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Associação Mico-Leão-Dourado


Mico-leão-dourado na Reserva Biológica Poço das Antas, na Bacia do Rio São João, no Rio de Janeiro
Mico-leão-dourado na Reserva Biológica Poço das Antas, na Bacia do Rio São João, no Rio de Janeiro
© WWF-Canon / Juan PRATGINESTOS

Criada em 1996, a Associação Mico-Leão-Dourado, no Rio de Janeiro, atua com a missão de contribuir para a conservação da biodiversidade da Mata Atlântica com ênfase na proteção do Mico-Leão-Dourado em seu habitat natural. Sua área de atuação é a Área de Proteção Ambiental (APA) da Bacia do Rio São João, na baixada costeira do Estado do Rio de Janeiro, e inclui o entorno de duas importantes Unidades de Conservação: a Reserva Biológica Poço das Antas e a Reserva Biológica União.

Sua meta para 2025 é atingir uma população mínima viável de 2.000 micos-leões-dourados vivendo livremente em 25 mil hectares de florestas protegidas. Sua realização requer a implantação de corredores florestais para conectar fragmentos de remanescentes de Mata Atlântica existentes na região. Até o momento, já foram conectados quase 10 mil hectares de floresta nativa.

O “Projeto Florestar PIC Natureza” irá contribuir com essa meta apoiando o plantio de 32.500 mudas de espécies nativas da Mata Atlântica que serão responsáveis pela restauração de 13 hectares de floresta. Até o momento, a AMLD coordenou o plantio de 6 mil mudas, que garantiram a recuperação de 2.2 hectares de floresta. O trabalho realizado nesses dois hectares possibilitou a conexão de 380 hectares de florestas nativas e novas áreas prioritárias para o plantio já foram mapeadas. 

A implantação de corredores florestais é, no entanto, apenas uma das frentes do projeto, que se dedica também ao desenvolvimento de práticas agroflorestais com comunidades. Os sistemas de agrofloresta serão responsáveis, até o fim do projeto, pela recuperação de 4 hectares de floresta.




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