A espécie arara-azul

© WWF-Brasil / Cezar Corrêa
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Características
• Nome científico: Anodorhynchus hyacinthinus
• Espécie ocorre em 11 estados brasileiros (AP, BA, GO, MA, MG, MS, MT, PA, PI, SP, TO)
• Está na lista de espécies ameaçadas de extinção
• Maior entre os psitacídeos (papagaios, periquitos, araras, maritacas)
• Chegando a medir um metro da ponta do bico à ponta da cauda
• Peso de até 1,3 kg
Comportamento
• Gostam de voar em pares ou em grupo.
• Os casais são fiéis e dividem as tarefas de cuidar dos filhotes
• Nos fins de tarde, se reúnem em bandos em árvores “dormitório”
Alimentação
• Se alimentam das castanhas retiradas de cocos de duas espécies de palmeira: acuri e bocaiúva
• No caso do acuri, aproveitam aqueles caídos no chão, ruminados pelo gado ou por animais silvestres
• O coco da bocaiuva é colhido e comido diretamente no cacho
• Aos sete anos a arara-azul começa sua própria família
• Em média, a fêmea tem dois filhotes
• Ela passa a maior parte do tempo no ninho, cuidando da incubação dos ovos
• O macho se responsabiliza por alimentá-la
• Na época de incubação, 40% dos ovos são predados por gralhas e tucanos, entre outras aves, ou por algumas espécies de mamíferos, como o quati.
• Passados aproximadamente 28 dias, o ovo eclode

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Os filhotes
• Nascem frágeis e são alimentados pelos pais até os seis meses
• Correm risco de vida até completarem 45 dias, pois não conseguem se defender de baratas, formigas ou outras aves que invadem o ninho
•Somente com três meses de vida, quando o corpo está todo coberto por penas, se aventuram em seus primeiros vôos
• É comum os filhotes competirem por comida e o que nasceu primeiro, por estar maior, ganha a disputa.
• Na maioria dos casos, só um filhote sobrevive

