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Onde atuamos


Macaco-de-cheiro trepado em um ingazeiro, na região do Molocopote
Macaco-de-cheiro trepado em um ingazeiro, na região do Molocopote
© Zig KOCH

Estação Ecológica Rio Acre

Apesar de ter sido criada há duas décadas, a Estação Ecológica do Rio Acre ainda não possui plano de manejo, instrumento importante para que cumpra suas funções de preservar a natureza e promover a pesquisa científica. Para suprir essa necessidade, o WWF-Brasil e a organização não-governamental Fundação SOS Amazônia estabeleceram uma parceria com a Diretoria de Ecossistemas do Ibama.

O processo de elaboração do plano de manejo foi iniciado em fevereiro de 2005. Sua execução está a cargo da SOS Amazônia - ao WWF-Brasil cabe o acompanhamento técnico e o financiamento das atividades.

Entre fim de março e início de abril de 2005, foram executadas ações de reconhecimento da área, como sobrevôos e uma expedição de campo. Ainda em abril, a Oficina de Planejamento, realizada em Assis Brasil, contou com a participação de pessoas e instituições que atuam na região. Ela propiciou a participação da comunidade na elaboração do plano de manejo e forneceu informações úteis sobre a realidade local. A previsão é que o plano de manejo esteja concluído em março de 2007.

Características

Nas proximidades das margens do Rio Acre são encontradas as embaúbas, plantas consideradas pioneiras e que se desenvolvem quase como uma floresta homogênea, dominando a paisagem em vários trechos. Ocorrem espécies como jabuti Geochelone denticulata , tartaruga Podocnemis expansa, jacaré-açu Melanosuchus niger, sagüi-leãozinho , sagüi-de-bigode-branco, capivara Hydrochoerus hydrochoeris, garça-parda, socó, taquari, entre outros.



Data de criação

Criada pelo Decreto no. 86.061, de 2 de junho de 1981

Área

77.500 hectares

Localização

Situada nos municípios de Assis Brasil e Serra Madureira, ambos no Acre. Limita-se com as terras indígenas Mamoadate, a norte, a Cabeceira do Rio Acre, a leste, e a Bolívia ao sul.

Aspectos físicos e biológicos

A vegetação é caracterizada como floresta ombrófila aberta de terras baixas, existindo na área florestas abertas de palmeiras e de bambus.
Capivara na margem do rio Jari
A capivara é uma das espécies típicas da região
© Zig KOCH

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