a da soja, venenos que chegam aos rios que abastecem o Pantanal”, comentou Kimura.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Al&#xe9;m da agropecu&#xe1;ria, a bacia tem importantes &#xe1;reas de minera&#xe7;&#xe3;o, destacando-se regi&#xf5;es andinas como a de Potosi (Bol&#xed;via), de extra&#xe7;&#xe3;o de g&#xe1;s natural, na transi&#xe7;&#xe3;o do Chaco para os Andes, de ouro e diamantes, no Mato Grosso, e ainda de ferro, mangan&#xea;s e calc&#xe1;rio, no Mato Grosso do Sul.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No caso de hidrel&#xe9;tricas em opera&#xe7;&#xe3;o, o caminho &#xe9; implantar esquemas de opera&#xe7;&#xe3;o que mantenham os ciclos de cheias e vazantes de modo semelhante ao natural. Para barragens em planejamento, &#xe9; necess&#xe1;rio avaliar seus impactos cumulativos nos rios e na bacia, apontando quais &#xe1;reas poder&#xe3;o ou n&#xe3;o arcar com esses custos ambientais sem prejudicar o Pantanal. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
“Barramentos amea&#xe7;am a dura&#xe7;&#xe3;o e a intensidade dos ciclos de cheias e vazantes, colocando em cheque a vida, economias e popula&#xe7;&#xf5;es que dependem do equil&#xed;brio ecol&#xf3;gico do Pantanal. Reservat&#xf3;rios alteram a circula&#xe7;&#xe3;o de nutrientes as emiss&#xf5;es de gases de efeito estufa, par&#xe2;metros que precisam ser mais bem dimensionados”, destacou Albano Ara&#xfa;jo, coordenador da Estrat&#xe9;gia de &#xc1;gua Doce do Programa de Conserva&#xe7;&#xe3;o da Mata Atl&#xe2;ntica e das Savanas Centrais da The Nature Conservancy.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
____________________________________________________________________________________&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1)&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160; O rio Paraguai nasce na regi&#xe3;o de Diamantino (MT) e percorre 2,6 mil quil&#xf4;metros at&#xe9; encontrar o Rio Paran&#xe1;, j&#xe1; em Corrientes (Argentina). Sua bacia cobre 1,2 milh&#xe3;o de quil&#xf4;metros quadrados em quatro pa&#xed;ses, &#xe1;rea com quase o tamanho do estado do Par&#xe1; e altamente diversificada em termos de ecossistemas e de realidades socioecon&#xf4;micas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
2)&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160; A avalia&#xe7;&#xe3;o dos riscos ecol&#xf3;gicos de uma bacia hidrogr&#xe1;fica &#xe9; essencial para se estimar sua capacidade de recupera&#xe7;&#xe3;o frente aos impactos esperados do aquecimento global, pois algumas amea&#xe7;as poder&#xe3;o ganhar for&#xe7;a em detrimento de outras. Al&#xe9;m disso, ecossistemas naturais, atividades econ&#xf4;micas, cidades e pessoas, todos est&#xe3;o vulner&#xe1;veis &#xe0;s mudan&#xe7;as clim&#xe1;ticas eu maior ou menor grau. Esse estudo justamente visa compreender quais s&#xe3;o os riscos atuais aos ecossistemas aqu&#xe1;ticos da Bacia do Paraguai e como podemos nos preparar a um futuro de incertezas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
3)&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160; A Embrapa estimou (2008) em US$ 112 bilh&#xf5;es por ano os servi&#xe7;os ambientais prestados gratuitamente pelo Pantanal. Logo, vale muito mais manter a regi&#xe3;o preservada do que zone&#xe1;-la com agropecu&#xe1;ria, cujo lucro estimado seria de apenas US$ 414 milh&#xf5;es anuais.&lt;br /&gt;</description>
				<dc:date>2012-02-01</dc:date>
			</item>
		
						
			<item>
				<title>O inesperado pantanal mineiro</title>
				<link>http://www.wwf.org.br/informacoes/noticias_meio_ambiente_e_natureza/?uNewsID=30484</link>
				<description>&lt;em&gt;por Aldem Bourscheit&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Criado no fim de 2004 e envolvendo seis mil hectares de Cerrado e de Mata Seca no munic&#xed;pio de &lt;a href=&quot;http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/b/b7/MinasGerais_Municip_Januaria.svg&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Janu&#xe1;ria&lt;/a&gt;, o ref&#xfa;gio de vida silvestre do rio Pandeiros abriga ambientes &#xfa;nicos em Minas Gerais, reproduzindo em menor escala as paisagens do internacionalmente conhecido Pantanal, que divide &#xe1;reas entre Brasil, Argentina, Bol&#xed;via e Paraguai. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No entorno do ref&#xfa;gio, uma &#xe1;rea de prote&#xe7;&#xe3;o ambiental com 210 mil hectares deveria funcionar como um “escudo” &#xe0; polui&#xe7;&#xe3;o, desmatamento e outros impactos perigosos &#xe0; sua sobreviv&#xea;ncia. Todavia, uma das maiores amea&#xe7;as vem de carona nas &#xe1;guas que fluem de v&#xe1;rios pontos da regi&#xe3;o de solos fr&#xe1;geis: o assoreamento, provocado principalmente pela desmatamento de veredas e outros tipos de vegeta&#xe7;&#xe3;o nas bordas de rios e c&#xf3;rregos. A poderosa quantidade de areia carregada pelo rio Pandeiros levou at&#xe9; a desativa&#xe7;&#xe3;o de uma pequena central hidrel&#xe9;trica.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
“Assim como no Pantanal, amea&#xe7;as vindas de fora p&#xf5;em em risco regi&#xf5;es ao mesmo tempo fr&#xe1;geis e de grande import&#xe2;ncia econ&#xf4;mica e ambiental. Esse tipo de quest&#xe3;o precisa ser pesada nas agendas de desenvolvimento. Esta &#xe9; uma conduta a ser refor&#xe7;ada na passagem do Dia Mundial das &#xc1;reas &#xda;midas (2 de fevereiro)”, ressaltou Michael Becker, coordenador do Programa Cerrado-Pantanal do WWF-Brasil.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A regi&#xe3;o, pontuada por lagoas, cachoeiras, o p&#xe2;ntano e a foz do rio Pandeiros, funciona como um ber&#xe7;&#xe1;rio natural para esp&#xe9;cies migradoras, de interesse comercial e tamb&#xe9;m amea&#xe7;adas de extin&#xe7;&#xe3;o, como dourado, curimat&#xe1;, piau-verdadeiro, piranha, tra&#xed;ra, matrinch&#xe3;, surubim e pacu. Quase 50 esp&#xe9;cies de peixes foram registradas na Bacia do rio Pandeiros, tornando o espa&#xe7;o fundamental para a revitaliza&#xe7;&#xe3;o do rio S&#xe3;o Francisco. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
“No Pandeiros, ocorrem quase todas as esp&#xe9;cies grandes migradoras e de import&#xe2;ncia comercial para a pesca. A sua import&#xe2;ncia local &#xe9; inquestion&#xe1;vel, pois contribui para a manuten&#xe7;&#xe3;o dessas esp&#xe9;cies e tamb&#xe9;m de uma rica fauna”, comentou o bi&#xf3;logo Carlos Bernardo Mascarenhas Alves, mestre em Ecologia, Conserva&#xe7;&#xe3;o e Manejo da Vida Silvestre (UFMG).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tamb&#xe9;m colocam em risco a sa&#xfa;de do ref&#xfa;gio a expans&#xe3;o desregrada da fronteira agr&#xed;cola, grandes empreendimentos para plantio eucalipto sem crit&#xe9;rios de sustentabilidade, desmatamento ilegal para a produ&#xe7;&#xe3;o de carv&#xe3;o, pisoteio de gado criado em regime extensivo, inc&#xea;ndios, ca&#xe7;a e pesca predat&#xf3;ria.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A pesca &#xe9; hoje proibida naquele pantanal, reconhecido pelos governos federal e mineiro como &#xe1;rea priorit&#xe1;ria para conserva&#xe7;&#xe3;o do Cerrado. Al&#xe9;m de peixes, ele abriga e oferece alimento para in&#xfa;meras aves, caso do martim-pescador, pato-do-mato, mergulh&#xe3;o- pequeno e gar&#xe7;a branca- grande. Al&#xe9;m deles, l&#xe1; vivem os inconfund&#xed;veis jacar&#xe9;s e capivaras, al&#xe9;m de grandes felinos, como a su&#xe7;uarana.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&quot;Este ano, pletendemos entregar os planos de manejo e de gest&#xe3;o para o ref&#xfa;gio e &#xe1;rea de prote&#xe7;&#xe3;o ambiental do rio Pandeiros, bem como contratar&amp;#160; 21 funcion&#xe1;rios, entre monitores ambientais e guarda-parques, para atuar na bacia. Outras a&#xe7;&#xf5;es continuar&#xe3;o a ser executadas, como educa&#xe7;&#xe3;o ambiental nas comunidades e escolas rurais do entorno, treinamento de combate a inc&#xea;ndios florestais e forma&#xe7;&#xe3;o de brigadas volunt&#xe1;rias, reuni&#xf5;es trimestrais dos conselhos consultivos e estrutura&#xe7;&#xe3;o das UC&quot;, comentou Nat&#xe1;lia Rust Neves, coordenadora de &#xc1;reas Protegidas do&amp;#160; Escrit&#xf3;rio Regional Alto M&#xe9;dio S&#xe3;o Francisco do Instituto Estadual de Florestas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O ref&#xfa;gio de vida silvestre do rio Pandeiros &#xe9; uma das 12 unidades de conserva&#xe7;&#xe3;o do Mosaico Sert&#xe3;o Veredas-Perua&#xe7;u, regi&#xe3;o onde o WWF-Brasil come&#xe7;a trabalho de apoio a pr&#xe1;ticas agr&#xed;colas menos agressivas ao meio ambiente e &#xe0; implementa&#xe7;&#xe3;o e gest&#xe3;o de &#xe1;reas protegidas.&lt;br /&gt;</description>
				<dc:date>2012-01-27</dc:date>
			</item>
		
						
			<item>
				<title>Marina: press&#xe3;o popular far&#xe1; com que Dilma vete mudan&#xe7;as no C&#xf3;digo</title>
				<link>http://www.wwf.org.br/informacoes/noticias_meio_ambiente_e_natureza/?uNewsID=30466</link>
				<description>Bruno Taitson, de Porto Alegre (RS)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As propostas de mudan&#xe7;as no C&#xf3;digo Florestal fizeram parte da agenda do primeiro dia de debates e oficinas do F&#xf3;rum Social Mundial 2012. Em debate realizado na Faculdade de direito da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, a ex-senadora e ex-ministra do Meio Ambiente Marina Silva declarou que a press&#xe3;o popular ser&#xe1; fundamental para que a presidente Dilma Rousseff possa vetar os diversos retrocessos presentes no texto aprovado pela C&#xe2;mara e pelo Senado em 2011.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
“Dilma se comprometeu, assinando de pr&#xf3;prio punho, a vetar qualquer projeto que promova aumento nos desmatamentos e anistia a desmatamentos ilegais. &#xc9; preciso que a sociedade d&#xea; sustentabilidade pol&#xed;tica para que ela possa honrar esse compromisso de campanha”, declarou Marina Silva, diante de um audit&#xf3;rio lotado de estudantes, ambientalistas, integrantes do movimento social e jornalistas. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A ex-senadora classificou o substitutivo aprovado pelo Senado, e agora submetido a nova an&#xe1;lise pela C&#xe2;mara, como um “festival de retrocessos com preju&#xed;zos ao equil&#xed;brio do planeta e &#xe0; vida nas cidades”. As discuss&#xf5;es aconteceram durante a mesa-redonda A Rio + 20 e as Cidades Sustent&#xe1;veis, que abordou as prepara&#xe7;&#xf5;es do evento que marcar&#xe1; os 20 anos da confer&#xea;ncia Rio-92.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tamb&#xe9;m participaram do debate os te&#xf3;logos Leonardo Boff e Frei Betto, o empres&#xe1;rio Oded Grajew, um dos idealizadores do F&#xf3;rum Social Mundial, o presidente do Instituto Ethos, Jorge Abrah&#xe3;o, o ex-diretor de Florestas do Minist&#xe9;rio do Meio Ambiente, Tasso Azevedo, o economista Ladislau Dowbor e o arquiteto Nabil Bonduki.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Debate sobre o C&#xf3;digo Florestal&lt;br /&gt;
&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
A ex-senadora Marina Silva estar&#xe1; presente em outra rodada de debates no F&#xf3;rum Social Mundial. Ela participa de uma mesa-redonda promovida pelo Comit&#xea; em Defesa das Florestas nesta quinta-feira, 26 de janeiro, a partir das 9 da manh&#xe3;, na Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Al&#xe9;m de Marina Silva, estar&#xe3;o presentes a secret&#xe1;ria-geral do WWF-Brasil, Maria Cec&#xed;lia Wey de Brito, o coordenador do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem-Terra (MST), Jo&#xe3;o Pedro St&#xe9;dile, o diretor da campanha Amaz&#xf4;nia do Greenpeace, Paulo Ad&#xe1;rio, o diretor de movimentos sociais da Uni&#xe3;o Nacional dos Estudantes (UNE), Rodolfo Mohr e os deputados federais Ivan Valente (Psol-SP) e Paulo Teixeira (PT-SP), al&#xe9;m de representantes da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ci&#xea;ncia (SBPC) e da Confer&#xea;ncia Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB). A presidente Dilma Rousseff tamb&#xe9;m foi convidada, mas sua assessoria ainda n&#xe3;o confirmou a presen&#xe7;a. A entrada ser&#xe1; gratuita, obedecendo a ordem de chegada.&lt;br /&gt;</description>
				<dc:date>2012-01-25</dc:date>
			</item>
		
						
			<item>
				<title>Marcha abre atividades do F&#xf3;rum Social</title>
				<link>http://www.wwf.org.br/informacoes/noticias_meio_ambiente_e_natureza/?uNewsID=30463</link>
				<description>Bruno Taitson, de Porto Alegre (RS)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sob um calor de 35 graus, milhares de pessoas percorreram o centro da capital ga&#xfa;cha na marcha de abertura do F&#xf3;rum Social Mundial na tarde desta ter&#xe7;a-feira (24/01). O evento acontece de 24 a 29 de janeiro, nas cidades de Porto Alegre, Canoas, Novo Hamburgo e S&#xe3;o Leopoldo. Este ano, por abordar especificamente os temas crise capitalista, justi&#xe7;a social e ambiental, o F&#xf3;rum recebe a denomina&#xe7;&#xe3;o de Social Tem&#xe1;tico (FST).  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A concentra&#xe7;&#xe3;o dos participantes, vindos de todas as regi&#xf5;es do Brasil e de diversos pa&#xed;ses, come&#xe7;ou no largo Gl&#xea;nio Peres, com presen&#xe7;a de estudantes, sindicalistas, ambientalistas, professores, trabalhadores e integrantes de diversas organiza&#xe7;&#xf5;es da sociedade civil. Entre as pautas, a necessidade de mais investimento nas &#xe1;reas de sa&#xfa;de e educa&#xe7;&#xe3;o, direitos de grupos minorit&#xe1;rios e marginalizados e quest&#xf5;es ambientais, como as tentativas de mudan&#xe7;as no C&#xf3;digo Florestal.  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O WWF-Brasil participou da marcha, exigindo dos deputados e da presidente Dilma Rousseff uma postura diferente da que vem sendo adotada at&#xe9; o momento, privilegiando claramente os interesses do grande agroneg&#xf3;cio em detrimento das florestas e da sociedade brasileira. O texto, aprovado no Senado em dezembro de 2011, volta para a C&#xe2;mara, onde deve ser votado ainda neste semestre. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Repleto de retrocessos, como anistia a crimes ambientais e consolida&#xe7;&#xe3;o de atividades predat&#xf3;rias em &#xe1;reas de reserva legal e de preserva&#xe7;&#xe3;o permanente, o projeto, se aprovado como est&#xe1; pelos deputados, ser&#xe1; encaminhado &#xe0; presidente Dilma Rousseff. Em um prazo de at&#xe9; 30 dias, Dilma poder&#xe1; vetar ou sancionar o substitutivo. Em sua campanha eleitoral, em 2010, a atual presidente assumiu o compromisso de vetar quaisquer dispositivos que criem anistia a desmatamentos ilegais e que possam estimular novos desmates.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Segundo &#xc9;rico Teixeira, respons&#xe1;vel pelas atividades de engajamento do WWF-Brasil no evento, embora tenham uma diversidade de agendas, os participantes do F&#xf3;rum t&#xea;m em comum a indigna&#xe7;&#xe3;o diante de situa&#xe7;&#xf5;es de injusti&#xe7;a, em que os interesses de uma minoria s&#xe3;o impostos &#xe0; maior parte da popula&#xe7;&#xe3;o. “No caso do C&#xf3;digo Florestal, isso &#xe9; nitidamente o que acontece. Embora 80% dos brasileiros tenham se mostrado, em pesquisa da Datafolha, contr&#xe1;rios &#xe0;s mudan&#xe7;as, tanto a C&#xe2;mara como o Senado, com aval do Governo Federal, t&#xea;m atuado em dire&#xe7;&#xe3;o contr&#xe1;ria”, exemplifica. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
De acordo com &#xc9;rico Teixeira, a grande quantidade de pessoas e organiza&#xe7;&#xf5;es que participaram da marcha de abertura do F&#xf3;rum demonstra claramente que a sociedade brasileira clama por novos rumos nos processos de tomada de decis&#xe3;o. “Esperamos que os parlamentares e o governo se sensibilizem diante dessa manifesta&#xe7;&#xe3;o popular e mudem os rumos das discuss&#xf5;es sobre o C&#xf3;digo Florestal”, conclui.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O F&#xf3;rum Social Tem&#xe1;tico tamb&#xe9;m aborda temas relevantes para a agenda internacional, como as manifesta&#xe7;&#xf5;es de insatisfa&#xe7;&#xe3;o popular com sistemas pol&#xed;ticos excludentes, ocorridas em diversos pa&#xed;ses, como Espanha, Fran&#xe7;a, Estados Unidos, Egito, L&#xed;bia, S&#xed;ria, Chile e outros. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Debate&lt;br /&gt;
&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Nesta quinta-feira, 26 de janeiro, o WWF-Brasil participa de um debate sobre as mudan&#xe7;as propostas ao C&#xf3;digo Florestal, na Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul, a partir das 9 da manh&#xe3;. Estar&#xe3;o presentes a ex-senadora Marina Silva, o coordenador do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem-Terra (MST), Jo&#xe3;o Pedro St&#xe9;dile, o diretor da campanha Amaz&#xf4;nia do Greenpeace, Paulo Ad&#xe1;rio, o diretor de movimentos sociais da Uni&#xe3;o Nacional dos Estudantes (UNE), Rodolfo Mohr, a secret&#xe1;ria-geral do WWF-Brasil, Maria Cec&#xed;lia Wey de Brito e os deputados federais Ivan Valente (Psol-SP) e Paulo Teixeira (PT-SP), al&#xe9;m de representantes da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ci&#xea;ncia (SBPC) e da Confer&#xea;ncia Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB). A presidente Dilma Rousseff tamb&#xe9;m foi convidada, mas sua assessoria ainda n&#xe3;o confirmou a presen&#xe7;a.&lt;br /&gt;</description>
				<dc:date>2012-01-24</dc:date>
			</item>
		
						
			<item>
				<title>WWF-Brasil em defesa das florestas no F&#xf3;rum Social Mundial</title>
				<link>http://www.wwf.org.br/informacoes/noticias_meio_ambiente_e_natureza/?uNewsID=30462</link>
				<description>O WWF-Brasil estar&#xe1; presente no F&#xf3;rum Social Mundial, principal evento de discuss&#xe3;o e mobiliza&#xe7;&#xe3;o do movimento social do planeta, que acontece entre 24 e 28 de janeiro em Porto Alegre (RS). No dia 26, &#xe0;s 9 da manh&#xe3;, na Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul, o Comit&#xea; Brasil em Defesa das Florestas e do Desenvolvimento Sustent&#xe1;vel promove a mesa-redonda A Reforma do C&#xf3;digo Florestal Brasileiro. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Estar&#xe3;o no debate, pelo Comit&#xea;, a ex-senadora e ex-ministra do Meio Ambiente Marina Silva, o coordenador da Via Campesina, Jo&#xe3;o Pedro St&#xe9;dile, o diretor da campanha Amaz&#xf4;nia do Greenpeace, Paulo Ad&#xe1;rio, o diretor de movimentos sociais da Uni&#xe3;o Nacional dos Estudantes (UNE), Rodolfo Mohr e a secret&#xe1;ria-geral do WWF-Brasil, Maria Cec&#xed;lia Wey de Brito, al&#xe9;m de representantes da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ci&#xea;ncia (SBPC) e da Confer&#xea;ncia Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Comit&#xea; Brasil em Defesa das Florestas vai expor ao mundo, no F&#xf3;rum Social Mundial, uma s&#xe9;rie de an&#xe1;lises sobre o processo de discuss&#xe3;o, tramita&#xe7;&#xe3;o e vota&#xe7;&#xe3;o das mudan&#xe7;as ao C&#xf3;digo Florestal. Foram convidados para o evento, e j&#xe1; confirmaram presen&#xe7;a, os deputados federais Ivan Valente (PSOL-SP), pela oposi&#xe7;&#xe3;o, e Paulo Teixeira (PT-SP), l&#xed;der do Partido dos Trabalhadores na C&#xe2;mara. A presidente da Rep&#xfa;blica, Dilma Rousseff, tamb&#xe9;m recebeu, na sexta-feira (20/01), convite para o debate, mas sua assessoria ainda n&#xe3;o enviou uma resposta. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Maria Cec&#xed;lia Wey de Brito, secret&#xe1;ria-geral do WWF-Brasil, lembra que o F&#xf3;rum Social Mundial deste ano ter&#xe1; como tema principal as quest&#xf5;es socioambientais. &#xc9; fundamental que toda a sociedade brasileira se aproprie do debate sobre as mudan&#xe7;as no C&#xf3;digo Florestal e seja inclu&#xed;da no processo de tomada de decis&#xf5;es a respeito do tema. At&#xe9; o momento, a C&#xe2;mara dos Deputados e o Senado ignoraram os interesses coletivos e agiram apenas em benef&#xed;cio de quem desmatou, avaliou.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O F&#xf3;rum ser&#xe1; oficialmente aberto no dia 24 de janeiro, &#xe0;s 15 horas, com uma marcha saindo do largo Gl&#xea;nio Peres, centro de Porto Alegre.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Outra atividade do Comit&#xea; Brasil em Defesa das Florestas e do Desenvolvimento sustent&#xe1;vel ser&#xe1; uma reuni&#xe3;o entre os integrantes das se&#xe7;&#xf5;es estaduais do Comit&#xea;, para alinhar estrat&#xe9;gias de a&#xe7;&#xe3;o para 2012 nos diversos estados.&lt;br /&gt;</description>
				<dc:date>2012-01-24</dc:date>
			</item>
		
						
			<item>
				<title>Livros revelam situa&#xe7;&#xe3;o de unidades de conserva&#xe7;&#xe3;o do Amazonas, Par&#xe1; e Rond&#xf4;nia</title>
				<link>http://www.wwf.org.br/informacoes/noticias_meio_ambiente_e_natureza/?uNewsID=30442</link>
				<description>Publica&#xe7;&#xf5;es trazem o resultado da avalia&#xe7;&#xe3;o da gest&#xe3;o das unidades de  conserva&#xe7;&#xe3;o dos tr&#xea;s estados Amaz&#xf4;nicos e s&#xe3;o ferramentas importantes  para o planejamento de pol&#xed;ticas p&#xfa;blicas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;em&gt;Por Ligia Paes de Barros, WWF-Brasil&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;/em&gt;Tr&#xea;s novos livros revelam o resultado da avalia&#xe7;&#xe3;o da gest&#xe3;o das unidades de conserva&#xe7;&#xe3;o (UCs) nos estados do &lt;a href=&quot;http://www.wwf.org.br/informacoes/bliblioteca/?30423/Efetividade-de-Gestao-das-Unidades-de-Conservacao-no-Estado-do-Amazonas&quot;&gt;Amazonas&lt;/a&gt;, &lt;a href=&quot;http://www.wwf.org.br/informacoes/bliblioteca/?30422/Efetividade-de-Gestao-das-Unidades-de-Conservacao-no-Estado-do-Para&quot;&gt;Par&#xe1;&lt;/a&gt; e &lt;a href=&quot;http://www.wwf.org.br/informacoes/bliblioteca/?30424/Efetividade-de-Gestao-das-Unidades-de-Conservacao-no-Estado-de-Rondonia&quot;&gt;Rond&#xf4;nia&lt;/a&gt;, na Amaz&#xf4;nia brasileira. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O estudo avalia se as unidades de conserva&#xe7;&#xe3;o - 49 no Par&#xe1;, 53 em Rond&#xf4;nia e 54 no Amazonas, em uma &#xe1;rea de mais de 56 milh&#xf5;es de hectares - est&#xe3;o cumprindo seu objetivo de conserva&#xe7;&#xe3;o da natureza, se tem um planejamento efetivo, se est&#xe3;o vulner&#xe1;veis ou sofrendo amea&#xe7;as, e ainda se possuem recursos suficientes.&amp;#160; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As publica&#xe7;&#xf5;es s&#xe3;o fruto da parceria entre as secretarias de Meio Ambiente desses estados, o WWF-Brasil e o Instituto Chico Mendes de Conserva&#xe7;&#xe3;o da Biodiversidade (ICMBio).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
“Esse trabalho de an&#xe1;lise da gest&#xe3;o das UCs &#xe9; inovador e fundamental para subsidiar pol&#xed;ticas p&#xfa;blicas. Sem informa&#xe7;&#xf5;es sobre a realidade das &#xe1;reas protegidas, n&#xe3;o h&#xe1; como planejar a&#xe7;&#xf5;es para melhorar sua efetividade. Da&#xed; a grande import&#xe2;ncia desse estudo”, afirmou Mauro Armelin, coordenador do Programa Amaz&#xf4;nia do WWF-Brasil. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O m&#xe9;todo utilizado para avaliar a gest&#xe3;o dessas &#xe1;reas protegidas &#xe9; o Rappam, sigla em ingl&#xea;s para Avalia&#xe7;&#xe3;o R&#xe1;pida e Prioriza&#xe7;&#xe3;o da Gest&#xe3;o de Unidades de Conserva&#xe7;&#xe3;o. Desenvolvido pela Rede WWF, o Rappam &#xe9; uma das metodologias mais utilizadas em todo o mundo para avaliar rapidamente a efetividade de gest&#xe3;o das &#xe1;reas protegidas. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A pesquisa &#xe9; realizada por meio de question&#xe1;rios aplicados durante oficinas com gestores, funcion&#xe1;rios e demais colaboradores das unidades de conserva&#xe7;&#xe3;o. As respostas s&#xe3;o analisadas por equipes t&#xe9;cnicas que sistematizam os resultados em rela&#xe7;&#xe3;o ao contexto, planejamento, insumos, processos e resultados que as UCs v&#xea;m atingindo nos &#xfa;ltimos anos.&amp;#160; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como resultado, obt&#xe9;m-se um diagn&#xf3;stico completo das unidades de conserva&#xe7;&#xe3;o com informa&#xe7;&#xf5;es e recomenda&#xe7;&#xf5;es sobre prioriza&#xe7;&#xe3;o de a&#xe7;&#xf5;es, aplica&#xe7;&#xe3;o de recursos e defini&#xe7;&#xe3;o de programas para auxiliar os &#xf3;rg&#xe3;os respons&#xe1;veis na gest&#xe3;o do sistema de unidades de conserva&#xe7;&#xe3;o do pa&#xed;s.&amp;#160; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
“Apesar de import&#xe2;ncia biol&#xf3;gica alta e planejamento adequado, as unidades de conserva&#xe7;&#xe3;o avaliadas nos tr&#xea;s estados t&#xea;m menores &#xed;ndices de desempenho em insumos, como recursos financeiros e humanos, e processos, como a elabora&#xe7;&#xe3;o dos planos de manejo. No geral, isso compromete o alcance dos resultados e os valores totais de efetividade das UCs&quot;, explicou a analista de conserva&#xe7;&#xe3;o do WWF-Brasil, Mariana Ferreira, respons&#xe1;vel pela coordena&#xe7;&#xe3;o do estudo. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Al&#xe9;m das unidades de conserva&#xe7;&#xe3;o do Par&#xe1;, Amazonas e Rond&#xf4;nia, a parceria entre o WWF-Brasil e o ICMBio tamb&#xe9;m avaliou a efetividade da gest&#xe3;o das unidades de conserva&#xe7;&#xe3;o dos estados do Mato Grosso, S&#xe3;o Paulo, Amap&#xe1; e Acre, al&#xe9;m de duas etapas de avalia&#xe7;&#xe3;o das unidades de conserva&#xe7;&#xe3;o federais: a primeira realizada entre 2005 e 2007, quando 246 unidades de conserva&#xe7;&#xe3;o federais foram analisadas, e em 2010, com a avalia&#xe7;&#xe3;o de 292 UCs federais, cujo resultado ser&#xe1; divulgado em 2012.&amp;#160; Nesse total, mais de 98% da &#xe1;rea em unidades de conserva&#xe7;&#xe3;o na Amaz&#xf4;nia e cerca de 80% da &#xe1;rea em UCs no Brasil foram avaliadas. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;</description>
				<dc:date>2012-01-19</dc:date>
			</item>
		
						
			<item>
				<title>As propostas de “O futuro que n&#xf3;s queremos” n&#xe3;o s&#xe3;o o futuro que precisamos, diz WWF</title>
				<link>http://www.wwf.org.br/informacoes/noticias_meio_ambiente_e_natureza/?uNewsID=30403</link>
				<description>Gland, Su&#xed;&#xe7;a – A primeira vers&#xe3;o do documento de negocia&#xe7;&#xe3;o para a confer&#xea;ncia de c&#xfa;pula sobre desenvolvimento sustent&#xe1;vel, a Rio+20, est&#xe1; no rumo certo, por&#xe9;m com a magnitude errada, declarou a rede ambientalista mundial WWF. &lt;br /&gt;
&amp;#160;&lt;br /&gt;
&amp;#160;A vers&#xe3;o zero do documento “O futuro que n&#xf3;s queremos” reconhece a necessidade de se erradicar a pobreza, ter seguran&#xe7;a alimentar e adotar medidas para avan&#xe7;ar na dire&#xe7;&#xe3;o do desenvolvimento sustent&#xe1;vel; no entanto, o documento cont&#xe9;m poucas medidas pr&#xe1;ticas para que o mundo consiga enfrentar os desafios de equilibrar as necessidades competitivas globais de alimentos, &#xe1;gua e energia durante os pr&#xf3;ximos dez anos. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
“Esse documento reconhece que, nas &#xfa;ltimas duas d&#xe9;cadas, os pa&#xed;ses falharam e deixaram de agir efetivamente em rela&#xe7;&#xe3;o ao meio ambiente e ao desenvolvimento; mas a falta de compromissos vinculantes (no documento) traz consigo o risco de termos mais outra d&#xe9;cada de fracasso”, afirmou Lasse Gustavsson, Diretor Executivo de Conserva&#xe7;&#xe3;o do secretariado internacional da Rede WWF. &lt;br /&gt;
&amp;#160;&lt;br /&gt;
“O ‘Cadastro de Compromissos Volunt&#xe1;rios’ proposto simplesmente n&#xe3;o ir&#xe1; colocar o planeta onde ele precisa estar”, acrescentou. &lt;br /&gt;
&amp;#160;&lt;br /&gt;
Segundo a Rede WWF, a necessidade de se solucionar a equa&#xe7;&#xe3;o ‘Alimentos – Energia - &#xc1;gua’ &#xe9; crucial para o sucesso dessa confer&#xea;ncia mundial t&#xe3;o cr&#xed;tica, que pretende fornecer ao mundo um novo sentido de prop&#xf3;sito para se alcan&#xe7;ar o desenvolvimento sustent&#xe1;vel, passados 20 anos ap&#xf3;s a c&#xfa;pula original sobre o planeta (Rio92).&amp;#160; No entanto, essa primeira vers&#xe3;o do documento para negocia&#xe7;&#xe3;o da Rio+20 est&#xe1; particularmente fraca em aspira&#xe7;&#xf5;es relacionadas &#xe0; &#xe1;gua.&lt;br /&gt;
&amp;#160;&lt;br /&gt;
“A Rio 2012 pode fracassar unicamente com base no que faz ou deixa de fazer em rela&#xe7;&#xe3;o &#xe0; &#xe1;gua doce”, afirmou Gustavsson.&amp;#160; “A essa altura, o documento n&#xe3;o oferece muito mais do que um novo compromisso com os sistemas de saneamento,” acrescentou.&lt;br /&gt;
&amp;#160;&lt;br /&gt;
“O que se precisa &#xe9; o seguinte: uma gest&#xe3;o da &#xe1;gua com base nos limites naturais e n&#xe3;o em fronteiras pol&#xed;ticas; o compromisso de proteger e restaurar os sistemas vitais de &#xe1;gua doce; a prote&#xe7;&#xe3;o das florestas que salvaguardam nossos estoques de &#xe1;gua; e preparar o mundo para os grandes impactos das mudan&#xe7;as clim&#xe1;ticas sobre o abastecimento de &#xe1;gua.”&lt;br /&gt;
&amp;#160;&lt;br /&gt;
A Rede WWF se alegra pelo compromisso com a gest&#xe3;o sustent&#xe1;vel dos recursos marinhos e oce&#xe2;nicos, mas preocupa-se com a aus&#xea;ncia de compromisso com um sistema de prote&#xe7;&#xe3;o em alto mar, que &#xe9; extremamente necess&#xe1;rio, e tamb&#xe9;m com a aus&#xea;ncia de salvaguardas vi&#xe1;veis para a sustentabilidade dos estoques pesqueiros decrescentes e ainda de propostas para cercear a explora&#xe7;&#xe3;o criminosa de recursos de vida marinha. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
“&#xc9; uma boa not&#xed;cia o fato de que v&#xe1;rias quest&#xf5;es priorit&#xe1;rias foram abordadas (no documento), inclusive a necessidade de que as estruturas governamentais e empresariais desenvolvam uma economia verde, movam-se na dire&#xe7;&#xe3;o do desenvolvimento de baixo carbono e da elimina&#xe7;&#xe3;o de subs&#xed;dios que sejam prejudiciais ao meio ambiente”, disse Gustavsson.&amp;#160; &lt;br /&gt;
Outras preocupa&#xe7;&#xf5;es da Rede WWF s&#xe3;o:&lt;br /&gt;
&amp;#160;&lt;br /&gt;
•&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160; As propostas de mudan&#xe7;a baseiam-se em “compromissos nacionais volunt&#xe1;rios” – sem exig&#xea;ncia legal de serem cumpridos nem de metas para os pa&#xed;ses, e tampouco sem exigir que os pa&#xed;ses trabalhem dentro de um cronograma.&amp;#160; &#xc9; preciso que os pa&#xed;ses concordem em atingir metas e cumprir com um cronograma, bem como entrem em acordo sobre o financiamento adequado para enfrentar os desafios. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
•&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160; O texto sobre o desenvolvimento de economias verdes deixa de fora da contabilidade nacional os custos sociais e ambientais, as medidas tribut&#xe1;rias e os sistemas de certifica&#xe7;&#xe3;o.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
•&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160; As propostas para seguran&#xe7;a alimentar, de &#xe1;gua e de energia precisam conter metas espec&#xed;ficas, medidas concretas para implementa&#xe7;&#xe3;o e um acordo claro sobre financiamento. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
•&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160; O texto n&#xe3;o leva em considera&#xe7;&#xe3;o o papel cr&#xed;tico das mudan&#xe7;as clim&#xe1;ticas nem dos servi&#xe7;os ecol&#xf3;gicos como fatores chaves que afetam a produ&#xe7;&#xe3;o de alimentos, energia e &#xe1;gua. &lt;br /&gt;
•&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160; Muitas das propostas de mudan&#xe7;a s&#xe3;o vagas e deixam pontos em aberto.&amp;#160; Por exemplo, n&#xe3;o h&#xe1; metas para acabar com o desmatamento nem objetivos a serem atingidos para a gest&#xe3;o eficaz da &#xe1;gua. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;</description>
				<dc:date>2012-01-12</dc:date>
			</item>
		
						
			<item>
				<title>Tapaj&#xf3;s: o rio da vez para constru&#xe7;&#xe3;o de hidrel&#xe9;tricas</title>
				<link>http://www.wwf.org.br/informacoes/noticias_meio_ambiente_e_natureza/?uNewsID=30402</link>
				<description>O ano de 2012 come&#xe7;ou com uma m&#xe1; not&#xed;cia para a conserva&#xe7;&#xe3;o da biodiversidade amaz&#xf4;nica e das florestas brasileiras. Foi publicada no Di&#xe1;rio Oficial da Uni&#xe3;o, no dia 06, Medida Provis&#xf3;ria (MP 558) para redu&#xe7;&#xe3;o da &#xe1;rea de quatro unidades de conserva&#xe7;&#xe3;o (UC) na Amaz&#xf4;nia brasileira e altera&#xe7;&#xe3;o de outras duas. Como principal motivo dessa iniciativa, est&#xe1; a constru&#xe7;&#xe3;o de duas das mega-usinas hidrel&#xe9;tricas previstas no Complexo Tapaj&#xf3;s, S&#xe3;o Luiz (6.133 MW) e Jatob&#xe1; (2.336 MW). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As unidades de conserva&#xe7;&#xe3;o amea&#xe7;adas desta vez s&#xe3;o a &#xc1;rea de Prote&#xe7;&#xe3;o Ambiental do Tapaj&#xf3;s (PA), Floresta Nacional do Crepori (PA), as Florestas Nacionais de Itaituba I e II (PA) e Parque Nacional da Amaz&#xf4;nia (AM/PA). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para Maria Cec&#xed;lia Wey de Brito, secret&#xe1;ria-geral do WWF-Brasil, a modifica&#xe7;&#xe3;o de &#xe1;reas e limites de unidades de conserva&#xe7;&#xe3;o por meio de medida provis&#xf3;ria &#xe9; lament&#xe1;vel, pois &#xe9; mais uma a&#xe7;&#xe3;o que coloca em risco a riqueza ambiental do pa&#xed;s. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
“As unidades de conserva&#xe7;&#xe3;o s&#xe3;o criadas por meio de decreto presidencial ou estadual, ap&#xf3;s avalia&#xe7;&#xe3;o detalhada sobre sua import&#xe2;ncia ecol&#xf3;gica, mas somente s&#xf3; podem ser alteradas e reduzidas diretamente por lei, sem que esta altera&#xe7;&#xe3;o comprometa a raz&#xe3;o original de sua cria&#xe7;&#xe3;o”, explica Wey de Brito. “Deveriam ser objeto do mesmo tratamento t&#xe9;cnico e jur&#xed;dico em caso de altera&#xe7;&#xe3;o de limites. O governo n&#xe3;o pode querer, a cada nova obra ou interesse, modificar as UCs a ‘toque de caixa’ por meio de MPs”, completa.&amp;#160;&amp;#160; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O WWF-Brasil defende que o governo aborde a quest&#xe3;o hidrel&#xe9;trica, de forma inovadora, no Brasil todo e na Amaz&#xf4;nia em particular, com uma vis&#xe3;o integrada da bacia hidrogr&#xe1;fica que se pretende explorar, considerando o impacto cumulativo dos projetos &#xe0; luz das &#xe1;reas priorit&#xe1;rias de conserva&#xe7;&#xe3;o da bacia em quest&#xe3;o, para minimizar n&#xe3;o s&#xf3; os impactos de um projeto espec&#xed;fico, mas tamb&#xe9;m o impacto do programa hidrel&#xe9;trico que se pretende implantar. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O pr&#xf3;prio setor el&#xe9;trico brasileiro j&#xe1; desenvolveu uma metodologia de an&#xe1;lise do impacto cumulativo de represas, a Avalia&#xe7;&#xe3;o Ambiental Integrada (AAI), aplicada a diversos casos inclusive no Rio Xingu. No entanto, para a bacia do Tapaj&#xf3;s, a metodologia do governo n&#xe3;o foi at&#xe9; agora considerada e aplicada. Esse &#xe9; um passo que deveria anteceder qualquer tomada de decis&#xe3;o sobre constru&#xe7;&#xe3;o de hidrel&#xe9;tricas em rios do Brasil. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;#160;A necessidade de conserva&#xe7;&#xe3;o da biodiversidade, dos servi&#xe7;os dos ecossistemas e da vida na escala de uma bacia como a do Rio Tapaj&#xf3;s, que representa quase 6% do territ&#xf3;rio nacional, depende da manuten&#xe7;&#xe3;o de alguns rios que corram livremente – sem qualquer conten&#xe7;&#xe3;o –para garantir a integridade social, econ&#xf4;mica e cultural das comunidades que l&#xe1; habitam e cujas vidas dos rios dependem. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Outras alternativas&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Ao inv&#xe9;s de construir barragens em cada um dos grandes rios da Amaz&#xf4;nia, causando imensos impactos ambientais e sociais, o Brasil deveria explorar muito mais seu potencial em fontes renov&#xe1;veis modernas, de baixo impacto, como a energia dos ventos, a energia solar, a de biomassa, e dever&#xed;amos investir em medidas de aumento de nossa efici&#xea;ncia energ&#xe9;tica. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
“Somente em energia e&#xf3;lica, estima-se em mais de 400 GW o potencial brasileiro, o que &#xe9; mais de 3 vezes superior &#xe0; toda demanda atual de eletricidade no Brasil. Como todos os novos projetos, nos pr&#xf3;ximos anos, chegaremos a usar pouco mais de 1% deste potencial, o que &#xe9; insignificante diante do que temos &#xe0; nossa disposi&#xe7;&#xe3;o.&amp;#160; Al&#xe9;m disso, o pleno aproveitamento da biomassa da cana-de-a&#xe7;&#xfa;car para gera&#xe7;&#xe3;o de eletricidade poderia substituir a energia gerada por algumas usinas hidrel&#xe9;tricas, como Belo Monte ou S&#xe3;o Luis do Tapaj&#xf3;s&quot;, explicou Carlos Rittl, coordenador do programa de Mudan&#xe7;as Clim&#xe1;ticas e Energia do WWF-Brasil. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&quot;Alternativas e o potencial n&#xf3;s temos. Mas para aproveit&#xe1;-los e para reduzir os impactos da expans&#xe3;o de gera&#xe7;&#xe3;o de energia, &#xe9; necess&#xe1;rio haver decis&#xe3;o e vontade pol&#xed;tica&quot;, concluiu.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
______________________________________________________________________________&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Entenda o que &#xe9; Medida Provis&#xf3;ria&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As Medidas Provis&#xf3;rias (MP), pela sua defini&#xe7;&#xe3;o, deveriam ser editadas privativamente pelo Presidente da Rep&#xfa;blica somente em casos de relev&#xe2;ncia e urg&#xea;ncia. S&#xe3;o atos legislativos com for&#xe7;a de lei, enquanto durar sua vig&#xea;ncia ou at&#xe9; que sejam aprovadas ou rejeitadas pelo Congresso Nacional. As Medidas Provis&#xf3;rias n&#xe3;o poder&#xe3;o versar sobre Nacionalidade, cidadania, direitos pol&#xed;ticos, partidos pol&#xed;ticos, Direito Eleitoral, Direito Penal, Processo Penal e Processo Civil.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Segundo a Ag&#xea;ncia Senado, a MP come&#xe7;a a vigorar imediatamente ap&#xf3;s sua edi&#xe7;&#xe3;o, vigorando por 60 dias, que podem ser prorrogados por igual per&#xed;odo. Se n&#xe3;o for aprovada pela C&#xe2;mara e o Senado at&#xe9; o prazo final, a MP perde a validade desde sua edi&#xe7;&#xe3;o, ficando o Executivo impedido de reedit&#xe1;-la no mesmo ano legislativo. Para virar lei, no entanto, a MP precisa ser aprovada pelo Congresso.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O uso excessivo desse recurso pelo Poder Executivo vem sendo criticado por parlamentares de ambas as Casas h&#xe1; muitos anos.  Em 2011, passaram pelo Senado 37 MPs, das quais 34 foram aprovadas. O descontentamento fez com o presidente do Senado, Jos&#xe9; Sarney, apresentasse um Projeto de Emenda &#xe0; Constiui&#xe7;&#xe3;o (PEC) para modificar o tr&#xe2;mite das MPs. Esse projeto continuar&#xe1; em an&#xe1;lise em 2012.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;</description>
				<dc:date>2012-01-12</dc:date>
			</item>
		
						
			<item>
				<title>WWF-Brasil concorre ao pr&#xea;mio GreenBest</title>
				<link>http://www.wwf.org.br/informacoes/noticias_meio_ambiente_e_natureza/?uNewsID=30382</link>
				<description>O WWF-Brasil concorre pela segunda vez consecutiva ao pr&#xea;mio Greenbest de sustentabilidade nas categorias, ONG e campanha publicit&#xe1;ria, com o projeto Hora do Planeta. O pr&#xea;mio, conhecido como o Oscar da internet,&amp;#160; reconhece a&#xe7;&#xf5;es sustent&#xe1;veis de institui&#xe7;&#xf5;es, produtos e profissionais inovadores e preocupados com o meio ambiente, capazes de influenciar o mercado de sustentabilidade, que cresce a cada dia.&lt;br /&gt;
&amp;#160;&lt;br /&gt;
A escolha do vencedor se divide em duas etapas:&amp;#160; na primeira; o voto popular deve avaliar o reconhecimento do projeto e a aceita&#xe7;&#xe3;o pela sociedade. Na segunda, a avalia&#xe7;&#xe3;o ser&#xe1; feita pelo j&#xfa;ri especializado da Academia Greenbest, que ter&#xe1; seus votos auditados pela Ernst &amp; Young Terco.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A vota&#xe7;&#xe3;o popular busca aproximar a popula&#xe7;&#xe3;o de quest&#xf5;es socioambientais, al&#xe9;m de fazer com que as empresas recebam um retorno do mercado e dos consumidores.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Entre no site&amp;#160;&lt;a href=&quot;http://bit.ly/rOGJOd&quot;&gt;bit.ly/rOGJOd&lt;/a&gt; e d&#xea; o seu voto.&amp;#160; Participe!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;</description>
				<dc:date>2012-01-10</dc:date>
			</item>
		
						
			<item>
				<title>&#xc1;gua Brasil lan&#xe7;a com presidenta Dilma jogo educativo para catadores</title>
				<link>http://www.wwf.org.br/informacoes/noticias_meio_ambiente_e_natureza/?uNewsID=30325</link>
				<description>A presidenta Dilma Rousseff classificou como “simb&#xf3;lico” o jogo Reciclando, desenvolvido pela ONG ambientalista WWF-Brasil em parceria com o Movimento Nacional de Catadores de Materiais Recicl&#xe1;veis (MNCR), no &#xe2;mbito do Programa &#xc1;gua Brasil. O programa, concebido pelo Banco do Brasil, &#xe9; executado em parceria com a Funda&#xe7;&#xe3;o Banco do Brasil e a Ag&#xea;ncia Nacional de &#xc1;guas, al&#xe9;m do WWF-Brasil.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A presidenta recebeu o primeiro exemplar do jogo, que foi lan&#xe7;ado nesta quinta-feira, em S&#xe3;o Paulo, durante a celebra&#xe7;&#xe3;o de Natal de catadores de materiais recicl&#xe1;veis e popula&#xe7;&#xe3;o em situa&#xe7;&#xe3;o de rua.O “Reciclando” foi desenvolvido para ajudar os catadores na sua organiza&#xe7;&#xe3;o e para ampliar o conhecimento e a informa&#xe7;&#xe3;o da sociedade sobre o trabalho feito por eles.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Segundo Dilma, o jogo &#xe9; simb&#xf3;lico porque aponta para a necessidade de constru&#xe7;&#xe3;o de cooperativas e associa&#xe7;&#xf5;es de catadores. “Isso garante que os catadores tenham a prote&#xe7;&#xe3;o de uma organiza&#xe7;&#xe3;o forte para defender sua atua&#xe7;&#xe3;o na sociedade”, disse a presidenta. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Dilma disse ainda que foi eleita “presidenta dos pobres deste pa&#xed;s” e se comprometeu em apoiar os catadores contra o uso de incineradores de res&#xed;duos nos munic&#xed;pios, que precisam se adaptar &#xe0; Pol&#xed;tica Nacional de Res&#xed;duos S&#xf3;lidos. De acordo com a regulamenta&#xe7;&#xe3;o da lei, a incinera&#xe7;&#xe3;o &#xe9; uma alternativa. Mas a prioridade &#xe9; o encaminhamento dos res&#xed;duos a organiza&#xe7;&#xf5;es de catadores, para seguirem para a reciclagem. H&#xe1; muita press&#xe3;o, por&#xe9;m, do lobby da incinera&#xe7;&#xe3;o sobre as prefeituras municipais, em fun&#xe7;&#xe3;o dos investimentos envolvidos. “Eu me comprometo a fazer uma discuss&#xe3;o muito s&#xe9;ria a respeito da quest&#xe3;o da incinera&#xe7;&#xe3;o. Podemos construir um caminho de prote&#xe7;&#xe3;o ao catador. Sei da press&#xe3;o que at&#xe9; 2014 as prefeituras ter&#xe3;o. De fato, haver&#xe1; grande press&#xe3;o sobre elas. Precisamos botar os catadores na mesa para defender suas posi&#xe7;&#xf5;es e para que a gente ache um caminho”, disse a presidenta.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
De acordo com o coordenador do Programa Educa&#xe7;&#xe3;o para Sociedades Sustent&#xe1;veis, do WWF-Brasil, F&#xe1;bio Cidrin, o jogo Reciclando trata da quest&#xe3;o da coleta seletiva e do trabalho feito pelos catadores. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
“Cada jogador representa uma cooperativa, que faz desde a coleta at&#xe9; a aquisi&#xe7;&#xe3;o de equipamentos para poder atuar em rede. O grande objetivo &#xe9; fazer com que os catadores percebam a import&#xe2;ncia dessa atua&#xe7;&#xe3;o em rede e da necessidade de eliminar intermedi&#xe1;rios”, conta Cidrin. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
“Mas o jogo n&#xe3;o &#xe9; s&#xf3; para os catadores. Qualquer pessoa que jogar vai se se familiarizar com a cadeia da reciclagem, onde os catadores t&#xea;m papel fundamental. Por meio do jogo, as pessoas v&#xe3;o passar a respeitar e a valorizar mais esta atividade”, aposta. &lt;br /&gt;
O jogo ser&#xe1; distribu&#xed;do a organiza&#xe7;&#xf5;es do MNCR, para as cidades que recebem as a&#xe7;&#xf5;es de coleta seletiva e reciclagem do &#xc1;gua Brasil e para as entidades de apoio &#xe0;s organiza&#xe7;&#xf5;es de catadores. “O jogo ser&#xe1; usado para discutir o assunto de forma l&#xfa;dica. Funcionar&#xe1; como mais uma ferramenta para as atividades de assessoramento e acompanhamento das organiza&#xe7;&#xf5;es”, diz Cidrin. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A cerim&#xf4;nia dos catadores e moradores de rua mobilizou a Esplanada dos Minist&#xe9;rios. Al&#xe9;m da presidenta Dilma, participaram do evento os ministros Maria do Ros&#xe1;rio (Direitos Humanos), Tereza Campello (Desenvolvimento Social e Combate &#xe0; Fome), Fernando Haddad (Educa&#xe7;&#xe3;o), Alo&#xed;zio Mercadante (Ci&#xea;ncia e Tecnologia), Alexandre Padilha (Sa&#xfa;de) e Gilberto Carvalho (Secretaria-Geral da Presid&#xea;ncia da Rep&#xfa;blica). Tamb&#xe9;m participaram os senadores Marta Suplicy e Eduardo Suplicy (PT-SP) e o deputado Paulo Teixeira (PT-SP).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;</description>
				<dc:date>2011-12-22</dc:date>
			</item>
		
						
			<item>
				<title>Florestas brasileiras t&#xea;m enorme potencial de produ&#xe7;&#xe3;o, aponta estudo</title>
				<link>http://www.wwf.org.br/informacoes/noticias_meio_ambiente_e_natureza/?uNewsID=30324</link>
				<description>O Brasil &#xe9; o segundo pa&#xed;s com maior &#xe1;rea de floresta no mundo e tem a maior &#xe1;rea de floresta tropical cont&#xed;nua. Isso significa uma enorme responsabilidade na manuten&#xe7;&#xe3;o do clima global, afinal estoca uma grande quantidade de carbono em suas florestas, e um potencial consider&#xe1;vel para explora&#xe7;&#xe3;o econ&#xf4;mica de produtos das florestas, sejam elas plantadas ou nativas, tais como energia, papel e madeira. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Um estudo lan&#xe7;ado pelo Servi&#xe7;o Florestal Brasileiro e o Instituto de Pesquisa Ambiental (Ipam) indica que o investimento em produ&#xe7;&#xe3;o madeireira sustent&#xe1;vel em florestas p&#xfa;blicas pode ser a solu&#xe7;&#xe3;o tanto para o crescimento econ&#xf4;mico como para a conserva&#xe7;&#xe3;o das nossas florestas. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O estudo &lt;em&gt;Florestas Nativas de Produ&#xe7;&#xe3;o Brasileiras&lt;/em&gt; indica que a m&#xe9;dia da demanda por madeira proveniente de florestas nativas existente hoje exigiria uma &#xe1;rea de 36 milh&#xf5;es de hectares em um ciclo de 30 anos. O estudo ainda ressalta que a produ&#xe7;&#xe3;o em &#xe1;reas particulares – cada vez menor resultante de a&#xe7;&#xf5;es de fiscaliza&#xe7;&#xe3;o e controle - e em unidades de conserva&#xe7;&#xe3;o de uso sustent&#xe1;vel – n&#xe3;o &#xe9; suficiente para suprir essa demanda. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para os autores da pesquisa, a sa&#xed;da &#xe9; aproveitar as florestas em &#xe1;reas p&#xfa;blicas tanto federais como estaduais que n&#xe3;o tem destina&#xe7;&#xe3;o, ou seja, n&#xe3;o tem um uso especifico definido, e transform&#xe1;-las em florestas nacionais e estaduais, categorias de unidades de conserva&#xe7;&#xe3;o onde &#xe9; poss&#xed;vel utilizar os recursos de maneira sustent&#xe1;vel e com grande produtividade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
De acordo com o estudo, a Amaz&#xf4;nia brasileira conta com cerca de 64 milh&#xf5;es de hectares de terras p&#xfa;blicas n&#xe3;o destinadas. Em uma an&#xe1;lise de quanto dessa &#xe1;rea poderia ser destinada &#xe0; cria&#xe7;&#xe3;o de florestas p&#xfa;blicas – excluindo &#xe1;reas muito povoadas, menores de 15 hectares, proximidade de estradas e de &#xe1;reas desmatadas – chegou-se &#xe0; conclus&#xe3;o que aproximadamente 40 milh&#xf5;es de hectares poderiam ser transformados em florestas p&#xfa;blicas federais e estaduais com capacidade de produ&#xe7;&#xe3;o madeireira a partir de manejo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
“Propiciar o acesso a fontes legais e sustent&#xe1;veis de madeira &#xe9; fundamental para o desenvolvimento de uma economia florestal forte, com escala de mercado, benef&#xed;cios sociais e esfor&#xe7;os de conserva&#xe7;&#xe3;o”, afirmou Paulo Moutinho, diretor executivo do Ipam. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para o coordenador do programa Amaz&#xf4;nia do WWF-Brasil, Mauro Armelin, que participou da mesa de discuss&#xe3;o do lan&#xe7;amento do estudo, esse trabalho &#xe9; muito importante para trazer &#xe0; tona a discuss&#xe3;o do nosso potencial de produ&#xe7;&#xe3;o madeireira em florestas p&#xfa;blicas. “O Brasil tem uma enorme capacidade que n&#xe3;o est&#xe1; sendo aproveitada. Al&#xe9;m de destinar &#xe1;reas para florestas p&#xfa;blicas, &#xe9; preciso permitir que as florestas que j&#xe1; existem cumpram seu papel. E para isso o pa&#xed;s tem que ser mais efetivo em muitos aspectos, como por exemplo, nos processos de concess&#xf5;es para explora&#xe7;&#xe3;o da madeira nessas &#xe1;reas”, afirmou Armelin. &lt;br /&gt;</description>
				<dc:date>2011-12-22</dc:date>
			</item>
		
						
			<item>
				<title>Holanda quer importar 100% de soja respons&#xe1;vel em quatro anos</title>
				<link>http://www.wwf.org.br/informacoes/noticias_meio_ambiente_e_natureza/?uNewsID=30323</link>
				<description>* WWF-Brasil com informa&#xe7;&#xf5;es da &lt;em&gt;Dutch Sustainable Trade Initiative&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Empresas holandesas de varejo, com&#xe9;rcio e ind&#xfa;stria, al&#xe9;m de organiza&#xe7;&#xf5;es n&#xe3;o-governamentais atreladas &#xe0; Iniciativa de Com&#xe9;rcio Sustent&#xe1;vel da Holanda (IDH), como o WWF, investir&#xe3;o inicialmente € 7 milh&#xf5;es (cerca de R$ 17 milh&#xf5;es) para garantir 100% de soja respons&#xe1;vel at&#xe9; 2015 na produ&#xe7;&#xe3;o de carne, latic&#xed;nios, ovos e outros alimentos na Holanda. O pa&#xed;s &#xe9; o segundo maior comprador de produtos de soja brasileiros, logo atr&#xe1;s da China.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nos pr&#xf3;ximos quatro anos, os participantes da iniciativa pretendem importar volumes cada vez maiores de soja produzida de forma respons&#xe1;vel, atingindo 500 mil toneladas at&#xe9; 2012, 1 milh&#xe3;o de toneladas em 2013 e 1,5 milh&#xf5;es de toneladas em 2014.&amp;#160; O an&#xfa;ncio aconteceu no Congresso Internacional de Gest&#xe3;o de Suprimentos em Amsterd&#xe3;, em dezembro.&amp;#160; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O plano &#xe9; apoiado pelo WWF-Holanda, Natuur &amp; Milieu e Solidaridad e, entre as organiza&#xe7;&#xf5;es participantes, est&#xe3;o a Associa&#xe7;&#xe3;o Holandesa da Ind&#xfa;stria de Ra&#xe7;&#xe3;o Animal, a FrieslandCampina e outras empresas holandesas de latic&#xed;nios, a Associa&#xe7;&#xe3;o Holandesa de Carne, varejistas holandeses como Albert Heijn, C1000, Jumbo, Lidl e a SuperUnie (central de compras de 13 cadeias de supermercados), o sindicato de produtores&amp;#160; da Holanda, a Organiza&#xe7;&#xe3;o Holandesa de Agricultura e Horticultura e ag&#xea;ncias reguladoras holandesas para produtos de aves e ovos e de margarina, gorduras e &#xf3;leos.&amp;#160; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
“O investimento permitir&#xe1; que plantadores de soja na Am&#xe9;rica do Sul, assim como as demais partes que integram a cadeia de fornecedores, fa&#xe7;am os aperfei&#xe7;oamentos necess&#xe1;rios para obter a certifica&#xe7;&#xe3;o da RTRS. A op&#xe7;&#xe3;o por esse selo foi feita para garantir que recursos naturais valiosos n&#xe3;o sejam destru&#xed;dos em decorr&#xea;ncia do cultivo da soja”, comentou o diretor-geral da IDH, Joost Oorthuizen.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A RTRS (sigla em Ingl&#xea;s para Mesa Redonda da Soja Respons&#xe1;vel) foi criada em 2006 na Su&#xed;&#xe7;a e &#xe9; uma iniciativa com mais de 150 membros (produtores,&amp;#160; processadores, comerciantes e fabricantes de alimentos e ra&#xe7;&#xe3;o &#xe0; base de soja, bem como organiza&#xe7;&#xf5;es da sociedade civil) para facilitar a cria&#xe7;&#xe3;o de um mercado mundial de soja certificada, baseado numa, produ&#xe7;&#xe3;o com crit&#xe9;rios como respeito aos direitos dos propriet&#xe1;rios da terra, comunidades locais, trabalhadores, pequenos produtores e suas fam&#xed;lias. Tais diretrizes exigem, ainda, que produtores adotem melhores pr&#xe1;ticas de manejo para minimizar os impactos dos cultivos. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A adequa&#xe7;&#xe3;o de sojicultores na Am&#xe9;rica do Sul aos princ&#xed;pios e crit&#xe9;rios exigidos para a certifica&#xe7;&#xe3;o RTRS no per&#xed;odo de transi&#xe7;&#xe3;o ser&#xe1; apoiada pelo Fundo de Via R&#xe1;pida para a Soja, criado pela IDH e cuja gest&#xe3;o ficar&#xe1; a cargo da Solidaridad. Ele direcionar&#xe1; investimentos privados aos produtores, por exemplo, para o treinamento em boas pr&#xe1;ticas agr&#xed;colas. Produtores, fabricantes e compradores podem se candidatar ao financiamento, com contrapartida de no m&#xe1;ximo 50%. Brasil, Argentina e Paraguai t&#xea;m hoje quase 140 mil hectares j&#xe1; certificados sob os crit&#xe9;rios da RTRS.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para o coordenador do Programa Agricultura do WWF-Brasil, Cassio Franco Moreira, a iniciativa Holandesa &#xe9; um exemplo a ser seguido por outros pa&#xed;ses consumidores de soja, uma vez que a RTRS &#xe9; a &#xfa;nica certifica&#xe7;&#xe3;o de soja verdadeiramente democr&#xe1;tica e participativa onde os crit&#xe9;rios socioambientais de produ&#xe7;&#xe3;o foram definidos em debates envolvendo produtores, ind&#xfa;stria e sociedade civil. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
“Iniciativas de apoio aos produtores como as do governo Holand&#xea;s e do IDH s&#xe3;o vitais nessa fase inicial, pois ajudar&#xe3;o em sua adequa&#xe7;&#xe3;o t&#xe9;cnica &#xe0;s diretrizes da RTRS, o que resultar&#xe1; em ganhos de efici&#xea;ncia e poss&#xed;vel redu&#xe7;&#xe3;o nos custos de produ&#xe7;&#xe3;o. Agora, o desafio &#xe9; aumentar o comprometimento de outros pa&#xed;ses e mostrar aos produtores que a certifica&#xe7;&#xe3;o &#xe9; uma oportunidade, n&#xe3;o s&#xf3; de mercado, mas tamb&#xe9;m de gest&#xe3;o t&#xe9;cnica e socioambiental das propriedades”, ressaltou.&lt;br /&gt;</description>
				<dc:date>2011-12-22</dc:date>
			</item>
		
						
			<item>
				<title>Contribua para a conserva&#xe7;&#xe3;o da biodiversidade no Brasil</title>
				<link>http://www.wwf.org.br/informacoes/noticias_meio_ambiente_e_natureza/?uNewsID=30322</link>
				<description>Os animais, as plantas e toda a riqueza natural do Brasil e do mundo enfrentam diversas amea&#xe7;as, tais como destrui&#xe7;&#xe3;o do local onde vivem, ca&#xe7;a, altera&#xe7;&#xf5;es clim&#xe1;ticas, uso excessivo, entre outros. Com isso, a &#xe1;gua limpa, o ar puro, nossos alimentos, medicamentos entre outros aspectos fundamentais para a vida humana tamb&#xe9;m est&#xe3;o em risco e &#xe9; preciso proteg&#xea;-los rapidamente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por isso, o Minist&#xe9;rio do Meio Ambiente (MMA) do Brasil – em parceria com o WWF-Brasil, a Uni&#xe3;o Internacional para Conserva&#xe7;&#xe3;o da Natureza (UICN) e o Instituto de Pesquisas Ecol&#xf3;gicas (IP&#xca;) - construiu uma estrat&#xe9;gia para conservar a biodiversidade do pa&#xed;s at&#xe9; 2020 e coloca o documento para consulta p&#xfa;blica para que todos possam contribuir. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O documento, fundamental para acabar com a perda de biodiversidade, pode ser encontrado &lt;a href=&quot;http://www.mma.gov.br/sitio/index.php?ido=conteudo.monta&amp;idEstrutura=147&amp;idConteudo=11570&quot;&gt;aqui&lt;/a&gt;&amp;#160; e estar&#xe1; dispon&#xed;vel para receber colabora&#xe7;&#xf5;es at&#xe9; 31 de janeiro. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O texto dispon&#xed;vel foi elaborado ap&#xf3;s o MMA e as organiza&#xe7;&#xf5;es colherem contribui&#xe7;&#xf5;es de diversos setores da sociedade brasileira - diferentes n&#xed;veis de governo, os povos ind&#xed;genas e comunidades tradicionais, a academia, organiza&#xe7;&#xf5;es da sociedade civil e o setor privado – &lt;a href=&quot;http:// http://www.wwf.org.br/natureza_brasileira/especiais/biodiversidade/dialogos_biodiversidade/&quot;&gt;em uma s&#xe9;rie de encontros&lt;/a&gt; durante o ano de 2011.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Entre os aspectos contemplados na &lt;a href=&quot;http://www.wwf.org.br/informacoes/bliblioteca/?29462/Metas-de-Aichi-Situacao-atual-no-Brasil  &quot;&gt;estrat&#xe9;gia brasileira de conserva&#xe7;&#xe3;o da biodiversidade&lt;/a&gt; est&#xe3;o o reconhecimento do valor da biodiversidade e dos servi&#xe7;os prestados por ela, a redu&#xe7;&#xe3;o da perda de habitats nativos, redu&#xe7;&#xe3;o da polui&#xe7;&#xe3;o, a prote&#xe7;&#xe3;o de &#xe1;reas terrestres e de &#xe1;guas em unidades de conserva&#xe7;&#xe3;o, o acesso e a reparti&#xe7;&#xe3;o de benef&#xed;cios dos recursos gen&#xe9;ticos da biodiversidade e a mobiliza&#xe7;&#xe3;o de recursos financeiros para sua conserva&#xe7;&#xe3;o. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
N&#xe3;o deixe de contribuir e divulgar para seus amigos, e de conhecer mais a fundo como proteger a diversidade biol&#xf3;gica do pa&#xed;s. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Contexto&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
O Brasil iniciou o processo de atualiza&#xe7;&#xe3;o da sua estrat&#xe9;gia brasileira de conserva&#xe7;&#xe3;o da biodiversidade para 2020 ap&#xf3;s ter aprovado, junto com mais de 190 pa&#xed;ses membros da Conven&#xe7;&#xe3;o sobre Diversidade Biol&#xf3;gica (CDB) da Organiza&#xe7;&#xe3;o das Na&#xe7;&#xf5;es Unidas, o novo &lt;a href=&quot;http://   http://www.wwf.org.br/informacoes/noticias_meio_ambiente_e_natureza/?26502/Finalmente-bons-resultados-para-a-biodiversidade-na-COP-10 &quot;&gt;Plano Estrat&#xe9;gico de conserva&#xe7;&#xe3;o da biodiversidade para 2020&lt;/a&gt;. O documento internacional foi aprovado em confer&#xea;ncia no Jap&#xe3;o em 2010. A elabora&#xe7;&#xe3;o da estrat&#xe9;gia brasileira contou com o apoio do Minist&#xe9;rio do Meio Ambiente, Alimenta&#xe7;&#xe3;o e Assuntos Rurais do Reino Unido (Defra) e do Projeto Nacional de A&#xe7;&#xf5;es Integradas P&#xfa;blico-Privadas para Biodiversidade (Probio II).&lt;br /&gt;</description>
				<dc:date>2011-12-21</dc:date>
			</item>
		
						
			<item>
				<title>Com campanha ambiental, Mato Grosso reduz focos de calor em mais de 30%</title>
				<link>http://www.wwf.org.br/informacoes/noticias_meio_ambiente_e_natureza/?uNewsID=30303</link>
				<description>&lt;em&gt;Por Jorge Eduardo Dantas&lt;br /&gt;
&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;
Entre o in&#xed;cio de junho e o fim de outubro deste ano, o Estado do Mato Grosso reduziu em mais de 30% o n&#xfa;mero de focos de calor e inc&#xea;ndio em rela&#xe7;&#xe3;o ao mesmo per&#xed;odo do ano passado.&amp;#160;A redu&#xe7;&#xe3;o, informou a Secretaria de Estado do Meio Ambiente (Sema), tem rela&#xe7;&#xe3;o direta com o desenvolvimento da campanha “Mato Grosso Unido Contra as Queimadas”, que envolveu uma s&#xe9;rie de institui&#xe7;&#xf5;es no combate aos inc&#xea;ndios. O WWF-Brasil participou desta mobiliza&#xe7;&#xe3;o apoiando v&#xe1;rias atividades educativas.
&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
A campanha “Mato Grosso Unido contra as Queimadas” foi uma iniciativa interinstitucional, que contou com dezenas de atividades em &#xf3;rg&#xe3;os como o Governo do Estado, o Minist&#xe9;rio P&#xfa;blico Estadual, a Assembleia Legislativa, o Tribunal de Justi&#xe7;a e a Associa&#xe7;&#xe3;o Mato-Grossense de Munic&#xed;pios. Foram investidos R$ 4,5 milh&#xf5;es em a&#xe7;&#xf5;es de conscientiza&#xe7;&#xe3;o, aquisi&#xe7;&#xe3;o de equipamentos de combate a inc&#xea;ndios e apoio a munic&#xed;pios para o combate &#xe0;s queimadas.&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
Dentro deste programa, foram realizadas audi&#xea;ncias p&#xfa;blicas, implanta&#xe7;&#xe3;o de comit&#xea;s municipais de gest&#xe3;o do fogo, cursos de brigadistas e confec&#xe7;&#xe3;o de materiais educativos como gibis, cartazes, panfletos e spots de r&#xe1;dio e tev&#xea;.&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Per&#xed;odo proibitivo&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
A iniciativa surtiu efeito: de 1&#xba; de junho a 31 de outubro – o chamado “per&#xed;odo proibitivo”, quando as queimadas e inc&#xea;ndios n&#xe3;o s&#xe3;o permitidos no Mato Grosso - houve uma redu&#xe7;&#xe3;o de 32,95% na quantidade de focos de calor. Foram registrados 14.341 focos, contra 43.520 apontados neste mesmo per&#xed;odo em 2010. Os dados s&#xe3;o do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe).&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
O secret&#xe1;rio de estado do Meio Ambiente do Mato Grosso, Vicente Falc&#xe3;o, declarou que este resultado &#xe9; fruto de a&#xe7;&#xf5;es preventivas e educativas. “Por meio das a&#xe7;&#xf5;es integradas com diversos n&#xed;veis de governo, fortalecemos as a&#xe7;&#xf5;es de monitoramento, preven&#xe7;&#xe3;o, prepara&#xe7;&#xe3;o e de respostas r&#xe1;pidas aos inc&#xea;ndios florestais de forma mais eficiente”, destacou o titular da Sema.&lt;br /&gt;
&amp;#160;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Atividades educacionais&lt;br /&gt;
&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;Com o apoio do WWF-Brasil e como parte das a&#xe7;&#xf5;es do “Mato Grosso Unido Contra as Queimadas”, a Secretaria de Educa&#xe7;&#xe3;o do Estado realizou atividades como exposi&#xe7;&#xf5;es art&#xed;sticas, palestras, passeatas e mostras de artes. Oficialmente, 22 escolas participaram ativamente da mobiliza&#xe7;&#xe3;o, envolvendo 200 professores de v&#xe1;rias disciplinas e 6,6 mil estudantes. A maior parte dos col&#xe9;gios, pertencentes &#xe0; rede p&#xfa;blica estadual, estava situada no Vale de Cuiab&#xe1;.&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
Al&#xe9;m do apoio &#xe0;s atividades educativas, o WWF-Brasil financiou a produ&#xe7;&#xe3;o de 10 mil informativos que trataram sobre as queimadas e seus preju&#xed;zos ambientais e sociais. O material, que foi utilizado como ferramenta pedag&#xf3;gica nas salas de aula, foi distribu&#xed;do para 724 escolas da rede p&#xfa;blica mato-grossense.&amp;#160;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Apoio fundamental&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
A gerente de Educa&#xe7;&#xe3;o Ambiental da Seduc, Giselly Rodrigues Gomes, contou que os relat&#xf3;rios recebidos das escolas foram muito positivos. “Percebemos que as escolas de fato se mobilizaram e organizaram exposi&#xe7;&#xf5;es de pinturas, cartazes, pe&#xe7;as de teatro. Houve uma que fez at&#xe9; um document&#xe1;rio em v&#xed;deo”, afirmou. A especialista disse ainda que, em v&#xe1;rios col&#xe9;gios, o Corpo de Bombeiros ou o Minist&#xe9;rio P&#xfa;blico Estadual deram palestras sobre a import&#xe2;ncia de se evitar as queimadas.&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
Giselly declarou que o apoio do WWF-Brasil foi fundamental nas a&#xe7;&#xf5;es promovidas pela Seduc. “N&#xe3;o foi apenas a quest&#xe3;o de financiar um material espec&#xed;fico, mas tamb&#xe9;m o suporte e o voto de confian&#xe7;a dado pela institui&#xe7;&#xe3;o. Ter o WWF-Brasil conosco nesta empreitada foi uma honra e uma enorme responsabilidade”, disse. &amp;#160; &amp;#160;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
O Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) alertou, no entanto, que o Mato Grosso permaneceu como o segundo Estado que mais registrou focos de inc&#xea;ndio no Brasil em 2011, atr&#xe1;s apenas do Par&#xe1;, e teve taxas crescentes registradas m&#xea;s a m&#xea;s durante o primeiro semestre.&amp;#160;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
No in&#xed;cio de dezembro, o Minist&#xe9;rio do Meio Ambiente (MMA) divulgou que o Mato Grosso foi o segundo Estado que mais desmatou no per&#xed;odo de janeiro a novembro de 2011.&amp;#160;Foram 2.870 quil&#xf4;metros quadrados de desflorestamento no Par&#xe1; e &amp;#160;e&amp;#160;1.126 quil&#xf4;metros quadrados em territ&#xf3;rio matogrossense.&amp;#160;Por toda a Amaz&#xf4;nia, foram 6.238 mil quil&#xf4;metros quadrados. Dados consolidados de 2011, que v&#xe3;o incluir tamb&#xe9;m o m&#xea;s de dezembro, ser&#xe3;o divulgados em abril de 2012.&amp;#160;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;&amp;#160;&lt;/div&gt;</description>
				<dc:date>2011-12-16</dc:date>
			</item>
		
						
			<item>
				<title>Movimento social “fecha” Minist&#xe9;rio do Meio Ambiente</title>
				<link>http://www.wwf.org.br/informacoes/noticias_meio_ambiente_e_natureza/?uNewsID=30302</link>
				<description>Bruno Taitson, de Bras&#xed;lia&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Estudantes, agricultores familiares, ambientalistas e representantes do movimento social participaram, nesta quinta (15/12), de um ato em frente ao Minist&#xe9;rio do Meio Ambiente, em protesto contra as mudan&#xe7;as no C&#xf3;digo Florestal. O grupo fez o “fechamento” simb&#xf3;lico do MMA, devido ao apoio do Minist&#xe9;rio ao texto aprovado no Senado, que promove anistia a crimes ambientais, enfraquece o instituto da reserva legal e das &#xe1;reas de preserva&#xe7;&#xe3;o permanente e estimula novos desmatamentos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O grupo espalhou sementes de soja, cana-de-a&#xe7;&#xfa;car e folhas de eucalipto em uma das entradas do pr&#xe9;dio do Minist&#xe9;rio do Ambiente, criticando o alinhamento da c&#xfa;pula do MMA com os interesses do agroneg&#xf3;cio nas discuss&#xf5;es do C&#xf3;digo Florestal. “A ministra Izabella Teixeira foi a grande interlocutora do governo junto &#xe0; bancada ruralista e chegou a dizer que o texto aprovado no Senado &#xe9; melhor que C&#xf3;digo atualmente em vigor. Ou o MMA n&#xe3;o entende nada de meio ambiente, ou se vendeu para o agroneg&#xf3;cio”, afirmou Luiz Zarref, representante da Via Campesina.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;width:425px&quot; id=&quot;__ss_10606116&quot;&gt;&lt;strong style=&quot;display:block;margin:12px 0 4px&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://www.slideshare.net/wwf_brasil/movimento-social&quot; title=&quot;Movimento social&quot;&gt;Movimento social &quot;fecha&quot; Minist&#xe9;rio do Meio Ambiente&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;object width=&quot;425&quot; height=&quot;355&quot; id=&quot;__sse10606116&quot;&gt;
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&lt;div style=&quot;padding:5px 0 12px&quot;&gt;&amp;#160;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
Para Pedro Piccolo, estudante de sociologia na Universidade de Bras&#xed;lia e membro do Comit&#xea; Universit&#xe1;rio em Defesa das Florestas, o Minist&#xe9;rio do Meio Ambiente deveria ter sido o setor do governo a se posicionar contra os retrocessos propostos pela bancada ruralista. “O MMA, representado pela ministra Izabella Teixeira, desempenhou um papel vergonhoso. Assistiu passivamente, no ano internacional das florestas, &#xe0; autoriza&#xe7;&#xe3;o para fazer Belo Monte, e &#xe0; imposi&#xe7;&#xe3;o de uma s&#xe9;rie de retrocessos &#xe0; legisla&#xe7;&#xe3;o ambiental”, avaliou.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
De acordo com o ambientalista M&#xe1;rio Mantovani, da organiza&#xe7;&#xe3;o SOS Mata Atl&#xe2;ntica, o processo de discuss&#xe3;o das mudan&#xe7;as no C&#xf3;digo Florestal s&#xf3; atendeu aos interesses impostos pela Confedera&#xe7;&#xe3;o Nacional da Agricultura, e que a ci&#xea;ncia foi ignorada, com anu&#xea;ncia do Minist&#xe9;rio do Meio Ambiente. “O MMA se associou ao que h&#xe1; de mais atrasado neste pa&#xed;s, que &#xe9; o agroneg&#xf3;cio excludente e concentrador de terras”, criticou. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O ato foi organizado pelo Movimento dos Trabalhadores rurais Sem-Terra (MST), SOS Mata Atl&#xe2;ntica e Comit&#xea; Universit&#xe1;rio em Defesa das Florestas. Um grupo de estudantes est&#xe1; acampado desde o dia 6 de dezembro no gramado em frente ao Congresso, em protesto contra as mudan&#xe7;as no C&#xf3;digo Florestal aprovadas pelo Senado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O projeto que prop&#xf5;e altera&#xe7;&#xf5;es ao C&#xf3;digo Florestal foi aprovado pela C&#xe2;mara em maio de 2011, votado pelos senadores em 6 de dezembro, com algumas altera&#xe7;&#xf5;es. Atualmente tramita na C&#xe2;mara. A previs&#xe3;o &#xe9; de que o texto seja votado pelos deputados, em segundo turno, em mar&#xe7;o de 2012 e, em seguida, submetido &#xe0; san&#xe7;&#xe3;o presidencial. A presidente Dilma Rousseff prometeu, durante a campanha eleitoral de 2010, vetar dispositivos que promovam anistia a crimes ambientais e estimulem novos desmatamentos.&lt;br /&gt;</description>
				<dc:date>2011-12-15</dc:date>
			</item>
		
						
			<item>
				<title>C&#xf3;digo Florestal: Vota&#xe7;&#xe3;o na C&#xe2;mara fica para 2012</title>
				<link>http://www.wwf.org.br/informacoes/noticias_meio_ambiente_e_natureza/?uNewsID=30290</link>
				<description>De acordo com delibera&#xe7;&#xe3;o da reuni&#xe3;o de l&#xed;deres de partidos, realizada nesta ter&#xe7;a, 13 de dezembro, a vota&#xe7;&#xe3;o do texto que altera o C&#xf3;digo Florestal deve acontecer apenas em mar&#xe7;o de 2012 na C&#xe2;mara dos Deputados. Se isso quer dizer, de um lado, mais tempo para debater o tema, por outro pode abrir espa&#xe7;o para que deputados da bancada ruralista tornem ainda pior uma pe&#xe7;a que j&#xe1; n&#xe3;o atende aos anseios da sociedade brasileira no sentido de estimular a conserva&#xe7;&#xe3;o das florestas e o uso racional dos recursos naturais. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O texto que for aprovado na C&#xe2;mara ser&#xe1; submetido &#xe0; san&#xe7;&#xe3;o da presidente Dilma Rousseff que, durante a campanha eleitoral de 2010, assinou compromisso de que vetaria quaisquer dispositivos que anistiassem crimes ambientais e promovessem desmatamentos. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
De acordo com an&#xe1;lise publicada pelo Comit&#xea; Brasil em Defesa das Florestas, o texto aprovado pelo Senado, sob relatoria do senador Jorge Viana (PT-AC), embora melhor que o aprovado na C&#xe2;mara em maio deste ano, sob relatoria do deputado Aldo Rebelo (PCdoB-SP), ainda cont&#xe9;m diversos retrocessos que precisam ser corrigidos. Para o Comit&#xea;, o PLC 30/11, tal qual foi aprovado pelos senadores, &#xe9; “muito ruim para as florestas e para os recursos h&#xed;dricos brasileiros”.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ainda segundo a nota, o texto “suscita inseguran&#xe7;a jur&#xed;dica, d&#xfa;vidas de interpreta&#xe7;&#xe3;o e est&#xe1; recheado de ambiguidades voltadas a flexibilizar crit&#xe9;rios socioambientais para atender especificamente aos grandes produtores agropecuaristas, colocando em xeque a Constitui&#xe7;&#xe3;o Federal e os compromissos internacionais sobre o clima assumidos pelo Brasil durante o Governo Lula e o Governo Dilma”.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para o Comit&#xea; Brasil em Defesa das Florestas, os principais problemas do substitutivo que prop&#xf5;e mudan&#xe7;as ao C&#xf3;digo Florestal s&#xe3;o os seguintes:&lt;br /&gt;
&lt;ul&gt;
    &lt;li&gt;Anistia a ocupa&#xe7;&#xf5;es agropecu&#xe1;rias ilegais ocorridas at&#xe9; julho de 2008 em beiras de rio e nascentes, exigindo a recupera&#xe7;&#xe3;o de, no m&#xe1;ximo, metade das &#xe1;reas que hoje deviam estar conservadas (Art. 62);&lt;/li&gt;
    &lt;li&gt;Anistia e manuten&#xe7;&#xe3;o de ocupa&#xe7;&#xf5;es irregulares com culturas lenhosas perenes, como pinus e eucalipto, em &#xe1;reas com inclina&#xe7;&#xe3;o maior de 45&#xb0; (Art. 64);&lt;/li&gt;
    &lt;li&gt;Altera&#xe7;&#xe3;o do conceito de topo de morro, fragilizando as &#xe1;reas de preserva&#xe7;&#xe3;o permanente (APPs);&lt;/li&gt;
    &lt;li&gt;Manuten&#xe7;&#xe3;o de qualquer tipo de ocupa&#xe7;&#xe3;o agropecu&#xe1;ria em &#xe1;reas de risco, como encostas e &#xe1;reas inclinadas entre 25&#xb0; e 45&#xb0; (Art. 11);&lt;/li&gt;
    &lt;li&gt;Manuten&#xe7;&#xe3;o, de forma irrestrita, de atividades como a carcinicultura, altamente poluente e danosa, em apicuns e salgados, &#xe1;reas ecol&#xf3;gicas fundamentais dos mangues (Art. 65);&lt;/li&gt;
    &lt;li&gt;Anistia e desobriga&#xe7;&#xe3;o de recomposi&#xe7;&#xe3;o de &#xe1;reas de Reserva Legal ilegalmente desmatadas at&#xe9; julho de 2008 em im&#xf3;veis rurais at&#xe9; quatro m&#xf3;dulos fiscais. Como n&#xe3;o assume o conceito de agricultura familiar, esse dispositivo permite um propriet&#xe1;rio que possua duas ou mais propriedades de 4 m&#xf3;dulos seja anistiado. Nessa anistia, ser&#xe3;o dispensados de recuperar a RL, segundo o IPEA, um total de 4 milh&#xf5;es de im&#xf3;veis, com uma &#xe1;rea total de 135 milh&#xf5;es de hectares (Artigo 69);&lt;/li&gt;
    &lt;li&gt;Possibilidade, por meio de uma simples auto-declara&#xe7;&#xe3;o, de obter anistia de recuperar a &#xe1;rea de Reserva Legal, com a simples alega&#xe7;&#xe3;o (sem necessitar de meios de prova objetivos) de que o desmatamento ocorreu numa &#xe9;poca em que a legisla&#xe7;&#xe3;o era diferente (&#xa7;1&#xb0;, Art. 70);&lt;/li&gt;
    &lt;li&gt;Nos casos em que tenha que haver alguma recomposi&#xe7;&#xe3;o, ela poder&#xe1; ocorrer com 50% de esp&#xe9;cies ex&#xf3;ticas. Isso significa que muitos poder&#xe3;o se regularizar fazendo plantios de dend&#xea; ou de eucalipto, desvirtuando totalmente o mecanismo da recupera&#xe7;&#xe3;o (Inciso II, &#xa7;3&#xb0;, Art. 68);&lt;/li&gt;
    &lt;li&gt;O propriet&#xe1;rio que desmatou ilegalmente pode ainda compensar sua RL em estado diferente onde ocorreu o desmatamento ilegal, condenando regi&#xf5;es inteiras (principalmente na regi&#xe3;o Sudeste e Sul) a se tornarem “desertos” de monocultivos (Inciso III, &#xa7;6&#xb0;, Art. 68);&lt;/li&gt;
    &lt;li&gt;Com a mudan&#xe7;a do c&#xe1;lculo das APPs ciliares do leito maior para o menor, as grandes v&#xe1;rzeas e pantanais brasileiros ficar&#xe3;o desprotegidos. As &#xe1;reas &#xfa;midas que podem vir a ser declaradas como APP teriam que ser desapropriadas (Artigo 4);&lt;/li&gt;
    &lt;li&gt;Amea&#xe7;a a APPs, admitindo pr&#xe1;ticas de aquicultura em APP nos im&#xf3;veis rurais com at&#xe9; 15 m&#xf3;dulos fiscais (o que pode chegar a 1.500 hectares). Isto permitir&#xe1; atividades de carcinicultura em &#xe1;reas de mangue e qualquer outro tipo de aquicultura, inclusive com esp&#xe9;cies ex&#xf3;ticas em qualquer tipo de APP, prejudicando os pescadores artesanais e os pequenos extrativistas (Art.4&#xba; &#xa7;6&#xba;);&lt;/li&gt;
    &lt;li&gt;Aus&#xea;ncia de seguran&#xe7;a jur&#xed;dica para comprovar &quot;&#xe1;reas consolidadas&quot; at&#xe9; julho de 2008 em Reserva Legal, o que abre possibilidade para que novos desmatamentos em qualquer tempo sejam objeto de tentativa de enquadramento nos casos previstos de anistia (Artigo 70).&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Mobiliza&#xe7;&#xe3;o&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na opini&#xe3;o de Maria Cec&#xed;lia Wey de Brito, secret&#xe1;ria-geral do WWF-Brasil, a sociedade brasileira deve manter-se vigilante no sentido de evitar que a C&#xe2;mara dos Deputados aprove o texto do Senado Federal sem que os itens apontados pelo Comit&#xea; em Defesa das Florestas sejam corrigidos. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
“A introdu&#xe7;&#xe3;o de novos retrocessos ou ainda a rejei&#xe7;&#xe3;o do texto do Senado pela C&#xe2;mara dos Deputados para votar, novamente, o projeto relatado pelo deputado Aldo Rebelo s&#xe3;o dois cen&#xe1;rios ainda piores e, infelizmente, poss&#xed;veis. Isso atenderia uma vez mais apenas aos interesses do grande agroneg&#xf3;cio”, afirmou. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
“Por isso, estamos chamando a aten&#xe7;&#xe3;o da sociedade para que esteja atenta a este tema t&#xe3;o complexo, que ter&#xe1; repercuss&#xe3;o na vida de todos que est&#xe1; tramitando no Congresso Nacional.  A presidente Dilma Rousseff fez compromisso com a sociedade, durante a campanha, de n&#xe3;o permitir novos desmatamentos. &#xc9; fundamental que ela cumpra com sua palavra e vete os dispositivos que concedam anistia a crimes ambientais e que promovam desmatamentos”, finalizou Wey de Brito.</description>
				<dc:date>2011-12-13</dc:date>
			</item>
		
						
			<item>
				<title>Estudantes acampam em frente ao Congresso Nacional em defesa das florestas</title>
				<link>http://www.wwf.org.br/informacoes/noticias_meio_ambiente_e_natureza/?uNewsID=30289</link>
				<description>Por Solange Pereira Pinto, especial para WWF-Brasil&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Desde o dia 6 de dezembro , o gramado da Esplanada dos Minist&#xe9;rios, em frente ao Congresso Nacional, ganhou mudas de &#xe1;rvores. O protesto, contra a aprova&#xe7;&#xe3;o do C&#xf3;digo Florestal, marcou a vota&#xe7;&#xe3;o no plen&#xe1;rio do Senado Federal, que aprovou o PLC 30/2011 defendido pela bancada ruralista. &lt;br /&gt;
Incans&#xe1;veis, estudantes fizeram vig&#xed;lia em torno da planta&#xe7;&#xe3;o, que foi retirada pela pol&#xed;cia legislativa. Indignados, membros do Comit&#xea; Universit&#xe1;rio em Defesa das Florestas e do Desenvolvimento Sustent&#xe1;vel e outros participantes iniciaram o movimento de ocupa&#xe7;&#xe3;o montando barracas e instalando faixas pedindo o veto da presidenta Dilma Rousseff ao texto&amp;#160; do C&#xf3;digo Florestal, que anistia desmatadores, reduz a prote&#xe7;&#xe3;o ambiental, diminui a vegeta&#xe7;&#xe3;o nativa em todo o Brasil, al&#xe9;m de facilitar a ocorr&#xea;ncia de outros riscos &#xe0; popula&#xe7;&#xe3;o brasileira.&lt;br /&gt;
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Aprovado no Senado, o texto volou &#xe0; C&#xe2;mara dos Deputados que deve analisar as mudan&#xe7;as e votar o projeto em data ainda indefinida. Depois de passar novamente na C&#xe2;mara dos Deputados, o projeto de lei seguir&#xe1; para a san&#xe7;&#xe3;o da Presidente da Rep&#xfa;blica.&lt;br /&gt;
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Sob sol forte e chuva, jovens se revezam manh&#xe3;, tarde, noite e madrugada no camping improvisado. A meta &#xe9; chamar a aten&#xe7;&#xe3;o do governo e da sociedade para as consequ&#xea;ncias danosas que&amp;#160; o texto do projeto de reforma do C&#xf3;digo Florestal trar&#xe1; ao pa&#xed;s. &lt;br /&gt;
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Segundo a estudante de sociologia, Iara Soares, a ocupa&#xe7;&#xe3;o &#xe9; uma forma de resist&#xea;ncia popular participativa frente &#xe0; for&#xe7;a do latif&#xfa;ndio e de seu modelo atrasado de desenvolvimento. &lt;br /&gt;
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“Temos feito protestos em todas as vota&#xe7;&#xf5;es e somos reprimidos e ignorados pelos pol&#xed;ticos. O acampamento &#xe9; um apelo para que a C&#xe2;mara aja com responsabilidade, e, caso isso n&#xe3;o aconte&#xe7;a, &#xe9; ent&#xe3;o desde j&#xe1; um apelo para que a presidenta Dilma honre o compromisso ambiental que assumiu em campanha. Ou seja, que ela vete integralmente essas mudan&#xe7;as aprovadas”. &lt;br /&gt;
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A ideia &#xe9; que cada vez mais gente v&#xe1; se somar ao movimento, divulgado tamb&#xe9;m pelas redes sociais na internet. “Nesse processo de decis&#xe3;o n&#xe3;o h&#xe1; partido e novas reivindica&#xe7;&#xf5;es podem ser debatidas e incorporadas”, explica a estudante. &lt;br /&gt;
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Ao mesmo tempo em que o protesto acontece com faixas, gritos e palavras de ordem, ele tamb&#xe9;m se d&#xe1; como espa&#xe7;o de forma&#xe7;&#xe3;o e debate. S&#xe3;o promovidos encontros, oficinas, saraus, aulas abertas e rodas de conversa. &lt;br /&gt;
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“&#xc9; uma forma de tornar o processo de mobiliza&#xe7;&#xe3;o mais rico e tamb&#xe9;m uma forma de comunicar algo importante: n&#xe3;o vamos sumir, esconder ou voltar para casa. Estamos acampados no centro do poder em rep&#xfa;dio a essa forma irrespons&#xe1;vel de fazer pol&#xed;tica e n&#xe3;o temos previs&#xe3;o de sa&#xed;da”, argumenta Iara.&lt;br /&gt;
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Nem a viol&#xea;ncia j&#xe1; sofrida intimida os participantes. &lt;br /&gt;
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“Nos atos de rua aconteceram muitas agress&#xf5;es (arma de choque, spray de pimenta, g&#xe1;s lacrimog&#xea;neo) por parte da pol&#xed;cia militar, pol&#xed;cia do Senado. Mas o acampamento tem sido pac&#xed;fico, talvez porque estamos ao lado da ocupa&#xe7;&#xe3;o da UNE, que tem um vi&#xe9;s governista. Por&#xe9;m &#xe9; curioso isso, pois uma semana antes deles tentamos ocupar o mesmo espa&#xe7;o e fomos reprimidos pela PM”, completa Iara.&lt;br /&gt;
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At&#xe9; agora, os custos s&#xe3;o arcados pelos pr&#xf3;prios manifestantes e suas fam&#xed;lias, que colaboram com alimenta&#xe7;&#xe3;o e transporte. “Cada vez que um vem traz alimento, &#xe1;gua, bateria de celular. Banana, biscoito e miojo s&#xe3;o os alimentos mais consumidos por aqui. Estamos tentando apoio de ONGs para melhorar a estrutura, pois n&#xe3;o temos prazo para ir embora”, diz L&#xed;gia Falc&#xe3;o, estudante de engenharia florestal.&lt;br /&gt;
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Al&#xe9;m de estudantes, atletas e outros profissionais tamb&#xe9;m est&#xe3;o apoiando a causa e, ap&#xf3;s o trabalho, passam ou mesmo dormem no acampamento.&lt;br /&gt;
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“Logo na primeira noite, conhecemos o Miro, um nadador de Petrolina que se juntou ao nosso movimento, motivado pela degrada&#xe7;&#xe3;o do rio S&#xe3;o Francisco, onde ele treina. A gente considera que quem comp&#xf5;e e constr&#xf3;i a ‘acampada’ n&#xe3;o s&#xe3;o apenas aqueles e aquelas que dormem por aqui, mas tamb&#xe9;m quem passa, participa das atividades, se interessa em discutir junto”, analisa L&#xed;gia.&lt;br /&gt;
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A ocupa&#xe7;&#xe3;o &#xe9; “uma acampada contra o Novo C&#xf3;digo Florestal”, para reivindicar o direito &#xe0; biodiversidade e &#xe0; produ&#xe7;&#xe3;o sustent&#xe1;vel. &lt;br /&gt;
“Estamos aqui para garantir nosso direito a um futuro com florestas, de forma apartid&#xe1;ria, n&#xe3;o-violenta e horizontal. Isso significa dizer que qualquer um e qualquer uma que chegar disposto a acampar, a debater, a participar das atividades ter&#xe1; igual voz, igual import&#xe2;ncia e igual voto. A inten&#xe7;&#xe3;o primeira &#xe9; pressionar a Dilma para que ela vete integralmente o projeto”, explica Iara &lt;br /&gt;
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“Nessa luta, s&#xf3; no conjunto somos fortes! Se voc&#xea; est&#xe1; cansado de ver seus direitos atropelados por uma elite que n&#xe3;o se importa com nada al&#xe9;m do seu pr&#xf3;prio lucro, ent&#xe3;o chega junto e, traz sua barraca. Estamos reunidos na frente da bandeira da Para&#xed;ba (aquela escrito &quot;Nego&quot;), por tempo indefinido, esperando mais indignados e indignadas virem se somar”, convida convida a estudante de sociologia.&lt;br /&gt;
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				<dc:date>2011-12-13</dc:date>
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