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2008 - Expedição Científica Rio Guariba

Expedição Científica Rio Guariba

Expedição científica identifica fragmentos de cerrado localizados no meio da floresta amazônica e possíveis novas espécies

A ampla parcela da paisagem de transição entre cerrado e floresta amazônica garante especial beleza cênica e promove a riqueza biológica ao Parest do Guariba

Segundo os pesquisadores, o isolamento natural do ambiente de cerrado que compõe o Parque Estadual do Guariba pode gerar variações genéticas o que o torna um ambiente ideal para abrigar espécies novas, ou mesmo endêmicas, de plantas e animais.

Com o objetivo de reunir informações sobre a fauna e flora para subsidiar a elaboração do plano de gestão do Mosaico de Unidade de Conservação do Apuí – documento essencial para promover a implementação eficiente e a gestão integrada do conjunto de unidades de conservação que o compõe – foi realizada, entre os dias 31 de outubro e 18 de novembro, no sul do Amazonas, a Expedição Científica Rio Guariba.

Entre os resultados alcançados, destacam-se a identificação de fragmentos de cerrado cercados por maciços de floresta tropical Amazônia e a descoberta de possíveis espécies novas, associadas a esses ambientes. Leia mais
Seminário discute diretrizes para gestão de áreas protegidas

Acompanhe as discussões sobre gestão de mosaico de áreas protegidas

Apesar de serem reconhecidos como um mecanismo eficiente nas ações contra a expansão do desmatamento e da degradação ambiental, os mosaicos de áreas protegidas ainda guardam dúvidas e dualidades conceituais e reguladoras. Essas são questões que serão debatidas durante o II Seminário Mosaico de Áreas Protegidas.
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O que é o mosaico do Apuí

Com mais de 2,4 milhões de hectares, o mosaico de unidades de conservação de Apuí integra partes dos municípios de Apuí e Novo Aripuanã, localizados ao sul do Amazonas, e reúne nove unidades de conservação:
  • Parque Estadual do Guariba (72.296,331 ha.)
  • Reserva de Desenvolvimento Sustentável Bararati (153.083,340 ha.)
  • Reserva Extrativista do Guariba (180.904,706 ha.)
  • Parque Estadual do Sucunduri (1.006.350,041 ha.)
  • Floresta Estadual do Sucunduri (545.163,522 ha)
  • Floresta Estadual do Aripuanã (369.337,385 ha)
  • Floresta Estadual do Apuí (286.161,751 ha)
  • Floresta Estadual de Manicoré (171.300,187 ha)
  • Reserva de Desenvolvimento Sustentável Aripuanã (260.380,111 ha)
Esse conjunto forma uma importante barreira ao avanço da degradação e ocupação desordenada vinda do centro-oeste Brasileiro. Nenhuma das unidades de conservação que o compõe, no entanto, possui plano de manejo. Assim o reconhecimento dessas áreas como um mosaico visa à integração das ações de planejamento e gestão, fazendo com que cada unidade corresponda a um pré-zoneamento de uma única e grande unidade de conservação, permitindo a correção de erros na delimitação das mesmas.

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Fundo de investimento de renda fixa ajudará criação, implementação e gestão de unidades de conservação na Amazônia

Na quinta feira, dia 5 de março, foi lançado o Fundo Gradual Amazônia Viva, uma iniciativa que visa promover a conservação da natureza e o uso sustentável dos recursos naturais por meio do apoio à criação, implementação e gestão de unidades de conservação (UCs) na Amazônia. O fundo é fruto de uma parceria entre o WWF-Brasil e a Gradual Investimentos e tem o objetivo de captar R$ 100 milhões até o fim do ano.

09 Março 2009 | 2 comments | Leia mais

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26 Novembro 2008 | Leia mais