Untitled Document

Fases do Arpa


Batelões descansam na praia de Itacoaquera, rio Jari
Batelões descansam na praia de Itacoaquera, rio Jari
© Ibama / Cristiano FERREIRA

Três fases

O Arpa prevê que suas metas sejam alcançadas ao longo de dez anos, em três fases distintas e complementares de implementação.

Primeira fase (2003-2006)

A primeira fase do Arpa, prevista para quatro anos, está bastante adiantada. Alguns de seus objetivos já foram cumpridos, como a criação de 9 milhões de hectares de unidades de conservação de proteção integral (parques, reservas biológicas ou estações ecológicas).

Outros objetivos estão em andamento, como a criação de 9 milhões de hectares de unidades de uso sustentável (reservas extrativistas ou reservas de desenvolvimento sustentável). Assim, nesta primeira fase, a meta é se chegar a 18 milhões de hectares de novas áreas protegidas.

Além disso, ainda na primeira fase, o Arpa pretende consolidar 7,3 milhões de hectares de unidades de conservação de proteção integral criadas antes de 2002. Outro desfio é a criação de um Fundo de Áreas Protegidas (FAP), cujos rendimentos serão utilizados para financiar a administração e proteção das unidades de conservação apoiadas pelo programa. Até 2007, o Arpa espera conseguir capitalizar pelo menos US$ 29 milhões nesse fundo.

Para a primeira fase do Arpa estão previstos, e em grande parte já obtidos, US$ 87,5 milhões, sendo US$ 18,1 milhões do governo brasileiro e US$ 69,4 milhões dos doadores do programa, distribuídos da seguinte forma: US$ 30 milhões do GEF, US$ 16,5 milhões do WWF-Brasil e US$ 22,9 milhões do KfW. O presidente do Banco Mundial, James Wolfensohn, e o diretor-geral do WWF, Claude Martin, enviaram em dezembro de 2004 correspondências ao governo brasileiro reiterando a intenção de investir, cada instituição, US$ 70 milhões no programa, em 10 anos. Esse compromisso foi assumido na Conferência de Joanesburgo, em 2002. 

Segunda (2007-2009) e terceira fases (2010-2013)

Nas duas fases seguintes, está prevista a criação de outros 19,5 milhões de hectares de unidades de conservação de proteção integral e a consolidação das demais unidades já existentes, atingindo a meta de 50 milhões de hectares de áreas protegidas na Amazônia.

Outra tarefa importante é a consolidação do Fundo de Áreas Protegidas, alcançando US$ 240 milhões. Outras atividades de baixo impacto ambiental que também gerem renda para assegurar a sustentabilidade dessas unidades de conservação também serão estudadas e apoiadas.



Logos parceiros

Parceiros do Arpa



Tipos de Áreas Protegidas

De proteção integral:

  • Parques Nacionais;
  • Reservas Biológicas e
  • Estações Ecológicas.

De uso sustentável comunitário:

  • Reservas Extrativistas e
  • Reservas de Desenvolvimento Sustentável.
Capivara na margem do rio Jari
Capivara na margem do rio Jari, no Parque Nacional Montanhas do Tumucumaque
© Zig KOCH

Notícias

24 Jun 2008
Operações do Ibama na Terra do Meio reforçam presença oficial na Amazônia e podem representar avanço na política ambiental para a região
“Acabou a moleza. Quem não respeitar a lei verá seu gado virando churrasquinho ecológico para o Fome Zero e para a saúde da população indígena”. A afirmação foi do ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, durante coletiva concedida à imprensa, na manhã de hoje (24), no Ministério do Meio Ambiente.

» Leia mais 

 
17 Jun 2008
Curso Introdutório para Gestores de Unidades de Conservação na Amazônia começa hoje no Acre
WWF-Brasil e Instituto de Pesquisas Ecológicas (Ipê) promovem, entre os dias 17 a 26 de junho, em Rio Branco (AC), mais uma edição do "Curso Introdutório de Gestão de Unidades de Conservação da Amazônia”.

» Leia mais 


design & tecnologia getunik.com