Mata Atlântica, herança em perigo



18 Outubro 2009  | 
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Capa da publicação "Mata Atlântica, herança em perigo"
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A Mata Atlântica é formada por 15 ecorregiões que vão de 3 graus ao sul do Equador até o Trópico de Capricórnio, e das arenosas matas de restinga localizadas ao nível do mar até as florestas e os campos de altitude, a mais de 2.700 metros.

Estas dimensões proporcionam ao bioma uma variedade de plantas e de vida animal incomparável no planeta. Das mais de 20.000 espécies de plantas que ocorrem ali, 8.000 não são encontradas em nenhuma outra parte do mundo. Este é o hábitat de mais de 1.000 espécies de aves, 372 de anfíbios, 350 de peixes, 197 de répteis e 270 de mamíferos.

Para mitigar os efeitos das mudanças climáticas e preservar a rica biodiversidade da Mata Atlântica é essencial conservar as matas e promover o manejo sustentável de maneira compatível com o desenvolvimento local. Por isso, em 2000, mais de trinta organizações governamentais e não governamentais da Argentina, do Brasil e do Paraguai, coordenadas pelo WWF, Organização Mundial para a Conservação da Natureza, e a Fundação Vida Silvestre Argentina (FVSA), decidiram concentrar seus esforços sob um mesmo lema: “Deter a extinção de espécies e manter serviços ambientais essenciais com ações imediatas que assegurem a viabilidade ao longo prazo da biodiversidade representativa da Mata Atlântica”.
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