Proteção das Nascentes
O regime de inundações é o responsável pelo ciclo da vida no Pantanal, garantindo as condições para que animais e plantas se desenvolvam em toda a sua plenitude.
Por isso, a preservação das nascentes nas partes altas da Bacia e a adoção de práticas de produção econômica que não agridam ao meio ambiente são fundamentais para a conservação da planície inundável.
Embora a maior parte da área inundável esteja no Mato Grosso do Sul, é no Mato Grosso onde nascem os principais rios da Bacia Pantaneira.
O chamado “Arco das Nascentes” contorna os divisores de água da Bacia e está presente em uma área extensa que vai de Rondonópolis, passando pela Chapada dos Guimarães, Diamantina, até Cárceres.
Essa região – onde estão as nascentes dos rios Paraguai, Sepotuba, Cabaçal, Jauru, Cuiabá, São Lourenço, Manso, Rio dos Bugres, Coxim e Taquari – é responsável pelo fornecimento de 70% da água que corre para o Pantanal. Por isso, a preservação das cabeceiras dos rios é fundamental para a conservação do bioma.
Ameaças
A ocupação do Pantanal por europeus e seus descendentes foi iniciada no século 18 com a introdução da pecuária na região. A atividade econômica tornou-se a mais significativa e se estende do planalto das bordas da bacia até a planície alagável.
Com um rebanho estimado em 16 milhões de cabeças de gado, ela estabelece o padrão de ocupação do espaço geográfico e determina a cultura pantaneira, além de muitos dos impactos ambientais na região.
Desmatamento, queimadas e assoreamento de rios são alguns dos problemas relacionados com a atividade, quando a mesma não é praticada com responsabilidade.
Nas últimas décadas, aumentou a pressão pela instalação de projetos de desenvolvimento com sérios impactos ao meio ambiente, entre eles, a instalação de hidrelétricas nas cabeceiras dos rios, a construção de hidrovia no rio Paraguai, a monocultura da cana-de-açúcar e da soja e a contaminação de solos e recursos hídricos com insumos agrícolas.
Por isso, a preservação das nascentes nas partes altas da Bacia e a adoção de práticas de produção econômica que não agridam ao meio ambiente são fundamentais para a conservação da planície inundável.
Embora a maior parte da área inundável esteja no Mato Grosso do Sul, é no Mato Grosso onde nascem os principais rios da Bacia Pantaneira.
O chamado “Arco das Nascentes” contorna os divisores de água da Bacia e está presente em uma área extensa que vai de Rondonópolis, passando pela Chapada dos Guimarães, Diamantina, até Cárceres.
Essa região – onde estão as nascentes dos rios Paraguai, Sepotuba, Cabaçal, Jauru, Cuiabá, São Lourenço, Manso, Rio dos Bugres, Coxim e Taquari – é responsável pelo fornecimento de 70% da água que corre para o Pantanal. Por isso, a preservação das cabeceiras dos rios é fundamental para a conservação do bioma.
Ameaças
A ocupação do Pantanal por europeus e seus descendentes foi iniciada no século 18 com a introdução da pecuária na região. A atividade econômica tornou-se a mais significativa e se estende do planalto das bordas da bacia até a planície alagável.
Com um rebanho estimado em 16 milhões de cabeças de gado, ela estabelece o padrão de ocupação do espaço geográfico e determina a cultura pantaneira, além de muitos dos impactos ambientais na região.
Desmatamento, queimadas e assoreamento de rios são alguns dos problemas relacionados com a atividade, quando a mesma não é praticada com responsabilidade.
Nas últimas décadas, aumentou a pressão pela instalação de projetos de desenvolvimento com sérios impactos ao meio ambiente, entre eles, a instalação de hidrelétricas nas cabeceiras dos rios, a construção de hidrovia no rio Paraguai, a monocultura da cana-de-açúcar e da soja e a contaminação de solos e recursos hídricos com insumos agrícolas.
