Ações Prioritárias

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Amazonas
Por meio de um acordo de cooperação técnica assinado com o governo do Amazonas em agosto de 2004, o WWF-Brasil assumiu o compromisso de aplicar R$ 3 milhões, em três anos, no fortalecimento do sistema estadual de unidades de conservação.
A região sul do Amazonas e a bacia do Rio Negro, a noroeste, foram escolhidas como áreas prioritárias para receber os investimentos do WWF-Brasil. Essa decisão foi resultado da oficina "Estratégias para a Conservação da Biodiversidade no Estado do Amazonas", realizada em abril de 2004, em Manaus.
Um dos frutos da parceria foi a criação de um mosaico de unidades de conservação na região de Apuí, em dezembro de 2004. São 3 milhões de hectares de terras localizadas na fronteira com o Mato Grosso e o Pará. Assim, o Amazonas elevou para 76 milhões de hectares (48,5 % de seu território) suas áreas protegidas, cálculo que inclui as terras indígenas.
Quatro das unidades que integram o mosaico - os Parques Estaduais de Guariba e Sucunduri e as Reservas de Desenvolvimento Sustentável de Aripuanã e Bararati - receberão recursos do Arpa para a sua implementação.
O apoio do WWF-Brasil ao esforço do governo estadual para conservar seu patrimônio natural e cultural também rendeu a realização da I Conferência de Populações Tradicionais do Estado do Amazonas, realizada em outubro de 2004. Nela, produtores rurais, extrativistas, líderes locais e técnicos governamentais apresentaram propostas para aprimorar cadeias produtivas associadas a matérias-primas da floresta e para a criação de novas unidades de conservação de uso sustentável.
Sobre o estado
No total, 13 ecorregiões incidem sobre o território amazonense, sendo que, segundo dados oficiais, apenas 3% de sua cobertura original foi eliminada. Esses dados demonstram a importância do Amazonas para a conservação do bioma Amazônia.
