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Sumauma (Ceiba pentandra). Essa árvore, ou melhor, a sapobemba (as raízes com alas, como pode ser visto na foto), desta ou de outras espécies, é usada na floresta para comunicação. Percutindo um toco na sapobemba, ecoa o som que dirige aqueles que estão perdidos. O Programa Arpa (Áreas Protegidas da Amazônia) usa a sumaúma como símbolo e diz: “atenda o chamado da sumaúma”, pretendendo chamar a atenção da sociedade, dos grupos sociais e dos indivíduos a contribuir pela proteção das áreas mais delicadas ou mais importantes da Amazônia brasileira
Sumauma (Ceiba pentandra). Essa árvore, ou melhor, a sapobemba (as raízes com alas, como pode ser visto na foto), desta ou de outras espécies, é usada na floresta para comunicação. Percutindo um toco na sapobemba, ecoa o som que dirige aqueles que estão perdidos. O Programa Arpa (Áreas Protegidas da Amazônia) usa a sumaúma como símbolo e diz: “atenda o chamado da sumaúma”, pretendendo chamar a atenção da sociedade, dos grupos sociais e dos indivíduos a contribuir pela proteção das áreas mais delicadas ou mais importantes da Amazônia brasileira
© Zig KOCH


Onde atuamos


Floresta envolve inselbergs, relevo caracterizado por morros rochosos, tipo "pão-de-açúcar", que ocorrem em grande quantidade no PNMT
Floresta envolve inselbergs, relevo caracterizado por morros rochosos, tipo "pão-de-açúcar", que ocorrem em grande quantidade no Parque Nacional Montanhas do Tumucumaque
© Zig KOCH

Pará

Há grandes e importantes áreas a proteger no Pará, identificadas em estudo realizado em 1999 pelo governo federal. A que requer ação mais urgente é justamente a região da BR-163, a rodovia Cuiabá-Santarém.

O governo do Pará e o WWF-Brasil estão trabalhando em conjunto desde 2003, principalmente na Terra do Meio e no extremo sul do estado. A parceria contribui para elaboração do Programa de Zoneamento Ecológico-Econômico do Pará, que prevê a proteção de 60% de seu território. Para alcançar esse objetivo, o WWF-Brasil trabalha para que o Mosaico da Terra do Meio seja incluído no Programa Arpa (Áreas Protegidas da Amazônia).

O Mosaico, ainda em formação, é constituído atualmente pela Estação Ecológica Terra do Meio, Parque Nacional Serra do Pardo e Reserva Ecológica Riozinho do Anfrízio. Os estudos do governo federal prevêem a criação da Reserva Extrativista Xingu, da Reserva de Desenvolvimento Sustentável Iriri e da Área de Proteção Ambietnal São Félix do Xingu, além de uma floresta no trecho oeste do mosaico. Para orientar a criação dessas unidades, o WWF-Brasil organizou uma expedição pelo Rio Xingu.



Sobre o estado

O Pará tem uma área total de 125,3 milhões de hectares, sendo 45,8 milhões de hectares de área protegida (36,5%). São 27,8 milhões de hectares de terras indígenas, 6,7 milhões de hectares de áreas de uso sustentável e 5,8 milhões de hectares de proteção integral.
Mirtáceas fotografadas na margem do rio Jari
Mirtáceas fotografadas na margem do rio Jari
© WWF-Brasil / Marisete CATAPAN

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