Cinco Componentes

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Cumprindo objetivos
O Arpa foi estruturado em cinco componentes, que orientarão a sua execução:
Componente 1: Criação e Implementação de novas UCs
Criar e implementar novas UCs de proteção integral e uso sustentável em áreas prioritárias para conservação da Amazônia. Isso envolve a elaboração de bancos de informações biológicas, sociais e econômicas sobre a região; a preparação de estudos, consultas e propostas; ações como demarcação, regularização de terras, preparação de planos de manejo, construção de infra-estrutura, treinamento de pessoal e aquisição de equipamentos.
Componente 2: Consolidação de UCs de proteção integral existentes
Promover ações de consolidação da infra-estrutura de UCs proteção integral federais existentes antes de 2002 que fazem parte do Arpa. Para isso, são necessárias a demarcação e a regularização das terras, a execução de atividades básicas de proteção, a preparação e implementação de planos de manejo, a participação comunitária e o cumprimento de programas de treinamento.
Componente 3: Mecanismos de sustentabilidade das áreas protegidas
Estabelecer o Fundo de Áreas Protegidas (FAP) para o financiamento em longo prazo da manutenção de UCs; desenvolver ações de baixo impacto ambiental que também gerem renda para essas unidades.
Componente 4: Monitoramento e Avaliação da Biodiversidade em UCs
Estabelecer um sistema de monitoramento ambiental para as UCs e seu entorno, que auxilie a correta e eficiente gestão das unidades. Para esse fim serão observadas variáveis biológicas e interferências sócio-econômicas sobre os ecossistemas, clima e hidrologia, como expansão urbana, construção de estradas, criação de pastagens e outras atividades desenvolvidas dentro e ao redor das áreas protegidas.
Componente 5: Coordenação e gerenciamento do programa
Apoiar a criação e operacionalização das duas instâncias administrativas do Arpa: Unidade de Coordenação (MMA) e Gerência (Funbio).
Parceiros do Arpa
Notícias
Operações do Ibama na Terra do Meio reforçam presença oficial na Amazônia e podem representar avanço na política ambiental para a região
“Acabou a moleza. Quem não respeitar a lei verá seu gado virando churrasquinho ecológico para o Fome Zero e para a saúde da população indígena”. A afirmação foi do ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, durante coletiva concedida à imprensa, na manhã de hoje (24), no Ministério do Meio Ambiente.
Curso Introdutório para Gestores de Unidades de Conservação na Amazônia começa hoje no Acre
WWF-Brasil e Instituto de Pesquisas Ecológicas (Ipê) promovem, entre os dias 17 a 26 de junho, em Rio Branco (AC), mais uma edição do "Curso Introdutório de Gestão de Unidades de Conservação da Amazônia”.

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