Agenda WWF-Brasil
Praça da Diversidade
A Praça da Diversidade será a base da Rede WWF na COP9 da CDB. Além de oferecer atendimento para o público, imprensa e parceiros, o espaço – localizado na área externa do pavilhão da conferência (Hotel Maritim), em Bonn –, irá contar com uma programação temática com foco nos diferentes temas abordados pelas organizações e escritórios que integram a Rede WWF nos muitos países. No dia 29 de maio, o tema será Amazônia, aproveitando o lançamento oficial da segunda fase do Arpa (Programa de Áreas Protegidas da Amazônia).
O WWF-Brasil estará representado na COP9 da CDB pelo presidente do seu Conselho Diretor, Álvaro de Souza, pela sua secretária-geral, Denise Hamú, e pelo superintendente de Conservação de Programas Regionais, Cláudio C. Maretti. As atividades da organização estarão disponíveis no website do WWF-Brasil, que também trará atualizações regulares sobre os principais destaques do encontro.
O WWF-Brasil estará representado na COP9 da CDB pelo presidente do seu Conselho Diretor, Álvaro de Souza, pela sua secretária-geral, Denise Hamú, e pelo superintendente de Conservação de Programas Regionais, Cláudio C. Maretti. As atividades da organização estarão disponíveis no website do WWF-Brasil, que também trará atualizações regulares sobre os principais destaques do encontro.
Confira as principais atividades que envolvem diretamente o WWF-Brasil:
23 de maio – Evento ParaleloÁreas prioritárias para conservação no bioma amazônico: experiências e metodologias
Promovido pela Unidade de Coordenação do Arpa, Ministério do Meio Ambiente, o evento irá apresentar a iniciativa brasileira de avaliação e identificação de áreas prioritárias para a conservação, que entre 1997 e 2000 organizou um processo de consulta pública para definição dessas áreas. Também serão apresentados outros casos e metodologias para identificação de áreas prioritárias para conservação. O WWF-Brasil participará do evento com uma apresentação do coordenador do Laboratório de Ecologia da Paisagem, Sidney Rodrigues, um dos líderes do processo inédito de identificação de áreas prioritárias para conservação na Pan-Amazônia.
23 de maio – Evento Paralelo
Avaliação da efetividade de gestão de áreas protegidas: metodologia, aplicação e resultados
Promovido pela Unidade de Coordenação do Arpa, Ministério do Meio Ambiente, o evento irá apresentar casos e metodologias de iniciativas para avaliação da efetividade de gestão de unidades de conservação. Será apresentado o sistema de avaliação anual sistemática do progresso na implementação das unidades de conservação apoiadas pelo Arpa. Deverá ser apresentada também a experiência do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), o qual, com apoio técnico e financeiro do WWF-Brasil, que aplicou a metodologia RAPPAM – desenvolvida pela Rede WWF – para avaliar a efetividade de gestão em 246 unidades de conservação federais.
28 de maio – Evento Paralelo
Potencial das unidades de conservação apoiadas pelo Arpa na redução do desmatamento (e associadas emissões de carbono) na Amazônia brasileira
No evento paralelo, WWF-Brasil e Ipam (Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia) irão apresentar a conclusão do estudo indicando que as unidades de conservação ligadas ao Arpa (Programa de Áreas Protegidas na Amazônia) já ajudam a reduzir em 1,8 bilhão de toneladas as emissões de carbono na atmosfera. Esse estudo comprova mais uma vez que as unidades de conservação (particularmente aquelas categorias que supõe domínio público) são efetivas na redução do desmatamento, com a novidade da quantificação desse efeito por simulação de alternativas.
29 de maio – Evento Paralelo
Arpa: Inovação no gerenciamento de áreas protegidas
Promovido pelo Ministério do Meio Ambiente, com apoio do WWF-Brasil e outros, o evento paralelo irá apresentar os principais resultados da primeira fase do Arpa, entre 2003 e 2008.
Iniciativa do governo federal, o Arpa (Programa Áreas Protegidas da Amazônia) é considerado o maior programa de conservação da biodiversidade de florestas tropicais do planeta. Atualmente o sistema abrange 60 unidades de conservação, que totalizam 31 milhões de hectares. A meta do programa até 2013 é criar e implementar 60 milhões de hectares em áreas protegidas na Amazônia brasileira. Coordenado pelo Ministério do Meio Ambiente e implementado pelo ICMBio (Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade) e pelo Funbio (Fundo Brasileiro para a Biodiversidade), o Arpa é realizado em parceria com governos estaduais da Amazônia, GEF (Fundo Global para o Meio Ambiente), Banco Mundial, KfW (Banco de Desenvolvimento Alemão), GTZ (Agência de Cooperação Técnica Alemã) e WWF-Brasil.
